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Blasfémia

28 de Abril de 2011  |  Escrito por Luís Grave Rodrigues  |  Publicado em Não categorizado  |  66 Comentários

 
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  • Laico

    Falhaste Tony

  • Laico

    “A humanidade só saiu da barbárie mental primitiva quando se evadiu do caos das suas velhas lendas e não temeu mais o poder dos taumaturgos, dos oráculos e dos feiticeiros. Os ocultistas de todos os séculos não descobriram nenhuma verdade ignorada, ao passo que os métodos científicos fizeram surgir do nada um mundo de maravilhas. Abandonemos às imaginações mórbidas essa legião de larvas, de espíritos, de fantasmas e de filhos da noite – e que, no futuro, uma luz suficiente os dissipe para sempre.

    Gustave Le Bom

  • Anónimo

    1) Jesus Cristo nunca existiu;

    2) Moisés sim Senhor

    3) Josué idem aspas

    P.S. Tese de doutoramento em estudos bíblicos do finório Carpinteiro, tirada com grande e humano sacrifício no tempo que lhe restava quando foi sacristão.

  • Anónimo

    3 linhas de tese de doutoramento, mas brilhante. Mais ainda que a famosa E=mc2 do Einstein.

    Só que a dele a triplicar.

    O Carpinteiro não brinca em serviço e nunca deixou de ser um empenhado sacristão.

    Algumas más-línguas disseram que o finório escreveu uma tese tão curta por causa do vinho de missa ” Lágrima” que tanto apreciava.

    Mas não é verdade. Ele é mesmo curto e grosso. E, claro, brilhante…

  • Anónimo

    “Enquanto a ciência não revela as imutáveis verdades, ocultas talvez sob as aparências das coisas, cumpre que nos contentemos com as certezas acessíveis ao nosso espírito.”

    Gustave Le Bon

    ” espírito” ?

    Gustave Le Bon certamente se equivocou quando, inadvertidamente, usou palavra tão impregnada de sentido religioso.

    Provavelmente terá querido significar:

    “Enquanto a ciência não revela as imutáveis verdades, ocultas talvez sob as aparências das coisas, cumpre que nos contentemos com as certezas acessíveis ao entrechocar de um punhado de aminoácidos”

    Ironias…

  • Anónimo

    Indiscutivelmente brilhante:

    1) “Como toda a gente sabe, Jesus nunca existiu” :

    2) “Hoje sabemos que o Pentateuco não foi escrito por Moisés.

    Nele são mencionadas cidades que nem existiam na época em que Moisés viveu”;

    3) “Admite-se também que Josué não escreveu o livro que leva seu nome, pois nele há referências a eventos que ocorreram muito tempo após a sua morte”

    Mais adiante:

    4) “O que me causa alguma perplexidade, é o facto de você, um homem culto, da ciência e da razão, acreditar que Jesus existiu, sem nenhuma prova credível conhecida até agora.”

    Carpinteiro

    P.S. Fala-me então das tuas provas credíveis conhecidas sobre a existência histórica de Moisés e de Josué, que te permitiram distinguir sobre a suposta não existência de Jesus de Nazaré e a apregoada historicidade de Moisés e de Josué.

    O pensamento científico e racional agradece…

  • Kavkaz

    … uma vítima inexistente”?????

    Então uma maçã não foi a vítima da Bíblia?

  • Anónimo

    Em matéria de estudos bíblicos, a sumidade é o Carpinteiro. Pergunta-lhe que ele sabe tudo sobre Pentateuco e mais para trás…

  • Kavkaz

    “Lembra-te do dia de sábado para o santificar”.

  • Kavkaz

    “Na Alemanha não se fala de outra coisa: ao posar nua para a edição germânica da “Playboy”, Sila Sahin, actriz e modelo turco-germânica, tornou-se na primeira mulher muçulmana a fazê-lo. Mas não sem um preço: tem sido alvo de várias ameaças e insultos por parte de fanáticos” – jornal “Metro” de hoje.

    - O fanatismo religioso não respeita a individualidade e a liberdade das pessoas. Quer impor regras e comportamentos ditados pelos chefes religiosos que pretendem assim dominar e ter o PODER sobre as pessoas e as sociedades.

    A mulher é um ser de segunda categoria nos vários livros religiosos e religiões e não o é respeitado com a igualdade de direitos, como acontece na “Declaração Universal dos Direitos Humanos” e na Constituição Portuguesa.

  • Kavkaz

    Sila Sahin não lamenta a sua atitude corajosa. Ao fotografar-se nua ela quis ultrapassar todos os seus complexos de infância. “Eu, finalmente, senti-me livre!” – disse ela. A actriz apelou a que outras mulheres muçulmanas sigam o seu exemplo. “Durante muito tempo eu tinha de fazer tudo por regras. Eu simplesmente quis mostrar a todas as turcas que é preciso apresentarmo-nos, como nós somos”, disse a actriz.

  • Kavkaz

    Sila Sahin não lamenta a sua atitude corajosa. Ao fotografar-se nua ela quis ultrapassar todos os seus complexos de infância. “Eu, finalmente, senti-me livre!” – disse ela. A actriz apelou a que outras mulheres muçulmanas sigam o seu exemplo. “Durante muito tempo eu tinha de fazer tudo por regras. Eu simplesmente quis mostrar a todas as turcas que é preciso apresentarmo-nos, como nós somos”, disse a actriz.

  • Anónimo

    ” A mulher é um ser de segunda categoria nos vários livros religiosos e religiões”

    Kavkaz

    Infelizmente, também é assim evocada por alguns dos teus confrades ditos ateus:

    “Maria de Magdala uma reles e vulgar meretriz”

    “Sendo mais explícito, os homens portugueses são criados para servir um género mais masculino do que eles, que são as mães autoritárias, as austeras beatas de Fátima, ou as palestinianas da Beira, talvez a pior coisa que produzimos, se excetuarmos as variantes, que Darwin nunca estudou, e dão
    em Mães-de-Cantanhede, uma coisa extinta em todo o mundo, exceto nas kasbahs do Médio Atlas, e nas aldeias do Sul do Líbano, antes de serem bombardeadas terapeuticamente por Israel”

    “Virgem” Maria era tão lésbica que até teve de realizar inseminação artificial”

    “Já agora diga-me: Maria foi fecundada pelo espírito santo, ou não foi necessária esta intervenção? E a pomba era realmente pomba ou neste caso podemos dizer que era pombo? Partindo do princípio que era pomba, estaria esta sujeita ao toque rectal para comprovação dos divinos ovos que então debitava do sagrado gargalo”

  • Anónimo

    E depois há aqui outro gajo, um tal ex- sacristão Carpinteiro, o qual, nos intervalos das missas diárias em que participava, punha-se a bebericar o vinho ” Lágrima” e a ver telenovelas venezuelanas e o resultado dava nisto:

    “O pequeno cristiano ronaldo que cada português frustrado arrasta no seu libidinoso limbo, no Zeca transforma-se numa daquelas enxovalhadeiras esganiçadas das telenovelas venezuelanas, destravadas e com tendências histéricas do síndroma do coito interrompido, que começam por dar a todos, e só depois, lá bem no fim da telenovela é que se aviam com o homem certo, no momento certo, e no dia da procriação”

  • Ah Pois!

    E posar nua para uma revista é uma proeza que deve ser elogiada. Uma revista que se dedica a explorar mulheres tornando-as meros objectos é algo de muito importante e necessário à humanidade.

    É ao contrário: As religiões impõem o respeito a individualidade, por parte da sociedade e da própria pessoa. Ao estado cabe o poder, quase absoluto, sobre as pessoas e a sociedade.

    Não é verdade que as mulheres sejam consideradas seres de “segunda categoria” nas religiões cristãs. Cada elemento da sociedade tem os seus papéis e as suas funções. Algumas são exclusivamente masculinas ou exclusivamente femininas. A própria natureza deu à mulher algumas funções que lhe são exclusivas( por exemplo a maternidade) e ao homem fez o mesmo.
    Não conheço um só ponto em que as religiões cristãs, no plano dos direitos, contrariem a Declaração Universal dos Direitos do Homem.

  • Kavkaz

    “Lembra-te do dia de sábado para o santificar”.

  • Kavkaz

    “Lembra-te do dia de sábado para o santificar”.

  • Kavkaz

    O seu problema é querer mandar na vida dos outros… E quando alguém pensa pela sua própria cabeça e é livre de decidir o que quer para si e se apresenta publicamente livre e feliz aparecem logo uns fanáticos moralistas a criticar e a condenar.

  • Anónimo

    “As palestinianas da Beira são a pior coisa que produzimos se exceptuarmos as variantes que dão em Mães-de- Cantanhede”

    Carpinteiro

    ” Pior coisa” Carpinteiro ?

    Ou será necessário vir aí o Cfranco recordar-te que ” na taxonomia , o homem pertençe ao Reino Animal” ( sic) ?

    Andas muito fugido Carpinteiro. Ainda te recordas dos tempos em que aparecias cobardemente a insultar-me, a tentar amesquinhar-me , à cobardolas, quando eu já não estava a comentar os tópicos em que emergias de forma deliberadamente retardatária, para me ” apunhalares” pelas costas ?

    Não foste só tu, há mais da mesma estaleca, como tu, que seguiam a mesma exacta estratégia.

    Pois bem,os tempos mudaram, aparece agora de frente e no momento certo. Tu e todos os demais que quiserem entrar em debate aberto a na hora contemporânea.

    Tenho muita ” coisa” interessante para vos dizer.

    Anda, sai da toca, vem defender as tuas ” interessantes” teses misóginas e os teus elaborados estudos bíblicos…

  • Ah Pois!

    Realmente é louvável a coragem e o esforço pelo bem-estar da humanidade. Até parece que acabou a guerra na Líbia, a pobreza na Turquia e as perseguições na Ásia.
    “Ao fotografar-se”, não. Não fez mais do que uma episódio de “prostituição fotográfica”. Não vejo em que isso dignifique a mulher, o homem, a humanidade, a liberdade, os direitos de alguém ou os direitos universais.

    “Durante muito tempo eu tinha de fazer tudo por regras.”
    Durante muito tempo, não; terá que fazer tudo por regras a vida toda. As sociedades estão reguladas e as regras aplicam-se a praticamente tudo, incluindo a vida particular ou privada. Acontece apenas que muitas delas não são levadas a sério, são tolerados abusos e não só. Mas, ela terá sempre, até final da sua vida, de “fazer tudo por regras”… até a “prostituição fotográfica” tem regras a que ela tem que obedecer.

  • Kavkaz

    O termo que utilizou, “prostituição fotográfica”, é seu e a si diz respeito, é subjectivo e define quem o utiliza.

    Realmente as sociedades têm regras a cumprir. Quanto menos regras tiverem melhor e mais fácil é a vida dos seus cidadãos. Serão mais livres e independentes da sociedade, terão mais possibilidades de realizarem as suas iniciativas e criarem algo, poderão trabalhar mais e obter rendimentos sem terem de estar dependentes de outros. Por isto, e por sabermos da falta de liberdades das mulheres nos países muçulmanos, é-me fácil compreender a alegria da libertação individual do pesadelo da censura e do controlo que perseguiu esta mulher desde a infância.

  • Ah Pois!

    É natural que o autor não saiba o que é a blasfémia, e por tal motiva incorra na asneira que aqui apresenta.

    A Blasfémia é “todo o acto ou afirmação insultante contra o que se considera como sagrado”.

    Existem muitos milhares de páginas escritas sobre o assunto, que o autor deve desconhecer.
    Há um ponto que importa aqui explorar: Por esta definição, o ofendido é aquele que “considera como sagrado” aquilo ou a coisa que foi ofendida.
    Portanto, a blasfémia é ofensiva para a pessoa crente e não para o “elemento de culto”. No entanto, a Blasfémia é hoje considerada, em quase todas as sociedades, como uma afirmação não fundamentada e “contrária à razão” e por essa via desculpável como um mero acto ímpio.
    No entanto, a doutrina do direito internacional, nomeadamente a Declaração Universal dos Direitos do Homem, mas também a Constituição de maior partes dos países ocidentais, permite aliar o insulto religioso às ofensas pessoais. As Nações Unidas têm algumas recomendações no sentido de que a blasfémia seja considerado um insulto pessoal, tal como o insulto à raça, à cultura, à língua, à nacionalidade, e não só, de uma pessoa.

    Um jurista permitir-se estas patacoadas, como aquela que vemos nesta imagem, não é um forma muito coerente e profissional de se mostrar.

  • Anónimo

    Na minha opinião, o conceito de ” blasfémia” não faz sentido, o do insulto a sentimentos religiosos, sim. Por isso é que essas ofensas são punidas como crimes na maior parte das legislações dos países civilizados, incluindo Portugal.

    Existem, porém, vários países democráticos que ainda hoje mantêm leis contra as blasfémias, como é, por exemplo, o caso dos EUA e do Reino Unido e, curiosamente, da própria Dinamarca, não obstante a questão das caricaturas a Maomé, que tanta polémica gerou.

  • Anónimo

    ORAÇÃO AO DEUS DESCONHECIDO

    Antes de prosseguir em meu caminho
    e lançar o meu olhar para frente uma vez mais,
    elevo, só, minhas mãos a Ti na direção de quem eu fujo.
    A Ti, das profundezas de meu coração,
    tenho dedicado altares festivos para que, em
    Cada momento, Tua voz me pudesse chamar.
    Sobre esses altares estão gravadas em fogo estas palavras:

    “Ao Deus desconhecido”.

    Sim, sou eu, embora até o presente tenha me associado aos sacrílegos.
    Sim, sou eu, não obstante os laços que me puxam para o abismo.
    Mesmo querendo fugir, sinto-me forçado a servi-lo.
    Eu quero Te conhecer, desconhecido.
    Tu, que me penetras a alma e, qual turbilhão, invades a minha vida.
    Tu, o incompreensível, mas meu semelhante,
    quero Te conhecer, quero servir só a Ti.

    [Friedrich Nietzsche]

    (Traduzida do alemão por Leonardo Boff)

    http://www.youtube.com/watch?v=xbPbruNNuVk

  • Kavkaz

    É preciso falta de escrúpulos para os provocadores meterem orações no “Diário Ateísta”… Cambada… É só LIXO.

  • Jesus Cristo

    Colocar aqui este escrito de Friedrich Nietzsche, ateu e niilista, que proclamou a morte de Deus e o nascimento do “super-homem”, o Homem libertado das grilhetas de Deus e da religião, só pode ter um de dois significados:
    - Ou quem o colocou é ateu, e o fez por ironia;
    - Ou quem o colocou é crente, e o fez por estupidez.

  • Anónimo

    “Eu jamais iria para a fogueira por uma opinião minha, afinal, não tenho certeza alguma. Porém, eu iria pelo direito de ter e mudar de opinião, quantas vezes eu quisesse.”

    Frederico Nietzsche

  • Jairo

    Leis de blasfémia nos países islâmicos = criminalizam a não-adesão ao islão.

    Leis de blasfémia nos países ocidentais = criminalizam a ofensa gratuita e odiosa aos membros de qualquer religião. Como por exemplo, mergulhar arte sacra em urina ( ou coisas ainda piores nas manifestações gays de países de leste) ou insultar pessoas por aquilo em que acreditam ou cultos religiosos socialmente pacíficos que realizem.

    No primeiro caso, temos leis de blasfémia contra a liberdade religiosa e de pensamento.
    No segundo, as leis de blasfémia servem para proteger a liberdade religiosa. Ela não existiria, como prevê a DUDH ( que os ateus deste diário fingem defender), se não fosse salvaguardado o direito a ter religião e a expressá-la publicamente, incluindo pelos ritos, sem o indivíduo ser incomodado ou perseguido pelas suas convicções. ( isto está na DUDH, não é inventado por mim).

    Sobre Nietzshce, se esse indivíduo misógino é exemplo para alguém, só pode ser para quem odeie a moral judaico-cristã. Estranhamente, ainda não é o caso dos ateus deste Diário, que se fingem interessados no bem-estar dos mais fracos e oprimidos:

    “Qual de nós seria livre-pensador, se não houvesse a Igreja? A Igreja é que nos repugna, não o seu veneno… Não considerando a Igreja, também nós amamos o veneno…” Friedrich Nietzsche, Genealogia da Moral;

    Ora, a que veneno se referia esse bigodaças ( ao que dizem) embeiçado pela irmã? Simples, a coisas como a ideia de que é um dever do mais forte proteger e respeitar o mais fraco. Cito outra vez:

    “Que as ovelhas tenham rancor às grandes aves de rapina não surpreende: mas não é motivo para censurar às aves de rapina o fato de pegarem as ovelhinhas. E se as ovelhas dizem entre si: “essas aves de rapina são más; e quem for o menos possível ave de rapina, e sim o seu oposto, ovelha – este não deveria ser bom?”, não há o que objetar a esse modo de erigir um ideal, exceto talvez que as aves de rapina assistirão a isso com ar zombeteiro, e dirão para si mesmas: “nós nada temos contra essas boas ovelhas, pelo contrário, nós as amamos: nada mais delicioso do que uma tenra ovelhinha”. Exigir da força que não se expresse como força, que não seja um querer dominar, um querer-vencer, um querer-subjugar, uma sede de inimigos, resistências e triunfos, é tão absurdo quanto exigir da fraqueza que se expresse como força.” Genealogia da Moral.

    Portanto, esforcem-se mais porque ainda estão demasiado sensíveis para o super-ateu e vosso inspirador Nietzcshe, o qual não aprovaria nada a choraminguice aqui tantas vezes vista de pintarem o ateísmo como caminho para um utópico e pacífico mundo cor-de-rosa, à base de respeito e consideração pelos mais fracos e minorias….

    E assim se vê a coerência destes indivíduos. Queixam-se de quão opressora é a Igreja Católica por ( dizem eles) usar o seu poder de forma terrível contra as minorias e mais fracos; vendem o ateísmo como a coisa mais pafícica e inclusiva que já existiu à face da terra, e ao mesmo tempo que são capazes de citar e honrar esse grande humanista chamado Nietzcshe, que considerava um atentado à vida a moral judaico-cristã de ajuda e valorização dos mais fracos-…

    http://neoateismoportugues.blogspot.com/2010/11/jugular-e-o-anti-cristianismo.html

  • Anónimo

    “A mulher foi o segundo erro de Deus”

    “A mulher aprende a odiar na medida em que desaprende – de encantar”

    “Para a mulher, o homem é um meio: o objectivo é sempre o filho”

    “Comparando no seu conjunto homem e mulher pode dizer-se: a mulher não teria engenho para se
    enfeitar se não tivesse o instinto do papel «secundário» que desempenha”

    “Na vingança e no amor a mulher é mais bárbara do que o homem”

    “A mulher aprende a odiar na medida em que desaprende – de encantar”

    “Levar insidiosamente o próximo a uma boa opinião de nós e, depois, acreditar piamente nessa boa opinião: quem consegue imitar nesta habilidade as mulheres?”

    “Se uma mulher tem inclinações eruditas é porque, em geral, há algo de errado na sua sexualidade. A esterilidade predispõe a uma certa masculinidade do gosto; é que o homem, com vossa licença, é de facto «o animal estéril».

    “As próprias mulheres, no fundo de toda a sua vaidade pessoal, têm sempre um desprezo impessoal – pela mulher”

    “Onde amor e ódio não concorrem ao jogo, o jogo da mulher torna-se medíocre”

    “Tudo na mulher é adivinha e tudo nela tem uma única solução e essa é a gravidez”

    Frederico Nietzsche

  • Anónimo

    “A mulher foi o segundo erro de Deus”

    “A mulher aprende a odiar na medida em que desaprende – de encantar”

    “Para a mulher, o homem é um meio: o objectivo é sempre o filho”

    “Comparando no seu conjunto homem e mulher pode dizer-se: a mulher não teria engenho para se
    enfeitar se não tivesse o instinto do papel «secundário» que desempenha”

    “Na vingança e no amor a mulher é mais bárbara do que o homem”

    “A mulher aprende a odiar na medida em que desaprende – de encantar”

    “Levar insidiosamente o próximo a uma boa opinião de nós e, depois, acreditar piamente nessa boa opinião: quem consegue imitar nesta habilidade as mulheres?”

    “Se uma mulher tem inclinações eruditas é porque, em geral, há algo de errado na sua sexualidade. A esterilidade predispõe a uma certa masculinidade do gosto; é que o homem, com vossa licença, é de facto «o animal estéril».

    “As próprias mulheres, no fundo de toda a sua vaidade pessoal, têm sempre um desprezo impessoal – pela mulher”

    “Onde amor e ódio não concorrem ao jogo, o jogo da mulher torna-se medíocre”

    “Tudo na mulher é adivinha e tudo nela tem uma única solução e essa é a gravidez”

    Frederico Nietzsche

  • Anónimo

    Grande reaça este Nietzsche.

  • Isabel Castro

    O Antonio Fernando teve algum “affair” mal resolvido com algum marceneiro?
    Parece.
    Assuma-se homem!

  • Anónimo

    ” Isabel”

    Este é o tipo de comentário que está bem ao nível do misógino Carpinteiro.

    Andas a ver telenovelas venezuelanas a mais, Lé Lé Camarinha.

    Aproveita, ó ex-sacristão Carpinteiro, para depilar o bigode que assim, nem travestida de ” Isabel Castro”, te safas…

  • Jesus Nazareno

    Estás enganado. O Nietzsche, quando se aproximava a hora da morte, lembrou-se de tentar entrar em contacto com Deus. Acontece a muitos ex-ateus, Nietzsche está longe de ser a excepção.

  • Kavkaz

    Jesus, nos Evangelhos, preconizou a igualdade de direitos da mulher, o que não impediu que a Igreja Católica se transformasse numa instituição que a marginaliza social e religiosamente.

  • Domingos

    Isabel, o antónio anda desesperado, nota-se pelo tipo de intervenções. É normal que acabe a falar sozinho. Dizia aqui atrás, penso que era o Laico, que o antónio fernando lhe metia nojo e quando via um comentário dele passava literalmente à frente. Não me admira o homem é pura e simplesmente insuportável. Penso que não só o Laico mas grande parte dos leitores rejeitam este comentador.

    Eu faço o mesmo, já não consigo ler o que escreve, cansei-me. É pena que este espaço fique refém de um provocador barato, um arruaçeiro, como já alguém lhe chamou, mas esse é o critério da direcção do blog que insiste em manter a situação.

    Pela minha parte vou fazer o que certamente já outros comentadores e leitores (onde se inclui o comentador sousa a quem este fulano denegria constantemente com epitetos como: “bicicleteiro”, “vai mas é pedalar” e outras baboseiras do género) fizeram.
    Adeus até um dia…

  • Anónimo

    “Jesus, nos Evangelhos, preconizou a igualdade de direitos da mulher”

    Ouve lá, tu regulas bem da mona ?

    Fazes-te de tonto ? Não te lembras do que andaste a dizer de Jesus Cristo nos textos anteriores ?

    Modera o alcool que não tens estaleca para aguentares tanta bebida…

  • Anónimo

    Vai em santa paz Domingos e leva a ” Isabel” contigo, mas tem cuidado que ” ela” tem mamas postiças e tresanda a vinho ” Lágrima”.

  • Ah Pois!

    “Quanto menos regras tiverem melhor e mais fácil é a vida dos seus cidadãos.”

    Bebeste ou estás a delirar?

  • Jairo Filipe

    Kavascado, ainda que essa tua mentira fosse verdade, continuaria patético defenderes quem se baseia em Nietzcshe com uma falácia “tu quoque”.

    De resto, vocês atacam a Igreja pela veneração a Maria, mas também por marginalizar religiosamente as mulheres.

    Enfim..

  • Ah Pois!

    A Blasfémia não é mais nem menos do que o “insulto ao sentimento religioso”.

  • Ah Pois!

    Não me digas, Jairo, que não concordas com a criminalização dos insultos gratuitos às religiões.

    Todos os insultos gratuitos deveriam ser criminalizados, incluindo aquilo que alguns mentecaptos chamam “arte”.

  • Ah Pois!

    Não me digas, Jairo, que não concordas com a criminalização dos insultos gratuitos às religiões.

    Todos os insultos gratuitos deveriam ser criminalizados, incluindo aquilo que alguns mentecaptos chamam “arte”.

  • Ah Pois!

    Agora foste mais correcto.

  • Ah Pois!

    Agora foste mais correcto.

  • Ah Pois!

    O Carlos Esperança faleceu ou está de férias?

    Passou poucas vezes por aqui, mas tenho saudades da sua magistral estupidez. Este LGR é mais do tipo “cínico ignorante”.

  • Anónimo

    Não concordo. Sobre esta matéria já disse o que penso e o conceito de ” blasfémia” não é o mesmo do que o ” insulto ao sentimento religioso”. Prova disso está no facto de a maior parte dos países civilizados considerar crime a ofensa a sentimentos religiosos e já não prever nem punir o crime de blasfémia, como é, por exemplo, o caso de Portugal, que só prevê a punição de ofensa a sentimentos religiosos.
    Só muito poucos países, à escala mundial, ainda punem o ” crime de blasfémia”, como é o caso do ” democrático” Irão e, curiosamente, também dos EUA e Reino Unido…

  • Anónimo

    Os comentadores ateus são tão ” solidários” com o Carlos Esperança que, até ao momento, nem se dignaram perguntar por ele.

    Do Carlos Esperança, recordo duas fases, uma louvável,a dos textos inteligentemente bem escritos e desprovidos de raiva e outra tristemente mesquinha e panfletária.

    Finalmente, uma terceira, a de uma enorme desilusão.

    Toda a gente sabe qual foi, os crentes que comentam neste blogue, por sua não vontade, que o digam.

    Seja como for, a diferença entre Carlos Esperança e Luís Grave Rodrigues é imensa.

    CE escrevia muito bem, descontando as críticas que sempre lhe fiz quando entendi justificar-se.

    LGR nem sequer escreve. Edita “cartoons” ao seu estilo menor e fica-se por aí…

  • Andreia_i_s

    Realmente é verdade como é que podem acusar alguém se esse alguém não existe? Alguém está a ver a ironia :) ?

  • Anónimo

    Como é que se pode então acusar uma pessoa de ofensa a alguém que já tenha falecido e portanto não exista ? Tem resposta ?

    Está a ver a ironia : ) ?

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