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Papa pressiona presidente francês

16 de Maio de 2012  |  Escrito por Carlos Esperança  |  7 Comentários

Vaticano/França: Papa escreve ao novo presidente e pede respeito pelas «tradições espirituais»

Bento XVI felicita François Hollande e deseja que o seu mandato promova solidariedade e justiça
No discurso proferido na cerimónia de investidura, esta terça-feira, o novo presidente francês manifestou a sua intenção de reafirmar “em todas as circunstâncias” os “princípios intocáveis da laicidade” do país, comprometendo-se também na luta “contra o racismo, o antissemitismo e todas as discriminações”.

 

Beijo pago a peso de ouro

16 de Maio de 2012  |  Escrito por Carlos Esperança  |  7 Comentários

A empresa italiana Benetton aceitou fazer uma doação a uma instituição de caridade católica para encerrar uma disputa legal com o Vaticano devido a um anúncio que mostrava o Papa Bento XVI a dar um beijo na boca ao imã Al Azhar.

 

Vaticano colabora com a polícia romana

15 de Maio de 2012  |  Escrito por Carlos Esperança  |  15 Comentários

Contrariamente ao que tem sucedido noutros crimes, incluindo a proteção ao arcebispo Marcinkus no caso da falência fraudulenta do Banco Ambrosiano, desta vez o Vaticano imita os Estados de direito.

O porta-voz do Vaticano assegurou hoje a “plena colaboração” da Santa Sé com as investigações da justiça italiana relativamente a Enrico De Pedis, falecido líder da Mafia, cujos restos mortais foram identificados na basílica romana de Santo Apolinário.

 

O proselitismo da Igreja polaca

15 de Maio de 2012  |  Escrito por Carlos Esperança  |  12 Comentários

Durante o campeonato europeu a Igreja católica pretende evangelizar as multidões de aficionados que aí se deslocarão convencida de que pode transformar claques furiosas em devotos inflamados.

Que queiram ser católicos é um direito, que pretendam converter outros é abuso mas se os quiserem obrigar, como a ICAR fez na evangelização, é um ato gratuito e que revela a sua própria intolerância.

 

Cemitério privativo

15 de Maio de 2012  |  Escrito por Carlos Esperança  |  8 Comentários

Autoridades confirmam que mafioso está enterrado em igreja de papas

Autoridades italianas abriram hoje uma sepultura na Basílica de Santo Apolinário, em Roma, e confirmaram, através de um exame de impressões digitais, que nela estava enterrado o mafioso Enrico De Pedis.

Comentário: Cemitério interdito a mafiosos que não sejam papas.

 

FÁTIMA, FUTEBOL E FADO

14 de Maio de 2012  |  Escrito por Carlos Esperança  |  52 Comentários


Amália Rodrigues é o rosto do fado recuperado.

Por

Onofre Varela

A trilogia “Fátima, Futebol e Fado” que marcava a sociedade portuguesa no Estado Novo de António Oliveira Salazar, continua actual e o povo acata-a com fervor religioso.

Dos três efes, o Fado consegue saldo positivo. Reconhecido como Património Imaterial da Humanidade, tem nas vozes de Mariza, Carminho, e do meu amigo Filomeno, as mais belas interpretações da arte de Amália e do sentimento do povo português.

Os outros dois efes continuam na senda da miserável conspurcação da mente da maioria de nós. O Futebol (dito profissional) é cada vez mais um coio de interesses que pouco têm a ver com o Desporto; e Fátima já não tem salvação possível. A única parte em que se lhe pode encontrar algo de “benéfico” para os religiosos, é a anestesia da fé que, como placebo que é, permite esquecer as amarguras da vida e alimenta a esperança de que ocorra um milagre. Milagre que, definitivamente, não acontecerá se o crente se mantiver passivo e nada fizer, social e politicamente, para construir essa mudança.

Apenas rezas e meditações… não fazem caminho. Os dois, e cada um por si, arrebanham mais gente do que a que foi possível juntar nas praças das cidades portuguesas nos últimos 25 de Abril e Primeiro de Maio em luta por melhores salários e políticas sociais. A maioria dos portugueses espera mais dos dirigentes desportivos e dos milagres marianos, do que dos políticos que nos fazem cada vez mais miseráveis e que pretendem convencer-nos de que o desemprego e a fome são óptimas oportunidades de vida (!?!).

Relativamente a Fátima, deixo aqui as palavras de Lúcia em testemunho das aparições de 1917, que colhi de um livro insuspeito, escrito por António Augusto Borelli Machado, editado pelo Centro Cultural Reconquista, uma organização católica, com “Nihil Obstate” do P. Fernando Leite e “Imprimatur” do Con. Dr. Eduardo de Melo Peixoto, Vigário-Geral. Teve a primeira tiragem em 1967 e já alcançou mais de 120 edições, em dez línguas.

Nesse livro, a “sexta e última aparição”, registada a 13 de Outubro de 1917, é descrita assim, com base nos depoimentos de Lúcia:
“Chovera durante toda a aparição. Ao encerrar-se o colóquio de Nossa Senhora com Lúcia, no momento em que a Santíssima Virgem se eleva e que Lúcia grita: Olhem Para o Sol; as nuvens entreabriam-se, deixando ver o sol como um imenso disco de prata. Brilhava com intensidade jamais vista, mas não cegava. Isto durou apenas um instante. A imensa bola começou a bailar. Qual gigantesca roda de fogo, o sol girava rapidamente. Parou por certo tempo, para recomeçar, em seguida, a girar sobre si mesmo, vertiginosamente. Depois os seus bordos tornaram-se escarlates e deslizou no céu, como um redemoinho, espargindo chamas vermelhas de fogo. Essa luz reflectia-se no solo, nas árvores, nos arbustos, nas próprias faces das pessoas e nas roupas, tomando tonalidades brilhantes e diferentes cores. Animado três vezes por um movimento louco, o globo de fogo pareceu tremer, sacudir-se e precipitar-se em ziguezague sobre a multidão aterrorizada. Durou tudo uns dez minutos. Finalmente, o sol voltou em ziguezague para o ponto de onde se tinha precipitado e ficou novamente tranquilo e brilhante, com o mesmo fulgor de todos os dias”.

Como facilmente se compreende, aquilo que Lúcia viu (se acaso viu) foi tudo menos o sol… porque o sol não se movimenta assim, em estilo yó-yó! Se, em vez de no ano de 1917, este fenómeno tivesse sido testemunhado 60 anos depois, na década de 70, era arquivado numa pasta com a etiqueta “Observação de OVNI no lugar da Cova de Iria”. Os três pastorinhos eram esquecidos, os cépticos riam-se muito, e a Igreja não lhes atribuía qualquer  importância. Em consequência, hoje não havia basílica, e a Igreja Católica não possuía a choruda fonte de receitas em que Fátima se transformou!

Onofre Varela
Jornalista
(Carteira profissional nº 1971)

 

 

Treta da semana: Einstein dixit.

13 de Maio de 2012  |  Escrito por Ludwig Krippahl  |  11 Comentários

Segundo José Reis Chaves, espiritista brasileiro, «Os materialistas do passado incomodavam-se com a Igreja. Os de hoje se preocupam mais é com o espiritismo, por ser ele uma religião científica. [...] Não é, pois, por acaso, que têm surgido muitos ateus fanáticos contra a doutrina codificada por Kardec, “o bom senso encarnado”.»(1) Pessoalmente, não me preocupo muito com o espiritismo, o Kardec ou a cor do seu bom senso. Preocupam-me mais coisas como o Estado português ter de pedir autorização ao Vaticano para mudar feriados, o negócio da religião não pagar impostos ou a forma como se ensina religiões nas escolas públicas. Se a «médium psicógrafa dra. Marlene Saes, de São Paulo (SP)» publica o «seu novo livro “Nas Águas do Mar da Vida”, pelo espírito Luizinho» e alguém o compra, pois que lhe faça bom proveito. Quanto à alegação de que o espiritismo é uma “religião científica”, concordo parcialmente. Dizer que «Para a física quântica, as coisas invisíveis são mais importantes do que as visíveis. E o espírito é invisível» ou «o espírito do médium tem que vibrar na sintonia da do espírito comunicante» não tem nada de científico, mas para religião basta.

O que me interessa mais no texto do José Reis não é a comunicação «de períspirito para períspirito», a aura, a quinta-essência ou o corpo bioplasmático. É esta frase de Einstein, tantas vezes mal compreendida quantas é usada em defesa da tretologia: «A religião sem ciência é cega, e a ciência sem religião é aleijada». Esta frase é frequentemente invocada como querendo dizer que a ciência complementa, e é complementada por, uma crença esperançosa no sobrenatural, uma devoção a um suposto criador e essas superstições envolvendo deuses, espíritos e vida depois da morte que associamos ao termo “religião”. No entanto, não era nada disto que Einstein queria dizer. No artigo de onde citam apenas aquela frase e, normalmente, sem referir a origem, Einstein explica bem que sentido estava a dar ao termo.

«em vez de perguntar o que é religião eu preferiria perguntar o que caracteriza as aspirações de uma pessoa que me dê a impressão de ser religiosa: uma pessoa religiosamente esclarecida parece-me ser alguém que, de acordo com as suas capacidades, se tenha libertado dos grilhões dos seus desejos egoístas e se preocupe com pensamentos, sentimentos e aspirações aos quais se prende pelo seu valor sobrepessoal. Parece-me que o que é importante é a força deste conteúdo sobrepessoal e a profundidade da convicção acerca do seu significado avassalador, independentemente de haver alguma tentativa de unir este conteúdo a um Ser Divino, pois de outro modo não seria possível contar Buda e Espinosa como personalidades religiosas. Assim, uma pessoa religiosa é devota no sentido de que não tem dúvidas acerca do significado e elevação desses objectos e propósitos que vão além da sua pessoa e não requerem nem admitem um fundamento racional. Existem com a mesma necessidade e factualidade da própria pessoa. Neste sentido, a religião é o esforço milenar da humanidade em se tornar claramente e completamente consciente dos seus valores e propósitos, e de constantemente os fortalecer e estender os seus efeitos.»(2)

Ou seja, neste sentido, “religião” refere um esforço de se guiar por algum ideal que transcenda interesses pessoais, mas sem implicar nada acerca de deuses, espíritos ou crenças no sobrenatural. Um ateu pode perfeitamente ser religioso no sentido que Einstein dá ao termo, e o exemplo que Einsten dá é que a «ciência só pode ser criada por aqueles que estejam completamente imbuídos de aspiração para a verdade e a compreensão». É isto que Einstein quer dizer com essa frase tão célebre e tão deturpada. A devoção sem conhecimento objectivo é cega e a investigação sem devoção à verdade é paralítica.

Isto não tem nada que ver com as crenças que normalmente chamamos religiosas nem com o espiritismo do José Reis Chaves, superstições acerca das quais Einstein também foi bastante claro. Por exemplo, nesta carta ao filósofo Erik Gutkind:

«A palavra Deus não é para mim mais do que a expressão e o produto da fraqueza humana, a Bíblia uma colecção de lendas honráveis mas puramente primitivas, lendas que, no entanto, são bastante infantis. Nenhuma interpretação, por mais subtil que seja pode (para mim) alterar isto… Para mim, a religião judaica é, como todas as outras religiões, uma encarnação da superstição mais infantil.»(3)

Os argumentos de autoridade são muitas vezes falaciosos e quase sempre fracos. Mas penso que há boas razões para concordar com Einstein para além do simples facto de se tratar de Einstein. E, seja como for, invocar Einstein como autoridade para apoiar doutrinas espíritas e tretas afins é um tiro no pé, seja no da aura, no bioplasmático ou no do períspirito.

1- Blog de Espiritismo, José Reis Chaves – ‘Abalado está o ateísmo’
2- Sacred-Texts, Science and Religion II, Science, Philosophy and Religion, A Symposium, 1941.
3- Letters of Note, The word God is the product of human weakness.

Em simultâneo no Que Treta!

 

O Pecado de Fátima

13 de Maio de 2012  |  Escrito por Luís Grave Rodrigues  |  25 Comentários

 

Certificados falsos

13 de Maio de 2012  |  Escrito por Carlos Esperança  |  1 Comentário

O Vaticano reconheceu nesta quinta-feira um milagre do sacerdote argentino José Gabriel Brochero, o que constitui um importante passo no processo de beatificação do religioso, informou um bispo do país.

Segundo o bispo da cidade argentina de Cruz del Eje, Santiago Olivera, “a Junta Médica do Vaticano aprovou de forma unânime o caso” apresentado há três anos pela igreja local.

 

Crónica de um 13 de maio_1

13 de Maio de 2012  |  Escrito por Carlos Esperança  |  20 Comentários

Maria

Se a alva e meiga Senhora que há noventa e cinco anos poisou numa azinheira, vestida com um manto de luz, para gáudio de três inocentes pastorinhos, por erro de navegação celeste houvesse poisado numa azinheira errada e encontrado um só pastor, mancebo de vinte e tantos anos; se a falta de energia lhe tivesse apagado o manto, sendo a beleza tanta quanto dela disseram as criancinhas, e entre o manto e o corpo nada houvesse, como é de crer, por ser a luz que resplandecia o único vestido que a cobria, poderia o dito pastor chamar-se José, como o humilde e humilhado carpinteiro de Nazaré, e a história seria outra.

 Se o dito pastor, mancebo de vinte e tantos anos, na flor da idade e do desejo, impelido pelos sentidos, fosse tão rápido e eficaz a tomar a dita Senhora como o era a conduzir o rebanho, não seria o papa, muitos anos depois, a entrar em êxtase; seria ele, pastor, ali e então.

E, em vez de serem criancinhas a ouvir “eu sou a Nossa Senhora”, pitoresca apresentação que só ouvi a um sargento, apresentando-se aos soldados, “eu sou o nosso primeiro Vieira”, em vez dessa apresentação que os exegetas atribuem à Virgem Maria, teria ouvido o pastor, mancebo de vinte e tantos anos, mais afeito ao rebanho que ao corpo feminino, à guisa de apresentação e despedida, com voz lânguida e conformada, “eu sou Maria”.

Tudo leva a crer que a referida Senhora, de tão rara beleza, teria esquecido a conversão da Rússia, poupado o dito pastor à oração e, em vez de duas ou três aparições, poderia tentar outras, sabendo embora que não era a azinheira certa aquela em que poisava, mas adivinhando à sua sombra o pastor, mancebo de vinte e tantos anos.

Dizem-me que o País deveria duplicar o número de azinheiras para igualmente duplicar as probabilidades de novas aparições. Tenho a esse respeito opinião diferente, tese igualmente respeitável, embora nestas questões pouco valha a dialética, impossível que é formular a antítese, pois a ciência certa nunca a teremos. Penso que o caminho, o caminho correto, está em duplicar o número de crianças que prefiram à escola a oração e se dediquem à pastorícia, de preferência longe dali, que os milagres raramente se repetem perto, e se acontecem, como há sobejas provas na Ladeira e noutros sítios, nunca são reconhecidos, por se desconfiar da abundância e se temer a concorrência.

E se no futuro apenas houver pastores crianças, com joelhos no chão e olhos no Céu, nunca mais haverá qualquer pastor na flor da idade e do desejo, mancebo de vinte e tantos anos, a ofender a virtude e a mudar o sítio às azinheiras, a perturbar a circulação celeste e os milagres.

 
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