A todos, vírgula. Menos ao híbrido do Luís Kavkaz.
Kavkaz
Curava sem ter o Curso de Medicina. Temos por cá vários a fazerem o mesmo. Podem vê-los no “Congresso de Medicina Popular em Vilar de Perdizes”, por exemplo, todos os anos no 1º fim de semana em Setembro…
E acreditam muitos…
Kavkaz
O Viagra tem feito milagres a muitas pessoas…
Kavkaz
Os negociantes do templo também ficaram curados depois de terem levado um arraial de porrada da seita de Jesus. Este curava todos…
Kavkaz
Hoje é dia 22 de Outubro da Era Comum
O pastor evangélico Harold Camping falhou mais uma vez a data do fim do mundo. Tinha já falhado quando avançou coma data de 21 de março de 2011. depois desculpou-se com as contas mal feitas na Bíblia e a nova data seria 21 de Outubro, ontem.
O fim do mundo ou da macacada não aconteceu. Como se vê a Bíblia faz as pessoas dizerem muitas burrices e tornarem-se ridículas.
Manuel Arruda
Como ateu, considero grande parte dos posts do Luís Grave Rodrigues como desnecessariamente ofensivos e com pouca classe. Não abonam nada a favor da aura de ateísmo militante inteligente que pairava neste blog há alguns anos.
Xpto
Até que enfim que apareceu um ateu com personalidade e sentido de integridade de carácter.
Luís Grave Rodrigues
Não posso deixar de agradecer o elogio.
Kavkaz
Novo livro de José Rodrigues dos Santos aponta fraudes da Bíblia, ”O Último Segredo”.
A demolição que faz do cristianismo ao longo das primeiras 300 páginas deixa até o católico mais empedernido de pé atrás sobre a Bíblia…
Enquanto crente, subscrevo e louvo atitude de Manuel Arruda.
Kavkaz
Manuel Arruda, este post do Dr. Luís Grave Rodrigues pode ser admirado como obra de arte. Esta pode não ser compreendida por todos!
Xpto
Não te apresses antes do tempo. Primeiro é preciso ler o livro do princípio até ao fim, acto que ainda não fizeste, dado que essa obr só a partir de hoje hoje foi comercialmente divulgada.
Falas de cor, à medida dos teus próprios desejos, sem sequer poderes saberes o seu conteúdo.
Depois, desenganem-se os ateus que pensam ir encontrar um José Rodrigues dos Santos ateu ou agnóstico.Se tiverem dúvidas, confiram aqui:
O novo livro de José Rodrigues dos Santos, “O Último Segredo” é um “romance que leva o personagem a obter e a investigar a verdadeira identidade de Jesus… e essa informação não é ficcional, resulta da consulta dos manuscritos que existem e que nos descrevem Jesus e é uma descrição diferente daquela que nós conhecemos e que nos é explicada pela Igreja”.
“… o amor… não era a verdadeira mensagem de Jesus”.
antoniofernandes2, não te cagues todo quando eu escrevo, pois estou-me a borrifar para as tuas perseguições de idiota compulsivo!
Eu sei bem que é o José Rodrigues dos Santos.
cresce e aparece, idiota!
Xpto
Tem calma. Esperemos para ver o que José Rodrigues dos Santos tem para nos dizer. Se o papa não é critério decisivo de interpretação teológica para todos os cristãos, nomeadamente dos que não são católicos, também José Rodrigues dos Santos não é certamente o novo papa dos ateus.
Liberdade de pensamento e de crítica individual ainda é algo que não é monopolizável por qualquer “papa”, seja ele Bento XVI ou José Rodrigues dos Santos.
A proposição ” o amor não era a verdadeira mensagem de Jesus” carece de demonstração.
Aguardemos com toda a serenidade o silogismo prático de JRS para depois cada um de nós tirar as suas próprias interpretações…
Xpto
Mas que estilo tão pouco ” selecto” Luis Grave Rodrigues. Saltou-te hoje mais uma vez a chinela do pé ?
Xpto
Menos a ti, claro. É por isso que andas sempre furibundo, não é Luís ?
Xpto
“Manuel Arruda, este post do Dr. Luís Grave Rodrigues pode ser admirado como obra de arte”
ahahahahahahhahahha…..
O LGR em anedótico auto-elogio….
ahahahahahahhahahha…..
Anónimo
Calma, Kavkaz. Nunca ouviste falar no milagre da multiplicação doa “nicks”? E leva logo com dois “likes” na estreia?
Anónimo
Chamo a isso auto-elogio patético e demente.
Anónimo
Já falas com as personagens que crias? Estás pior. Não vás ao médico, não…
Kavkaz
Vai esperando, vai esperando pelo morto Jesus Cristo. Está a chegar…
Se Deus engravidasse a tua parente mais perto, como o fez pelo relato da Bíblia ao carpinteiro, ficavas todo contente não ficavas?
Ateu sim, e daí ?
Ficaria mais contente ainda se deus o engravidasse a ele mesmo….
Sim, sou eu, e daí ?
1) ” … o amor… não era a verdadeira mensagem de Jesus”
2) “…a religião cristã é muito pacifista”
Adivinham quem foi o autor da segunda frase ? Se eu vos disser que foi José Rodrigues dos Santos acreditam ? Acreditem que é verdade e, na entrevistas, parece que ele não cobra direitos de autor:
“O
judaísmo e o islamismo prevêem que se pode matar à pedrada quem comete
adultério. Há um famoso episódio escrito nas crónicas da vida do profeta Maomé,
em que foram apanhados dois jovens que cometeram adultério e estavam a ser
julgados pelos judeus. Então, Maomé chegou lá e disse: “Rabino, qual é a pena
que vais aplicar?”, e ele disse: “Vão ser expulsos da aldeia”. Maomé perguntou,
“Rabino, o que é que está escrito na Bíblia?”. Rabino começou a ler, mas tapou
a parte que dava a ordem de matança. Rabino lê e diz que “têm que ser
apedrejados”. Maomé diz “então mate-os!”. O mesmo episódio existe no novo
testamento em relação ao cristianismo, em que levam uma adultera a Jesus e
perguntam: “agora o que fazemos?”, e ele pergunta o que é que diz a lei: “A lei
diz para matá-la à pedrada”. E Jesus diz: “atira a primeira pedra para quem
nunca pecou”. Quer dizer, a religião cristã é muito pacifista”
nesse episódio jesus deu a primazia das pedradas às crianças.
O que ele quis dizer é que:
1- uma criança pequena deveria jogar a primeira pedra.
2- como ele nada disse sobre a segunda pedrada a as demais, em sequência, todos estavam livres para fazer a festa !
Sim, sou eu, e daí ?
O José Rodrigues dos Santos quer ser o ” dan brown” português e até tem jeitito para copiar o estilo do outro espalha-brasas.
Mas as teses do JRS são conhecidas de gingeira. Ele deve ter andado pelo google a copiar e a colar uns panfletozitos que por lá se escrevem .
Pelo que já li de uma entrevista que ele deu recentemente, o homem é um grande finório. Vai limitar-se a repetir o que já corre na Net, há vários anos, sobre a tentativa de descredibilizar a figura de Cristo e dos Apóstolos, só que, desta vez, faz-se pagar muito bem pelo resumo livresco.
Aliás, que o JRS é bem ” coerente” retira-se inequivocamente destas duas frases da sua ” douta” autoria:
1) ” … o amor… não era a verdadeira mensagem de Jesus”
2) “…a religião cristã é muito pacifista”
Cá para mim, o gajo deve ter andado a ” estudar” teologia nos vãos de escada da RTP e, num dia, vem dizer o que desdisse no outro.
Há quem lhe chame ” Orelhas”, mas ele de burro não tem nada…
Kavkaz
Outro tema que recordo ter sido comentado por José Rogrigues dos Santos foi o facto da mãe de Jesus ter tido vários filhos e de ser apelidada de “Virgem” pela Igreja Católica, o que no entender dele não tinha qualquer razão nem justificação. Assim, Jesus teve vários irmãos e irmãs duma mãe apelidada pelo Vaticano de ”virgem”.
Sabemos que se trata duma perfeita aldrabice!!!
Kavkaz
…aldrabice que o Vaticano sustenta!
Kavkaz
Vejam este o video abaixo em que o escritor José Rodrigues dos Santos diz o seguinte:
“Jesus era um homem totalmente diferente do que nós pensamos. Não era cristão. Se ele hoje voltasse à terra acharia que a religião cristã é uma religião herética. Porque nada ou muito pouco do que se pratica e do que se diz é aquilo que ele defendia. Sendo importante sublinhar que hoje a religião cristã é de certo modo mais benigna do que aquilo que Jesus defendia.
O Evangelho de Marcos, considerado o mais credível dos Evangelhos diz que Jesus tinha quatro irmãos e várias irmãs. Ora bem, como isto é possível se Maria era virgem. Portanto, foram todos concebidos pela imaculada conceção. Isto é um pouco difícil de explicar.
Vivia (Jesus) em Nazaré que é algures por aqui (mostra no mapa a localização) e foi sobretudo fazer a sua pregação no mar da Galileia e, em particular, nesta vila piscatória chamada Capharnau.
Não fui a Belém porque o nascimento de Jesus em Belém é uma ficção. Ele não nasceu em Belém. Paulo e Marcos não mencionam Belém em momento algum. Nem sequer nenhum deles menciona nenhuma virgem.
A Bíblia tem vários problemas. Tem vários documentos que são falsificados. O Evangelho de Mateus não foi escrito por Mateus. O Evangelho de Lucas não foi escrito por Lucas e o Evangelho de João não foi escrito por João. Mais ainda, nenhum autor do Novo Testamento conheceu Jesus pessoalmente. E isso é uma coisa que nós não sabemos”.
Bom, pelo menos uma coisa podemos concluir – e nem é grande novidade: existiu um “Jesus”. Não aquele que a ICAR anda a vender e a distribuir às rodelas, mas, provavelmente, (mais) um que se anunciou como Messias. E que, naturalmente, teve o fim dos trapaceiros. Aliás, não foi o único…
Kavkaz
Pessoas armadas em profetas e convencidas que são filhos de deuses existiram sempre, aparecem hoje e continuarão a ”revelarem-se” no futuro.
Não coloco em causa que tenha havido um desses no passado e armado em arruaceiro lá da zona até que, fartos da confusão que armava, o decidiram julgar e condenar.
A partir daí criaram uma lenda e transformaram-no em “Deus”.
Reparem que José Rodrigues dos Santos estudou o tema e leu livros da época de Jesus, deslocou-se a Israel para melhor se inteirar da temática. Ele repete muitos coisas que os ateus apontam há muitos anos!
Zemano
Kavkaz eu acredito no Zé dos Santos. Além de credível, é como o do Poço de Boliqueime: nunca se engana e raramente tem dúvidas. Por isso num dos seus últimos livros de literatura “pimba” conseguiu chegar à brilhante conclusão que tudo o que existe tal como o conhecemos só podia ser criado por um ser superior, por conseguinte deus existe – segundo ele.
Zemano
O Tio Januário está neste momento a vender o seu peixe no Canal 1 (que nós pagamos) em Bragança. Na homilia durante o sermão insistiu que as forças armadas devem estar ao lado do povo e ser o garante da equidade e da justiça. Na acção de graças, o responsório dizia:
que o senhor não esqueça o seu povo…
Foi então que me lembrei da manifestação de ontem e a próxima já agendada pelos militares, e como de forma hábil, a Igreja já encetou a viragem necessária para os tempos que se avizinham.
Sim, sou eu, e daí ?
” Vivia Jesus em Nazaré que é algures por aqui” ( mostra no mapa a localização)
JRS no seu pior…
Ah, então é isso ? O JRS até troca Cafarnaum por “Capharnau” ? Que grande ” erudito”…
Ah ? E Jesus tinha vários irmãos e irmãs ? Que grande novidade, nada que os protestantes não saibam , né ?
Ah e os Evangelhos não foram escritos pelos evangelistas ?
Ai sim ? Se calhar Mateus e João também não foram apóstolos de Cristo.
E nenhum autor do NT conheceu Cristo pessoalmente, Nem mesmo Mateus e João Evangelista ?
O JRS cobre-se de ridículo . Essa é a tese mais que gasta e suficientemente rebatida, que ciircula pela blogosfera. A única diferença é que o finório do JRS vai ganhar muito dinheiro com ela.
Para compôr o ramalhete só faltou dizer que Jesus de Nazaré ” nunca ” existiu.
Os papalvos do costume, no entanto, vão engolir essas patranhas e encher os bolsos do JRS, com tiradas bombásticas da blogosfera e da Net…
Sim, sou eu, e daí ?
“Ele não nasceu em Belém. Paulo e Marcos não mencionam Belém em momento algum. Nem sequer nenhum deles menciona nenhuma virgem.”
Curioso. JRS invoca Paulo e Marcos para tentar credibilizar a tese de que Jesus não nasceu em Belém.
Parece então que dá grande importância ao que Paulo e Marcos disseram ou não disseram.
Mas como é que ele resolve a questão de Lucas ter situado o nascimento de Jesus em Belém ?
“É que hoje vos nasceu na cidade de Davi um Salvador, que é Cristo Senhor. Eis para vós o sinal: encontrareis uma criança envolta em faixas e deitada numa manjedoura.”
Lucas 2:11-12
Cidade de Davi, para o caso de JRS não saber, foi a cidade de Belém, onde também o Rei Davi nasceu…
Joaquim Silva
Onde estão os pensadores profundos em Portugal, para além dos facilistas, demagógicos, contraditórios e superficiais josés rodrigues dos santos ? Que foi feito da Cultura e da exigência de raciocínio no nosso país ? Ficou também ao nível rasteiro da nossa economia ?
Anónimo
“Onde estão os pensadores profundos em Portugal…”
Estão à espera dos Joaquins da Silva.
Y sus muchachos.
Anónimo
Mas afinal, ó António Fernando: o gajo era de Nazaré, ou de Belém?
Anónimo
Mas espera aí: “um ser superior” tem de ser deus? Não pode ser o FMI?
Kavkaz
O tio Januário anda a ver se arranja clientes nas Forças Armadas… Eles tentam ser aproveitar as confusões e as crises e não perderem o comboio!
Kavkaz
Viste o vídeo. A localidade que indicaste é a mesma que ele indica. A fonética é que pode ser diferente por se uma palavra estrangeira. É fácil de entender isto. Só protesta quem quer levantar mal entendidos e confusões criadas pela própria cabeça!
Joaquim Silva
Não é preciso ir ao patamar superior de um Eduardo Lourenço, mas também seria culturalmente relevante que o nosso país não ficasse, a esse nível, pobremente aferido por muitos facilitistas josé rodrigues dos santos e superficiais grilos falantes.
carpinteiro
Joaquim Silva disse:
«Onde estão os pensadores profundos em Portugal, para além dos facilistas, demagógicos, contraditórios e superficiais josés rodrigues dos santos ? Que foi feito da Cultura e da exigência de raciocínio no nosso país ? Ficou também ao nível rasteiro da nossa economia ? »
Esses, quando têm o atrevimento de se manifestar e não estão dispostos a subjugarem-se aos interesses do senhores bispos, são corridos a toque-de-caixa.
Veja-se que sucedeu ao grande Agostinho da Silva ou a Saramago.
Quer queiramos ou não, Portugal continua a ser uma coutada do Vaticano em constante disputa entre a Maçonaria e o Opus Dei, e nós as vítimas dos seus jogos de intrigas, ganância e poder.
Senão vejamos:
MaçonariaOpus DeiOs seus membros fazem juramento de fidelidade e de obediência à MaçonariaOs seus membros fazem juramento de fidelidade e de obediência à Opus DeiReunem-se secretamenteReunem-se secretamenteÉ uma organização hermética (fechada a não iniciados)É uma organização hermética (fechada a não iniciados)Novos membros só são admitidos por conviteNovos membros só são admitidos por conviteRecruta membros das camadas sociais mais elevadas e abastadasRecruta membros das camadas sociais mais elevadas e abastadasPossui uma máscara de filantropia (ex: Rotary Club)Possui uma máscara de filantropia (é chamada de “Rotary de Deus”)Possuem uma Agenda SecretaPossuem uma Agenda SecretaPossuem a reputação de agir na clandestinidadePossuem a reputação de agir na clandestinidadeSão obrigados a manter sigilo sobre as suas atividades na organizaçãoSão obrigados a manter sigilo sobre as suas atividades na organizaçãoVivem à caça de novos adeptos para aumentar a sua influênciaVivem à caça de novos adeptos para aumentar a sua influênciaPossuem uma “cartilha”, a qual chamam de Landmarcs (marcos)Possuem uma “cartilha”, a qual chamam de Caminho
Kavkaz
Do livro “MENTIRAS FUNDAMENTAIS DA IGREJA CATÓLICA” de PEPE RODRÍGUES.
TERRAMAR – Editores, Distribuidores e Livreiros, Lda.
“O Novo Testamento, na sua quase totalidade, não foi redigido por apóstolos, mas por compiladores que não conheceram pessoalmente Jesus
É do conhecimento geral que as testemunhas privilegiadas da vida pública de Jesus foram os apóstolos, homens que, como refere Marcos, foram seleccionado pelo Messias da seguinte maneira: «Subiu a um monte e, chamando os que quis (de entre os seus discíplos), esses vieram ter com Ele, e designou doze para que o acompanhassem, e os enviar como pregadores, com poder para expulsar os demónios. Designou, portanto, doze: Simão, a quem pôs o nome de Pedro; Tiago, o Zebedeu, e João, irmão de Tiago, aos quais pôs o nome de Boanerges, isto é, filhos do trovão; André e Filipe, Bartolomeu e Mateus, Tomé e Tiago, o de Alfeu, Tadeu e Simão, o Cananeu, e Judas Iscariotes, que o veio a entregar (Mc 3, 13-19).
Os apóstolos, todos eles judeus, como o próprio Jesus, viveram tempos difíceis e faulosos, quando se viram chamados a colaborar pessoalmente no projecto salvífico que o próprio Deus havia atribído a seu filho Jesus. Deveriam ser pessoas notáveis, mas do que não restam dúvidas é que não mostraram grande interesse – para não falar em negligência grave – em deixar escrito em letra de forma o seu valioso e irrpetível testemunho, que lembrasse aos vindouros o que acontecera, e não voltará a acontecer, até ao fim dos tempos.
Convém não esquecer que, no contexto geográfico em que ocorreram os factos, o ser humano havia descoberto a escrita há mais de três mil anos. E, no entanto, da própria mão dos apóstolos apenas saiu um punhado de pó quando comparado com o espantoso turbilhão de escritos que o caso de Jesus, o Messias dos Judeus, haveria de suscitar.. O que não deixa de ser bizarro. Quase tanto como o facto de um homem tão consciente da sua missão, como o parece ter sido Jesus, não ter deixado escrita uma linha sequer. No entanto, se considerarmos que a sua vida pública se reduziu a um período de três anos, período em que, ao que parece, terá levado uma vida particularmente activa e intensa, é talvez compreensível que não tenha escrito nada.
A primeira coisa que salta à vista, quando nos abeiramos do Novo Testamento, é o facto de os textos que o compõem serem tão tardios. Só começaram a ser escritos num período compreendido entre o último quartel do século II d.C, à excepção das epístolas de Paulo, escritas entre 51 e 67 d.C.. Mas o que parece ainda mais incompreensível e absurdo é que quem tinha muito para testemunhar nada escreveu, ou quase nada, enquanto os que nada rinham para testemunhar acabaram por ser os redactores da maior parte dos textos do cânone neotestementário. É tão ilógico como se uma dezena de historiadores ou de jornalistas (que, propagandistas como eles, eram os apóstolos ou enviados), presentes no momento em que se estava a dar o maior prodígio da história humana, tivessem ficado totalmente calados e o ocorrido não tivesse de qualquer modo ficado documentado e só tivesse sido dado a conhecer quarenta anos depois e, ainda e apenas, através de escritos desvalorizados de um par de ajudantes de duas dessas supostas testemunhas privilegiadas.” (Pág. 64-66)
Kavkaz
Do livro “MENTIRAS FUNDAMENTAIS DA IGREJA CATÓLICA” de PEPE RODRÍGUES.
TERRAMAR – Editores, Distribuidores e Livreiros, Lda.
O Evangelho de Marcos é o documento mais antigo de que dispomos sobre a vida de Jesus. Ora, Marcos não foi discípulo de Jesus, nem o conheceu pessoalmente. O que sabe sobre ele foi o que, depois da crucifixão, ouviu a Pedro nas prédicas públicas. O Evangelho de Lucas e os Actos, do mesmo autor, são documentos fundamentais para conhecer a origem e o desenvolvimento da Igreja primitiva. Ora, Lucas não foi apóstolo. Também ele escreveu de ouvir dizer. Compôs os textos a partir de passagens que plagia de documentos anteriores e de diversas proveniências. E, por outro lado, do que havia escutado a Paulo, que não só não fora discípulo de Jesus, como até 37 d.C. – um ano depois da crucifixão de Jesus – se revelara um perseguidor e tenaz do cristianismo nascente.
Mateus, pelo contrário, foi apóstolo. Porém, uma parte do seu Evangelho foi escrita a partir de documentos anteriores redigidos por um outro Marcos que, esse, não fora apóstolo. Resta João Zebedeu que foi, também ele, apóstolo de Jesus e o Apocalipese não são obra sua, mas de um outro João. Foram escritos por um tal João, o Ancião, um grego cristão que se baseou não só em textos hebreus e essénios, como nas recordações que conseguiu obter de João, o Sacerdote, identificado como o discíplo amado de Jesus (mas que não é João Zebedeu), um sacerdote judeu muito amigo de Jesus que foi viver para Éfeso e onde veio a morrer em idade muito avançada.
O contributo doutrinal substancial das Epístolas de Paulo provém de alguém que, como se sabe, não foi testemunha dos factos e que, além do mais, acabou por impor umas doutrinas que são totalmente alheias à mensagem original de Jesus. Pedro, o chefe dos discípulos e “pedra” sobre o qual se edificou a “Igreja”, limitou-se a escrever duas Epístolas que são textos meramente circunstanciais, a segunda das quais é pseudográfica (redigida por outra pessoa). Ou seja, o seu contributo representa uns escassos dois por cento de todos os textos neotestamentários. Tiago, irmão de Jesus e primeiro responsável da Igreja primitiva e, por esse facto, a melhor das testemunhas, contribuiu apenas com um por cento para o Novo Testamento com a sua Epístola (também ela de duvidosa autenticidade).
Por anedótico que pareça, é óbvio que entre os redactores neotestamentários prevaleceu uma norma particularmente bizarra: quanto mais próximos de Jesus se encotraram, tanto menor foi o seu contributo para o cânone e vice-versa. Absurdo e francamente suspeito. (Pág. 66)
Joaquim Silva
Agostinho da Silva tinha grandeza humana,ética,intelectual e filosófica muito raras.
Mas morreu pobre.
José Rodrigues dos Santos, para utilizar uma linguagem mais prosaica, ” sabe-a toda”. Tem a lição bem estudada e domina os cânones sinaléticos da comunicação de massas. Está certamente a enriquecer à custa do discurso fácil e escassamente elaborado.
No entanto, é fácil apercebermo-nos do seu estilo pomposo e superficial. Basta conferir esta sua imagem gestual, que diz muito mais sobre ele do que um milhão de palavras:
“A todos, vírgula. Menos ao híbrido do Luís Kavkaz.” É pá! ficaste desiludido?!…
Eu nunca experimentei, mas nem que eu tomasse uma caixa de viagras acho que também não conseguiria satisfazer-te.
Ateu sim, e daí ?
de qualquer lugar, tanto faz. O fato é que vagueavam dezenas de “jesus”(es) na galileia naquela época. É fato histórico ter havido um jesus em 86 AEC e com um discurso semelhante. Possivelmente até era o mesmo, mas para fazer coincidir com Pilatos e alguns outros fatos históricos “envelheceram” o gajo em alguns poucos anos. 90 + -
Ateu sim, e daí ?
Curioso.
Colocam o gajo em belém para ser um descendente de Davi ( de acordo com as lendas judaicas), filho de josé ( descendente de davi , segundo um dos evangelhos). Mas aí vem a dúvida: se foi o deusão quem traçou a maria, porque colocam que o gajo era filo do descendente de Davi ?
Peraí…então, deusão que era o pai era descendente de Davi ?
Davi era um antepassado de deusão ? Davi era o super-deusão ?
Ateu sim, e daí ?
Kavkaz, eu li um texto de autoria de uma pesquisadora católica que afirmou haver, á época do concilio -mais conhecido com o bacanal de Constantino – cerca de 30 evangelhos distintos. Todos de autores desconhecidos e que do concílio é que escolheram os 4 do novo testamento. Por essa afirmativa nenhum dos evangelistas conheceu jesus pessoalmente.