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55% dos brasileiros são contra união civil gay

29 de Julho de 2011  |  Escrito por Eduardo Patriota  |  Publicado em Catolicismo, Cristianismo, Laicidade  |  159 Comentários

 

Não… religiosos não querem que as pessoas se amem. Eles se sentem ofendidos. Amar, para eles, é pecado.

Brasileiros que se declaram protestantes ou evangélicos são o setor mais resistente na sociedade à união de casais do mesmo sexo, aponta pesquisa inédita divulgada nesta quinta-feira (28) pelo Ibope Inteligência. O segmento apresentou o maior percentual de pessoas contrárias à união –77% contra 23% de favoráveis –, que, em junho, foi aprovada pelos ministros do STF (Supremo Tribunal Federal).

A pesquisa nacional, realizada entre os dias 14 e 18 de julho, apontou que 55% dos brasileiros são contrários ao casamento entre pessoas do mesmo sexo.

A pesquisa ainda mostra a incoerência de (autodeclarados) ateus da pesquisa. Como se não soubessem que o preconceito aos homossexuais tem raízes quase que exclusivamente religiosas, 50% dos que se declararam ateus disseram ser contra a união homoafetiva.

E, por fim, a pesquisa mostra a contradição e incoerência de quase todos os entrevistados. Ela revela que a rejeição da população é sensivelmente menor em relação à possibilidade de um(a) amigo(a) se revelar homossexual. Para 73% dos brasileiros, por exemplo, essa hipótese não os afastaria de suas amizades. Outros 24% disseram que afastariam muito ou pouco e 2% não souberam responder.

Vai entender…

 
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  • Anónimo

    “Mais uma vez, reconheço a forma exagerada como falei.”

    Obrigado.

    “Mas sinto-me na obrigação de defender aquilo em que acredito. ”

    Eu nunca disse para deixares de acreditar.  Quando muito posso-te dizer as razões pelas quais EU não acredito.  Porque em ultima análise até podemos estar todos completamente errados.

    A questão é que pode-se defender TUDO, seja o que for, de maneira honesta, racional e tentando na medida do possível não prejudicar terceiros inocentes.

    Para isso é absolutamente necessario filtrar a informação em sentido inverso, 

    Isto é, não aceitar por garantido tudo o que venha do “nosso” lado apenas por estarmos de antemão inclinados para a sua aceitação.  É necessário conhecer a argumentação do “inimigo” e ter a coragem de aceitar o que nela estiver correcto, não necessariamente para nos convertermos às ideias “deles” mas para melhorarmos as nossas.  Temos de adaptar as nossas ideias à realidade e não isolarmo-nos num mundo de faz de conta.- no interesse das nossas próprias causas, sejam elas quais forem.  Porque se, ao defendermos de forma cega e inconsequente uma ideia estamos a prestar-lhe um mau serviço.   Estamos a convertê-la numa palhaçada.  Sejam quais forem as ideias é necessário racionalizá-las e estruturá-las eticamente, mesmo à custa de reconhecer o que nelas hà de errado e do esforço de adaptá-las à realidade.

    É isso que eu tento fazer em relação à minhas ideias e é só isso que eu peço.

    Por exemplo, eu sou o maior critíco da corrente política com que me identifico.  

    Ao ponto de nestas conversas ser difícil alguém perceber qual é a  minha linha política.  Ao ponto de me afastado da luta política por considerar ética e funcionalmente impossível a “causa” continuar sem uma reestruturação, uma revizão que me foi impossível de concretizar.

    Faço-o não por ser um moderado, mas ser um FANÁTICO que pretende melhorar essas ideias, torná-las mais eficientes.

    Só não sou é um fanático cego, tento ser uma fanátco ético e racional, dentro do possível.

    Por isso compreendo perfeitamente o teu fanatismo, até o admiro.  Só te peço é que não sejas tão ceguinho.

  • Anónimo

    “Mais uma vez, reconheço a forma exagerada como falei.”

    Obrigado.

    “Mas sinto-me na obrigação de defender aquilo em que acredito. ”

    Eu nunca disse para deixares de acreditar.  Quando muito posso-te dizer as razões pelas quais EU não acredito.  Porque em ultima análise até podemos estar todos completamente errados.

    A questão é que pode-se defender TUDO, seja o que for, de maneira honesta, racional e tentando na medida do possível não prejudicar terceiros inocentes.

    Para isso é absolutamente necessario filtrar a informação em sentido inverso, 

    Isto é, não aceitar por garantido tudo o que venha do “nosso” lado apenas por estarmos de antemão inclinados para a sua aceitação.  É necessário conhecer a argumentação do “inimigo” e ter a coragem de aceitar o que nela estiver correcto, não necessariamente para nos convertermos às ideias “deles” mas para melhorarmos as nossas.  Temos de adaptar as nossas ideias à realidade e não isolarmo-nos num mundo de faz de conta.- no interesse das nossas próprias causas, sejam elas quais forem.  Porque se, ao defendermos de forma cega e inconsequente uma ideia estamos a prestar-lhe um mau serviço.   Estamos a convertê-la numa palhaçada.  Sejam quais forem as ideias é necessário racionalizá-las e estruturá-las eticamente, mesmo à custa de reconhecer o que nelas hà de errado e do esforço de adaptá-las à realidade.

    É isso que eu tento fazer em relação à minhas ideias e é só isso que eu peço.

    Por exemplo, eu sou o maior critíco da corrente política com que me identifico.  

    Ao ponto de nestas conversas ser difícil alguém perceber qual é a  minha linha política.  Ao ponto de me afastado da luta política por considerar ética e funcionalmente impossível a “causa” continuar sem uma reestruturação, uma revizão que me foi impossível de concretizar.

    Faço-o não por ser um moderado, mas ser um FANÁTICO que pretende melhorar essas ideias, torná-las mais eficientes.

    Só não sou é um fanático cego, tento ser uma fanátco ético e racional, dentro do possível.

    Por isso compreendo perfeitamente o teu fanatismo, até o admiro.  Só te peço é que não sejas tão ceguinho.

  • Anónimo

    “Mais uma vez, reconheço a forma exagerada como falei.”

    Obrigado.

    “Mas sinto-me na obrigação de defender aquilo em que acredito. ”

    Eu nunca disse para deixares de acreditar.  Quando muito posso-te dizer as razões pelas quais EU não acredito.  Porque em ultima análise até podemos estar todos completamente errados.

    A questão é que pode-se defender TUDO, seja o que for, de maneira honesta, racional e tentando na medida do possível não prejudicar terceiros inocentes.

    Para isso é absolutamente necessario filtrar a informação em sentido inverso, 

    Isto é, não aceitar por garantido tudo o que venha do “nosso” lado apenas por estarmos de antemão inclinados para a sua aceitação.  É necessário conhecer a argumentação do “inimigo” e ter a coragem de aceitar o que nela estiver correcto, não necessariamente para nos convertermos às ideias “deles” mas para melhorarmos as nossas.  Temos de adaptar as nossas ideias à realidade e não isolarmo-nos num mundo de faz de conta.- no interesse das nossas próprias causas, sejam elas quais forem.  Porque se, ao defendermos de forma cega e inconsequente uma ideia estamos a prestar-lhe um mau serviço.   Estamos a convertê-la numa palhaçada.  Sejam quais forem as ideias é necessário racionalizá-las e estruturá-las eticamente, mesmo à custa de reconhecer o que nelas hà de errado e do esforço de adaptá-las à realidade.

    É isso que eu tento fazer em relação à minhas ideias e é só isso que eu peço.

    Por exemplo, eu sou o maior critíco da corrente política com que me identifico.  

    Ao ponto de nestas conversas ser difícil alguém perceber qual é a  minha linha política.  Ao ponto de me afastado da luta política por considerar ética e funcionalmente impossível a “causa” continuar sem uma reestruturação, uma revizão que me foi impossível de concretizar.

    Faço-o não por ser um moderado, mas ser um FANÁTICO que pretende melhorar essas ideias, torná-las mais eficientes.

    Só não sou é um fanático cego, tento ser uma fanátco ético e racional, dentro do possível.

    Por isso compreendo perfeitamente o teu fanatismo, até o admiro.  Só te peço é que não sejas tão ceguinho.

  • Anónimo

    Para propagar a espécie, o casamento é irrelevante. Já agora: nunca ouviste falar em casais assexuados? Olha que eles existem.
    Como disseste, e muito bem, o casamento é um contrato civil. Ponto final.

  • Anónimo

    “Racionalmente, o que justifica a união de duas pessoas é o continuação da espécie”.Não sei o que está a fazer a palavra “racionalmente” num raciocínio tão irracional. Os velhos não podem casar-se?

  • Anónimo

    “mas, a isso, o Manuel diz, e com toda a razão, não devemos chamar casamento.”Por que não? Um casamento é, ou não, um contrato civil?

  • Anónimo

    Tiraste-me as palavras da boca. Ele anda muito calado, no que eu não acredito. Provavelmente já se travestiu outra vez, para não ter de responder aos insultos aos ateus. É que a mulher dele é ateia…

  • Anónimo

    Tiraste-me as palavras da boca. Ele anda muito calado, no que eu não acredito. Provavelmente já se travestiu outra vez, para não ter de responder aos insultos aos ateus. É que a mulher dele é ateia…

  • Anónimo

    Mas ouve uma coisa, a ver se percebes (eu sei que é difícil, mas vou tentar): um casal homossexual não pode ter filhos NUNCA. Seja com casamento, seja sem casamento. O que é que vem o casamento homossexual aumentar ou diminuir, à questão da procriação?
    E olha outra coisa: com que legitimidade vem falar em “valores”? Quais valores? Os de Ló, que ofereceu as filhas?
    Ora, vai-te esconder!

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