Diario Ateista

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Treta da semana: alternativas.

23 de Abril de 2011  |  Escrito por Ludwig Krippahl  |  Publicado em Não categorizado  |  72 Comentários

Não me parece que haja boas opções para ultrapassar esta crise de dívida pública e, principalmente, privada. O Louçã diz que se pode usar fundos daqui e dali, e ele percebe mais disto do que eu, mas suspeito que não temos que chegue para tapar o buraco que os últimos governos escavaram, e ainda menos para o buraco criado pelos bancos, especuladores e “empreendedorismos” do género. Só me oponho à intervenção do FMI e do BCE porque me parece evidente que mais dívidas só vão agravar o problema. O default é inevitável. É preferível admiti-lo agora, enquanto o Estado ainda tem dinheiro para funcionar, negociar e controlar a derrocada, do que depois dos primeiros credores levarem o dinheiro que resta e, além de tesos, estivermos a levar com um “estímulo económico” como o que o FMI tem dado à Irlanda e à Grécia.

Mas no Portal Evangélico descobri outra forma de lidar com o problema. Foi um plano simples, como aliás estas coisas tendem ser, executado no domingo passado:

«Que em cada igreja, em cada casa, seja separado o dia 17 de Abril para um tempo de oração em jejum em favor da nossa Nação, das autoridades, da Igreja, das famílias e das pessoas em particular principalmente àquelas que neste momento mais sentem as dificuldades financeiras que afectam a vida emocional e afectiva pessoal e familiar, como é o caso dos desempregados de longa duração, os reformados e os trabalhadores de menores rendimentos.

Esta é a oração de Davi, pedindo paz para a cidade: “Haja paz dentro de teus muros, e prosperidade dentro dos teus palácios” (Salmos 122:7). Devemos pedir ao Senhor que coloque um muro de protecção em volta de cada lar, e da Igreja. [...E]nquanto as autoridades terrenas têm tentado impedir que os conflitos continuem, a autoridade instituída por Deus na terra, que é a Igreja do Senhor, tem por intermédio da oração e também de acções práticas o poder para impedir que esta destruição continue e aumente repreendendo e resistindo a esses principados.»(1)

Infelizmente, parece que nem a intervenção do Nosso Senhor Jesus Cristo foi capaz de acalmar os mercados. Não se sabe quantos títulos de dívida pública Deus terá comprado, mas é evidente que não chegou para baixar as taxas de juros. E resta uma questão fundamental. O texto não esclarece se o BCE poderá aceitar euros de milagre como moeda legítima ou se irá processar, por contrafacção, o Criador, o Seu Filho e o Conselheiro Espiritual de ambos.

Este plano mostra também uma diferença entre os cristãos evangélicos e os católicos. Enquanto os primeiros querem negociar uma recapitalização de milhares de milhões de euros em troca de um dia de jejum e rezas, os últimos limitam-se a pedir. E vão mais longe. Nesta sexta-feira, a propósito da celebração do sacrifício de Jesus – torturado e morto pelos nossos pecados num acto inefável de amor e justiça – o Papa aproveitou para pedir, já agora, que Jesus fizesse também «com que morra dentro de nós o homem velho ligado ao egoísmo, ao mal e ao pecado.»(2) Uma excelente ideia, que só peca por não lhes ter ocorrido dois mil anos mais cedo.

É claro que os cristãos que se consideram sofisticados não acreditam que Jesus intervenha nos mercados financeiros ou que altere a maneira de ser das pessoas tirando um egoísmo a este, um mal àquele ou um pecado ao outro. O deus do crente sofisticado age sem intervir no espaço de liberdade de um universo em constante criação e auto-descoberta, numa relação do Outro com o Eu e do Eu com o Outro, em plena dádiva de si e outras coisas que não deixem qualquer vestígio, não vá alguém lembrar-se de testar estas alegações.

Mas, como P. T. Barnum dizia, é preciso haver coisas para todos os gostos. Se as massas associativas se revêem nestes pedidos, intercessões e trocas de favores, é razoável que a sofisticação da crença fique reservada apenas para algumas discussões mais filosóficas.

Pena, pena, é que a treta não pague imposto…

1- Portal Evangélico, CONVOCAÇÃO À IGREJA PARA UM DIA DE ORAÇÃO E JEJUM PELA NAÇÃO
2- Jornal Económico, Papa pede o fim do “homem velho ligado ao egoísmo”

Em simultâneo no Que Treta!

 
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  • Isabel Castro

    O antónio é uma pessoa imatura. Tem algum poder de rectórica mas não se controla e torna-se facilmente uma pessoa desagradável. Nota-se que tem distúrbios de personalidade. Ele não tem este comportamento porque foi provocado, como diz. Aliás, ele mesmo afirma que já foi bloqueado noutros blogs, ora isso só confirma o que escrevo. Penso que a partir deste momento o antonio já não consegue ter uma postura minimamente educada, tal é a obsessão dele. E essa obsessão não é por ninguém em especial pois como se pode constactar pelos seus comentários, ele insulta quem por ventura acredito que tenha motivos para o fazer, mas desde o primeiro momento que ele amesquinha todo e qualquer comentador. Para ilustrar o que afirmo confirmem este diálogo entre antoniofernando e a Ca515:
    http://www.ateismo.net/2010/10/29/e-o-costume/

  • Kavkaz

    UM CRETINO É UM CRETINO

    O Bastonário dos Advogados, António Marinho e Pinto, escreve a antoniofernando2:

    Comecemos por onde estas coisas devem começar: o escriba que diariamente bolça sentenças nesta página e que dá pelo nome de antoniofernando2 é um refinado cretino. Posto isto, assim, que é a forma honesta de pôr este tipo de coisas, nada mais haveria a dizer. Citando um treinador de futebol dado a elucubrações epistemológicas, «um vintém é um vintém e um cretino é um cretino». E… Pronto! Estaria tudo dito. Além disso, só se antoniofernando2 não fosse tão cretino é que valeria a pena mostrar-lhe por que é que ele é tão cretino.
    Não costumo responder a cretinos. Mas, correndo o risco de este, como todos os outros, se tornar ainda mais agressivo, vou abrir uma excepção e descer ao seu terreno para lhe responder com as mesmas armas que ele tem usado contra mim, até porque este é um cretino especial, do tipo intelectual cristão.
    antoniofernando2 anda, desde 2000, a desferir ataques aos leitores ateus. O homem tem uma fixação doentia pelo “Diário Ateísta”. Incomodam-no muito as posições públicas e sobretudo as denúncias que são feitas sobre a religião. Ele nunca se referiu com seriedade ao que é apresentado. Prefere atacar como blog, imputando sempre os motivos mais mesquinhos ou os propósitos mais infames.
    antoniofernando2 tem a postura de um medíocre bem pensante, para quem é sempre mais cómodo atacar pessoas em vez de criticar ideias. As pessoas arrumam-se de uma penada, atingindo-as, à falsa fé, com dois ou três adjectivos. Isso dá a essa espécie de cretinos uma ilusória sensação de importância. Os medíocres só se sentem fortes quando humilham os que julgam mais fracos. Discutir ideias ou comentá-las com seriedade é sempre mais difícil porque exige qualidades que não abundam em antoniofernando2. Este é um megalómano em permanente ajuste de contas com a sua própria mediocridade intelectual.
    Mas, ele é também intelectualmente desonesto, pois interpreta os factos sobre que escreve de modo que as pessoas concluam algo diferente do que eles realmente significam. A título de exemplo: ele já tentou convencer os leitores do “Diáro Ateísta” de que a culpa de o insultarem é dos ateus e não dele próprio.
    Aliás, antoniofernando2 nunca teve uma palavra sobre a actuação do Papa, a não ser para o elogiar ou então para execrar quem o critica. Ele deve ter algum sentimento compulsivo de gratidão para com ele ou alguma amizade reverencial (este tipo de pessoas age muito por amiguismos), pois adopta sempre uma postura canina em relação à Igreja. A agressividade de mastim com que ataca os que criticam o funcionamento da ICAR é apenas o corolário da sua obsequiosidade de caniche em relação às religiões.
    antoniofernando2 julga-se um ser superior. Com a displicência dos tudólogos diplomados ele fala de tudo e de todos, do que sabe e do que não sabe. Os seus comentáro no “Diário Ateísta”, sempre naquele estilo alambicado típico dos ociosos, são a expressão aparolada de um imenso complexo de superioridade. Ele tem de julgar e condenar sumariamente alguém, pois senão sente-se diminuído perante si próprio e, sobretudo, perante o círculo de aduladores que lhe entumecem o ego.
    Mas, se repararmos bem, lá nos secretos mais profundos do seu ser esconde-se um homem cruelmente dilacerado por indizíveis frustrações. É possível que na adolescência o tenham convencido de que seria um grande crente, destino para o qual logo desenvolveu os tiques e poses apropriados. Mas, afinal, nunca passou de uma figura menor típica do universo queirosiano – um personagem que mistura o diletantismo de um João da Ega com os dotes literários de um Alencar d’Alenquer e o rancor mesquinho de um Dâmaso Salcede. Tudo isso, transposto para a literatura, resultou numa espécie de D. Quixote de La Mancha dos tempos actuais. Enfim, um homem que chegou a velho sem ter sido adulto e a quem os mais próximos, por rotina, caridade ou estupidez, provavelmente ainda tratam como uma grande esperança.
    Esse género de frustrações conduz, no limite, ao desespero existencial. Em alguns casos, estes frustrados cometem actos tenebrosos. Porém, em antoniofernando2, as suas frustrações e complexos transformaram-no, num sniper que, emboscado nos telhados da sua senilidade rancorosa, dispara cobardemente contra tudo o que mexe, de preferência contra o carácter das vítimas que escolhe ao acaso.
    Senhor antoniofernando2, não se atormente mais. O seu mal cura-se com uma dose apropriada de iodo. Trate-se! Vá para uma boa praia e… Ioda-se!
    NOTA: Na próxima crónica apresentarei as razões por que não irei votar em 5 de Junho. Isto se mais nenhum cretino se atravessar no meu caminho.

  • Pedro

    -|- -|-
    M MA

    Kavkaz:
    A humildade diz que aprendemos com todos.
    Quando dizemos que já sabemos tudo entramos em crise.
    Eu não te insultei tu é que o estás a dizer-lo, não eu, isso é o teu orgulho pessoal.
    Quem nunca pecou que atire a primeira pedra.

    Se fosses assim com muitos boas outras referências em particular, humanista e pacifista não vinhas para aqui dizer que te sentias insultado por coisas que eu não disse, tu a mim não me mostras-te nada e não metas tudo no mesmo saco.

    Não disse que eram todos,eu falei que: “A crise existe porque o homem está em crise de valores.” que uma sociedade sem valores origina uma crise.

    Eu disse: “O ateismo neste caso não favorece.” mas não disse que todos são Santos ou imaculados.
    ###
    João [14:6-7]
    Disse-lhe Jesus: «Eu sou o Caminho, a Verdade e a Vida. Ninguém vem ao Pai senão por Mim.
    ###
    Tu dizes que és ateista mas lá porque possas dizer que não acreditas não significa que não seja assim.

    Não vejo onde os 10 mandamentos não respeitam a “Declaração Universal dos Direitos Humanos”, antes pelo contrário.

  • Pedro

    -|- -|-
    M MA

    Kavkaz:
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    João [14:6-7]
    Disse-lhe Jesus: «Eu sou o Caminho, a Verdade e a Vida. Ninguém vem ao Pai senão por Mim.
    ###

  • http://pulse.yahoo.com/_QDTPCKNY6QI5WPIS3OL7ABML5U Anónimo

    E tu a dar-lhe.

    As leis e regulamentos são imposições e não valores.

    Os valores são imanentes à sociedade e à cultura e não se alteram com as regulamentações.
    Ha valores que fundamentam a lei, outros que a complementam e outros que se lhe opõe. Percebeste?

  • Jairo

    O Kavascado faz-me ter saudades do Carlos Esperança. E com isto, digo tudo..

  • Zemano

    Querido Jairo entrecosto no churrasco, que saudades! uma feliz Páscoa para ti.
    Ainda tens aquele blog onde só comenta quem tu queres e cortas o pio a quem não te agrada?
    Tu é que és esperto, aproveitas e vens aqui fazer aquilo que não permites no teu blog

  • Zemano

    Outra pérola da Tónha badalhoca:

    Caro Jovem 1983:

    A estima é recíproca,pode crer. Nós andamos muitas vezes aqui no “D.A:” a debater a mesma questão àcerca da existência ou não de Deus. Para mim,acreditar em Deus proveio de um acto intuitivo,de um sentimento religioso àcerca da Sua Existência. Aconteceu ainda eu era criança.A ideia de que o Universo não tinha um Criador,na minha visão, é absurda.Que toda a vida evolua sabe-se lá para onde, sem nenhum propósito, carece igualmente de sentido.Acredito em Deus, mas na minha concepção de Deus. Nada me obriga a crer no demiurgo inclemente, cruel e despótico de que falava e bem José Saramago. Ele não acreditava em nenhuma concepção de Deus e muito menos nessa. Eu também comungo, não da visão ateísta de Saramago, mas da crítica que ele fez a essa figura sinistra, produto da antropomorfização humana. É verdade, sim, que o Antigo Testamento é um amontoado de bizarrias conceptuais e de patifarias demiúrgicas. Um deusinho que manda, ainda que numa história simbólica, arrasar Sodoma, matando todos os seres que lá se encontravam, incluindo inocentes crianças, tem tudo de Diabo e nada de Deus. O mesmo na pavorosa história de Abraão, disposto a executar o seu próprio filho, em nome de um absurdo critério de obediência divina. O Levítico e o Deuterónimo são horrores atrás de horrores. E é verdade sim que muitos dos sacerdotes católicos usam e abusam de sofismas para tentar justificar tudo até o injustificável.Eu pus de lado o AT. Deitei-o numa fogueira e ficou lá muito bem a arder ” per secula et seculorum”. Quero lá saber do que é que alguns católicos fanáticos pensam. Eu sou cristão, não sou católico e há anos que mandei o Catolicismo às malvas..Não é material ideológico em que me reconheça e que me saiba bem. Pelo contrário.A quem apetecer que faça muito bom proveito. Mas infinitamente diferente dos livros do Pentateuco são os Evangelhos sobre a vida de Cristo. E nesses eu reconheço-me. Mas também lhe digo: se nunca tivesse conhecido Jesus Cristo, estivesse eu em qualquer parte do mundo, continuaria a acreditar em Deus. Não será ” politicamente” correcto dizer aqui o que vou dizer. Mas digo à mesma: aqui fala-se muito pouco de Amor e Bondade. E o Deus em que acredito tem a natureza divina dessas características. Não intervém a par e passo nos desígnios da Humanidade ? Não, não intervém. Mas mesmo assim acredito em Deus. A alternativa a termos a vida que temos, com toda a panóplia de pavores, seria o quê ? Deus a fazer de nós marionetas ? A impedir-nos constantemente de fazermos Mal ? É isso que muitos ateus necessitariam para acreditar em Deus ? Que estivesse permanentemente a intervir na realidade humana ? Pode perguntar-me se vejo sentido na existência de Deus nesta visão que é a minha ? Vejo, sim. Encontrei-a após muitos anos de reflexão crítica autónoma e depois de uma grande crise de fé. Mas não revelo qual o sentido que encontrei,de um Deus que parece não intervir na realidade humana, Há zonas da nossa vida que nos pertencem por inteiro. E há certas confidências que só fazemos aos nossos familiares e amigos. Eu aqui não tenho amigos. Só parceiros de debate. E, para o meu convívio pessoal, só convido os meus amigos….

  • Zemano

    Outra pérola da Tónha badalhoca:

    Caro Jovem 1983:

    A estima é recíproca,pode crer. Nós andamos muitas vezes aqui no “D.A:” a debater a mesma questão àcerca da existência ou não de Deus. Para mim,acreditar em Deus proveio de um acto intuitivo,de um sentimento religioso àcerca da Sua Existência. Aconteceu ainda eu era criança.A ideia de que o Universo não tinha um Criador,na minha visão, é absurda.Que toda a vida evolua sabe-se lá para onde, sem nenhum propósito, carece igualmente de sentido.Acredito em Deus, mas na minha concepção de Deus. Nada me obriga a crer no demiurgo inclemente, cruel e despótico de que falava e bem José Saramago. Ele não acreditava em nenhuma concepção de Deus e muito menos nessa. Eu também comungo, não da visão ateísta de Saramago, mas da crítica que ele fez a essa figura sinistra, produto da antropomorfização humana. É verdade, sim, que o Antigo Testamento é um amontoado de bizarrias conceptuais e de patifarias demiúrgicas. Um deusinho que manda, ainda que numa história simbólica, arrasar Sodoma, matando todos os seres que lá se encontravam, incluindo inocentes crianças, tem tudo de Diabo e nada de Deus. O mesmo na pavorosa história de Abraão, disposto a executar o seu próprio filho, em nome de um absurdo critério de obediência divina. O Levítico e o Deuterónimo são horrores atrás de horrores. E é verdade sim que muitos dos sacerdotes católicos usam e abusam de sofismas para tentar justificar tudo até o injustificável.Eu pus de lado o AT. Deitei-o numa fogueira e ficou lá muito bem a arder ” per secula et seculorum”. Quero lá saber do que é que alguns católicos fanáticos pensam. Eu sou cristão, não sou católico e há anos que mandei o Catolicismo às malvas..Não é material ideológico em que me reconheça e que me saiba bem. Pelo contrário.A quem apetecer que faça muito bom proveito. Mas infinitamente diferente dos livros do Pentateuco são os Evangelhos sobre a vida de Cristo. E nesses eu reconheço-me. Mas também lhe digo: se nunca tivesse conhecido Jesus Cristo, estivesse eu em qualquer parte do mundo, continuaria a acreditar em Deus. Não será ” politicamente” correcto dizer aqui o que vou dizer. Mas digo à mesma: aqui fala-se muito pouco de Amor e Bondade. E o Deus em que acredito tem a natureza divina dessas características. Não intervém a par e passo nos desígnios da Humanidade ? Não, não intervém. Mas mesmo assim acredito em Deus. A alternativa a termos a vida que temos, com toda a panóplia de pavores, seria o quê ? Deus a fazer de nós marionetas ? A impedir-nos constantemente de fazermos Mal ? É isso que muitos ateus necessitariam para acreditar em Deus ? Que estivesse permanentemente a intervir na realidade humana ? Pode perguntar-me se vejo sentido na existência de Deus nesta visão que é a minha ? Vejo, sim. Encontrei-a após muitos anos de reflexão crítica autónoma e depois de uma grande crise de fé. Mas não revelo qual o sentido que encontrei,de um Deus que parece não intervir na realidade humana, Há zonas da nossa vida que nos pertencem por inteiro. E há certas confidências que só fazemos aos nossos familiares e amigos. Eu aqui não tenho amigos. Só parceiros de debate. E, para o meu convívio pessoal, só convido os meus amigos….

  • Zemano

    Outra pérola do Tony:

    Jovem 1983

    E porque é que você, com a estima que tenho por si, não tem a grandeza divina de Jesus Cristo ?…

  • Zemano

    Outra pérola do Tony:

    Jovem 1983

    E porque é que você, com a estima que tenho por si, não tem a grandeza divina de Jesus Cristo ?…

  • Jairo

    Olá Zemano. Não leves a mal, mas conhecemos de algum lado? Dizes ter saudades, choramingas que te cortei o pio…. Ignoro quem sejas.

  • Zemano

    Caro Kavakas.

    Parabéns pelo retrato.
    Uma coisa é certa, este cretino conseguiu que os comentários fossem desviados para a sua cretina pessoa.
    Este cretino tem o DA refém da sua cretinice.
    Este cretino conseguiu que o debate baixasse ao nível do seu cretino discurso.
    Presentemente não se comentam os textos, comenta-se um cretino que descontextualiza os comentários.

    Morra o cretino… morra. PUM!

  • Zemano

    Jairo, sou um dos muitos que te disseram aquilo que pensam sobre ti e o teu blog, mas que o teu conceito de democracia não suporta. Enfim, águas passadas…
    Reparo porém que aqui abusas da liberdade que não concedes no teu pasquim. Curioso não é?!

  • Kavkaz

    Viva os assassinatos! Viva a violência! Tudo em nome das religiões da falsidade!

    Bem diz o nosso Bastonário:

    UM CRETINO É UM CRETINO

  • Kavkaz

    Ele não tem a grandeza divina de Jesus Cristo porque lhe faltaram os Reis Magos à nascença a oferecerem ouro, incenso e mirra e porque não é parvo para se meter em sarilhos constantes até o crucificarem por ser um desordeiro da ordem pública.

  • Zemano

    Não teve mirra mas espirra asneirada

    por tudo quanto é lado

    Anda mais manso
    parece…

    A ver vamos como diz o cego.

  • antoniofernando2

    “Este blogue é um esterco.”
    Onde tu, pelos vistos, te sentes bem. Tanto assim que não sais de cá.

  • Contragrunhos

    Não está travestido. O antoniofernando2 e a abébia são uma e a mesma pessoa. Com o cretino, fazem a tal trindade.

  • Contragrunhos

    Não está travestido. O antoniofernando2 e a abébia são uma e a mesma pessoa. Com o cretino, fazem a tal trindade.

  • Kavkaz

    Pedro,

    Leia melhor a frase que eu escrevi, s.f.f. Foi esta: “Dos crentes não tenho lições a receber e muito menos dos que vêm ao “Diário Ateísta” insultar-me!”

    Ora se você não me insultou a parte final da frase não seria para si e era desnecessário responder-me. Penso que estará de acordo comigo que a maioria dos comentadores religiosos que aqui vêm são provocadores e que procuram confrontos até físicos.

    Não vejo os apologistas do “amor ao próximo” levantarem a voz contra tais doentes mentais.

  • Kavkaz

    Eu entendo o que você escreve. Acha mal que eu defenda a “Declaração Universal dos Direitos Humanos”, a República e a Constituição Portuguesa?

    Não serão bons princípios e os melhores que temos nesta altura? É que a Bíblia não consegue aproximar-se disto…

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