“Nunca, em tempo algum o sexo se confinou ao casamento heterosexual, entre duas pessoas, csadas para sempre.” – isso é o equivalente a dizeres: “nunca e em tempo algum a ciência se confinou à verdade e ao rigor”
Evidentemente que “o sexo nunca se confinou, Exclusivamente, ao casamento heterossexual”. Podias dizer simplesmente “casamento”, pois só há um tipo de casamento: aquele que é composto por um casal = macho e uma fêmea. Todo o resto são eufemismos e metáforas.
Mas, que na quase totalidade do mundo civilizado o sexo está esteve sempre estabelecido e ligado ao casamento. Na maior parte do mundo, em muitos países, não necessariamente cristãos, e até em algumas culturas não religiosas, o sexo legal sempre confinado ao casamento, isso é um dado irrefutável.
“castidade absoluta que quase ninguém consegue cumprir…” – é curioso que a Igreja católica, a não ser para os “consagrados” (religiosos), condena o celibato. Logo, recomenda o casamento (impõe o casamento como um sacramento). Dentro de um casamento a ausência de relações sexuais (a que tu chamas “castidade absoluta”) também também não é recomendada, chegando a ser condenada.
O preservativo não tem origem na profilaxia, nem essa foi, em tempo algum, a razão da sua implementação. O problema que agora tu levantas só tem expressão com o aparecimento da Sida.
Portanto, trata-se de um aproveitamento e não de uma razão sólida.
Mr X
“Durante quase toda a história das religiões monoteístas os textos foram interpretados á letra e milhões foram mortos por causa disso.” – Burrice extrema!
Portanto, as pessoas foram mortas porque o texto Bíblico diz : “não matarás!”
Repara que quem cita a Bíblia neste blogue são aqueles que se servem dela para não a respeitar, para com ele justificar afirmações e actos contrários à própria Bíblia. O Luís Grave Rodrigues é um excelente exemplo disso.
À escala de hoje, vós servis-vos da Bíblia da mesma forma como os ateus de outros tempos o fizeram. As diferenças e as semelhanças:
i – Hoje não podeis usar a força, senão não hesitarias em fazer renascer esse tempo, como aconteceu em algumas erupções desse recentes: a primeira república, por exemplo.
ii – tal como noutros tempos, também vós , os facínoras contidos de hoje, saíste do seio da religião: foste baptizados, fizeste a comunhão, etc.etc, como bons cristãos. Tudo mentira para justificar aquilo que nunca foste.
Mr X
“Os ateus têm em alta estima algum patriarca ateu só porque estava disposto a assasinar o filho pelos ideais do ateísmo como o psicopata Abraão estava pronto a fazer pela religião ?” – Sim. O caso de Mao é um bom exemplo. Esse não estava decidido, cumpriu a sua vontade.
Mas, são tantos os casos ao longo da História…
Abraão, tomando-o por uma figura real, sabia que Deus não permitiria que seu filho morresse, como aconteceu.
Mr X
“Por mim, orgulho-me de o meu filho estar bem livre disso!” – Eu não acredito.
NESTE BLOGUE SÓ VEJO ATEUS QUE DEFENDEM, LUTAM PELO DIREITO DE, E EXIGEM A LIBERDADE DE MATAR OS SEUS FILHOS IMPONENTE, HOJE MESMO, através do aborto.
Mr X
“Pois, para eles estar pronto a degolar o filho em nome do senhor é a maior prova de amor paternal que se pode dar.”
Pois, para os ateus de hoje, estar pronto a esquartejar, queimar ou sufocar um filho, sem qualquer motivo ou justificação válida, recorrendo ao aborto, é uma prova de amor paternal/maternal, um direito e uma conquista da liberdade!
Jesus Cristo
A psicopatia de Abraão estava unicamente na sua crença em Deus…
E nenhum ateu alguma vez matou em nome do ateísmo. Dizer que Mao matou em nome do ateísmo porque era ateu é tão cretinamente imbecil como dizer que Hitler matou em nome do catolicismo porque era católico.
E se não aconteceu que Abraão matasse o filho, foi porque apareceu um anjo que o impediu. Se não fosse isso, ele teria ido até ao fim tal era a sua fé no “Senhor”.
Há alguma coisa mais cretina do que a “fé”?…
Mr X
“Há alguma coisa mais cretina do que a “fé”?…” – sim as tuas afirmações sobe a Mao ou Estaline que consideravam a religião perigosa e que os crentes deveriam ser eliminados ou teriam que deixar de acreditar. Mas tu insiste que isso não é actuar em nome do ateísmo. Não sei é porque o contrário é verdadeiro: se um crente alguma vez considerou o os ateus eram perigosos e, ou se convertiam ou deveriam ser eliminados, por que razão esses actuaram em nome da religião e Mao não?A Ignorância deste Post começa aqui: O ignorante autor deste post desconhece que o hebraico e o aramaico
não tinha, na sua “gramática” os graus de comparação (tais como: bom, melhor, o melhor; o mais, claro, mais
claro, claríssimo) e então precisava-se encontrar outra forma de expressar as
idéias. Enquanto nós poderíamos dizer: “Amo mais a um que a outro”, o hebreu
diria: “Amo a um e detesto o outro”. O ignorante autor desconhece que
Jesus Cristo
Não só o falantes do aramaico não estavam desprovidos de fazer comparações no seu dia a dia, como os falantes de grego também não.
De facto, não há nada como a fé para embrutecer alguém. Já não lhes bastava a ignorância mais crassa…
HTU
Que eu saiba o Mao não matou nenhum dos filhos, embora lhe tivessem matado vários.
Mas suponho que seja mais uma teoria cristã que vai sair daí…
Entretanto, a sua teoria de Abrãao é completamente abusiva. Todas as interpretações bíblicas estabelecem que Abraão estava a ser posto à prova e que terá ganho o teste provando que estava disposto a tudo pata obedecer a deus.
Ora, se soubesse que deus ia cancelar à ultima ora não seria prova nenhuma não acha ?
Tudo não passria de uma palhaçada, de um piquenique na montanha, que não justificaria ter passado prova nenhuma.
Ora, a bíblia é clara, deus diz que agora pode confiar em Abraão porque ele não lhe recusou sequer matar o filho único.
Portanto, da tua resposta existem várias hipóteses.
- Não conheces patavina da Bíblia.
- Conheces mas estás a tentar endrominar.
- Abraão endrominou Deus, porque, se sabia que não era prova nenhuma, para ele aquilo foi facílimo e todo o episódio não teve qualquer significado. Isto significa também que, ou deus é um ingénuo que se deixa endrominar e acreditou mesmo que Abraão provara que mataria o filho só para cumprir uma ordem divina, ou então ambos sabiam, e então o episódio é ainda mais idiota proque tudo não passou de fingimento de parte a parte, um teratrinho idiota só para encher páginas.
Mas eu prefiro a interpretação da bíblia que 99% dos cristãos fazem. Foi mesmo um teste e Abraão estava mesmo disposto a assassinar o filho só para lamber as botas do seu superior.
O que implica que TU é que estás a endrominar…
HTU
Eles não mataram em nome do ateísmo. Mataram em nome de uma filosofia ateia que preconizava a imposição do ateísmo como necessidade absoluta para o triunfo dessa doutrina.
A diferença é enorme. Para as vitímas, mortas por acreditarem em deus, deve ter feito uma diferença do caraças.
Mas pronto, nesse aspecto os ateus insistem em colocar-se ao nível dos crentes amsi boçais e negar todas as evidências.
É por essas epor outras que eu digo que vocês são iguais.
HTU
Não adianta.
Nesse sector os ateus são optimos discípulos vossos.
Conseguem negar as provas mais evidentes, desde que lhes dê jeito, mesmo à custa de fazerem figura de atrasados mentais.
Nisso o ”jesus cristo” até parece que és tu quando inventas uma teoria pressão para dizer, contra todas as provas, que afinal Abraão já sabia de antemão que deus ia interromper o sacrifício de Isaac.
Aliás, mesmo que fosse verdade, se deus estivesse de brincadeirinha, qualquer pai decente mandaria logo deus dar uma volta ao bilhar grande – só pelo mau gosto da brincadeira.
Mas como és um fanático igual aos ateus que dizem que, quando ateus tentaram erradicar a religião com banhos de sangue, o facto de serem ateus não teve nada a ver com o seu objectivo de erradicar a religião (!!!!!) também não adianta muito falar contigo pois não ?
HTU
Outra coisa.
Eu, se fosse deus, mandaria directamente para o quinto dos infernos, sem escalas, o idiota borra bostas que estivesse pronto a assassinar o filho só para me dar graxa.
É que devia haver limites para a bajulação.
Anonimo
“Mao não matou nenhum dos filhos”
Desconheces a história desse pedófilo assassino, está visto.