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Pediu asilo

10 de Abril de 2011  |  Escrito por F. Fernandes  |  Publicado em Vaticano  |  80 Comentários

Antigo Primaz da Bélgica pediu asilo político à Santa Sé.

Vangheluwe, de 74 anos, é acusado de ter abusado de uma menor, à qual, segundo alguns meios de comunicação social, terá pago para que não o denunciasse até que o delito se tornasse prescrito.

 
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  • Zeca-portuga

    Este caso de Pierre Pican é um dos mais flagrantes abusos do estado francês. Deveria ser considerado crime de estado, e punido a estado francês por tal sucedido (por falta de legislação que salvaguarde tais casos).

    Trata-se de uma aberração que demonstra duas coisas:
    1 – A ignorância do estado francês (dos políticos – o que é normalíssimo; do sistema judicial – o que é preocupante). Não sabendo os franceses que governavam na altura (alguns deles eram dos tais que faziam turismo sexual pela Ásia, e a mesma actividade existia em algumas ilhas do pacífico sob sue domínio – colónias dos franceses), que a confissão é inviolável. Neste caso é que, bem trabalhado, poderia aplicar-se um “asilo” que, de resto, era bem merecido.

    2 – A França está, nesse entretanto, atrasada uns anos em relação a muitos países do mundo. Não admira que os trogloditas ateístas e retrógradas, mais partidários da lei da selva do que da civilização aplaudam tais imbecilidades.

    Portugal está una séculos mais á frente no tempo.

    Segundo o nosso C.P.:
    Artigo 195º (Violação de segredo)

    Quem, sem consentimento, revelar segredo alheio de que tenha tomado conhecimento em razão do seu estado, ofício, emprego, profissão ou arte é punido com pena de prisão até um ano ou com pena de multa até 240 dias.

  • Zeca-portuga

    Dupla imbecilidade:

    1 – Os padres, bispos, etc. não são empregados do Vaticano. Não existe nenhum vinculo laboral, nem o Vaticano paga seja o que, for a qualquer padre ou bispo do mundo, salvo por trabalho específico, legalmente contratualizado, para o Estado da Cidade do Vaticano (v.g.: Núncio Apostólico).

    2 – O Vaticano não obriga ninguém a ser solteiro. Exige que, pra serem reconhecidos e aceites em algumas funções, não sejam casados. São livres de casar e de terminar as suas funções e a ligação doutrinal com o Vaticano, a qualquer momento. Independentemente disso, sendo uma opção voluntária de vida, a oposição às regras daquilo que escolhe ser, representam uma falta de coerência. Ou quer ser ou não quer.
    Porém, a regra da obrigatoriedade de ser solteiro para determinados cargo/funções, não é nada que se não aplique, corriqueira e legalmente, em muitas empresas privadas, hoje mesmo, em Portugal e no resto do mundo.

    Estando na esfera do direito privado, em nada viola a lei, muito menos os “direitos humanos”.

    Est burrigen!

  • Zeca-portuga

    Acresce, ainda, que mais de 60% dos casos de pedofilia são praticados no seio da familia, por casados (na maior parte das vezes, os pais), e que a pedofilia do clero católico não chega a 1% dos casos de pedofilia no mundo.

    Duvido que o ratio dos ateístas (casados ou solteiros) seja tão baixo.
    Ninguém acredita, claro!

  • Anónimo

    “És um demente,mas não te ofendas (…)”
    Não te preocupes. Não consegues ofender-me. Não tens nível suficiente.
    Por isso, nem te preocupes nem te canses.

  • Zeca-portuga

    Então:
    Os pais do ou da (ninguém sabe bem!), não se calaram? Não venderam a justica e o sofrimento do(a) filho(a) por uns trocos?
    Esses não são responsáveis?

    Há empresas portuguesas a operar nos PALOP que sabem de casos de menores com relações sexuais entre os seus quadros. Achas que vão lá denunciar?
    Serás tão inocentemente “pequenino” que não saibas que NINGUÉM, no seu perfeito juízo o faria?

  • Zeca-portuga

    A vossemecê a dar-lhe com o celibato.

    Meta na cabeça uma coisa simples:

    A pedofilia é uma tara sexual, ou seja: é um distúrbio psico-sexual segundo a qual o indivíduo sente necessidade imperiosa e repetida de ter relações sexuais, consentidos ou não, com parceiro que seja criança.
    Tal como a zoofilia, sadomasoquismo, voyeurismo o exibicionismo (para mim também a paneleirice e a fufice, retirada na década de 80 por votação pouco consensual, forçada pelo lobbie dos praticantes dessa tara/desporto).
    A pedofilia não tem a ver com ser solteiro ou casado. A larguíssima maioria dos pedófilos são casados, e não é por isso que deixam de ser pedófilos. Por isso mesmo a grande parte da pedofilia acontece “em casa”. A UNICEF estima que essa será a realidade de mais de 80% da pedofilia conhecida ou não. Estes factos têm levado a DSM a discutir se se trata de uma tara ou de uma inclinação sexual, tal como fizeram com a peneleirice.

    Curiosamente, o numero de pedófilos solteiros (ou celibatários) é infinitamente menos do que os casados.

    A discussão, aqui, é por ser um bispo. E se fosse um ateísta, qual seria a diferença.
    A julgar pela rectidão e puritanismo dos ateístas que aqui discursam, o gajos seria queimado a fogo lento, porque os ateístas não fazem nada disso.
    Se forem pedófilos baptizados como estes ateístas, são católicos; mas enquanto não cometerem crimes podem ser ateístas.
    Esta é a lucidez filosófica duns gajos que formam uma coisa estupenda chamada “movimento bright”.

  • Zeca-portuga

    Isso corrobora aquilo que eu tenho dito: “quem se mete com canalha acaba borrado” – Peculiaridades e vicissitudes de quem visita este site!

  • carpinteiro

    «Quem será o membro do Tasca Ateísta de Suburbanos de Lisboa que trabalha no Sol, pra debitar tais alarvidades?»

    Caro Zeca.

    A notícia vem em todos os jornais incluindo o sitio online da Rádio Renascença.

    http://www.rr.pt/informacao_detalhe.aspx?fid=95&did=150563

    Penso que não trabalham tantos membros da Tasca em tantos jornais.

    O crime é sempre de condenável, mas sê-lo-á ainda mais, quando parte dos que supostamente são referência para uma sociedade religiosa e por cujos princípios propõem que seja regida, têm este comportamento.

  • Zeca-portuga

    Moderação!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!?

    Veja a agressividade em grau extremo com que são escritos os textos, com a única e exclusiva intensão de difamar, vexar, enxovalhar, blasfemar para ofender os crentes, acusar com meias ou falsas verdades… etc……….

    Nem por isso vejo aqui falar dop grupo ateísta espanhol que encendia igrejas ou dos que prometem fazer uma “procissão ateista” (o píncaro da imbecilidade e a prova de que não são ateus mas delinquentes e provocadores, de tendencia criminosa)… etc.

  • carpinteiro

    «Desta forma o espaço ocupado pelos charlatães da fé é, poderemos dizê-lo, mais reduzido… »

    Caro troll.

    Não poderia estar mais de acordo, mas, que dizer das palavras de um eminente responsável da Igreja que tem o poder de influenciar os crentes?

    - Arcebispo de Bruxelas diz que ”a Aids é justa, porque o amor é maltratado”

    A Aids é “uma forma de justiça consubstancial que ocorre quando o amor é maltratado”, declarou André Léonard, máximo responsável da Igreja Católica belga num livro publicado. Declarações que despertaram duras críticas em toda a Bélgica.

    http://www.ihu.unisinos.br/index.php?option=com_noticias&Itemid=18&task=detalhe&id=37300

  • Zeca-portuga

    O crime é sempre de condenável, mas sê-lo-á ainda mais, quando parte dos que supostamente são referência para uma sociedade religiosa e por cujos princípios propõem que seja regida, têm este comportamento.

    ERRADO!

    São responsáveis pela divulgação doutrinal e não pela exemplo de conduta social. Tão velha como isso é máxima: “olhai para o que eu digo e não para o que eu faço!”
    O homem (seja bispo ou ateísta da Tasca) não é perfeito, as ideias que transmite é que podem ser.
    Isso faz me lembrar um assunto debatido entre os magistrados: uma percentagem de dois algarismos dos magistrados tem violência doméstica em casa… mas estão obrigados a combatê-la e a castigar que a pratica (mais agora que é crime público)!

  • carpinteiro

    «Peculiaridades e vicissitudes de quem visita este site!»

    Tem bom remédio…

  • carpinteiro

    «…a pedofilia do clero católico não chega a 1% dos casos de pedofilia no mundo.»

    Deveria ser 0%.

  • carpinteiro

    «Peculiaridades e vicissitudes de quem visita este site!»

    Tem bom remédio…

  • carpinteiro

    «E quantos ateístas foram condenados? Não me diga, mestre carpinteiro… não foi nenhum!?»

    Foram vários, com um senão.
    Aqueles a que chama ateus respondem perante o poder civil e vão para a cadeia, os seus confrades (para usar um termo que aqui virou moda), respondem perante o poder religioso e vão para o Vaticano.
    Para os que apelida de ateus, o acto é considerado crime e dá direito a prisão, para os da sua confraria (dá jeito o termo…) o mesmo acto é considerado “pecado grave” e dá direito a um relaxado descanso no Vaticano.
    Pergunto quando acabará a vergonhosa impunidade de que goza esta seita, que, não fora o impressionante império económico em que assenta, e já se tinha desmoronado como um baralho de cartas .

  • carpinteiro

    Para quem insiste em menorizar os actos pedófilos do clero deixando transparecer que na restante sociedade o problema é idêntico, com uma diferença, é que a Igreja combate o problema, deixo aqui um excerto de uma entrevista:

    – O calvário das vítimas na Bélgica.

    “Ainda me lembro do primeiro telefonema, em 1992. Era de noite, me parece. No telefone, uma voz distante. ‘Padre – me disse –, o senhor não me conhece, mas eu li seu livro. E gostaria de lhe contar a minha história’”.

    Na sala da casinha de tijolos vermelhos na Kerkstraat, a rua da igreja, a poucos passos da casa canónica de Buizingen circundada pelas heras onde o padre Rik Devillé mora há muitos anos, respira-se um ar de paz e daquela serenidade áspera, sem luxo, que muitas vezes serve de pano de fundo para a vida dos padres.

    “Foi a descoberta de um mundo que eu não conhecia. Na época, não existiam nem as palavras adequadas para contar isso. Um mundo de abusos, de violências, sexuais ou não, de recém nascidos retirados de suas jovens mães, de pedofilia e principalmente de reticências das autoridades eclesiásticas”.

    A reportagem é de Andrea Bonanni, publicada no jornal La Repubblica, 30-04-2010. A tradução é de Moisés Sbardelotto.

    Eis a entrevista.

    E o que aconteceu?

    Os telefonemas aumentaram. Eu recém tinha publicado um livro, “A última ditadura”, em que eu criticava a involução da Igreja, os passos atrás com relação ao espírito do Concílio que eram dados com cada Papa novo, a falta de transparência. Muitos que o haviam lido acreditaram que eu era a pessoa que podia entender o seu problema: os abusos que haviam sofrido e principalmente a impossibilidade de romper o muro de silêncio. Então, criamos esta associação: “Grupo flamengo para a defesa dos direitos humanos na Igreja”. Em seis anos, reunimos mais de 300 casos.

    Vocês se ocupavam só de abusos sexuais de menores?

    Não só. Mas muitos casos, por exemplo, se referiam à retirada de recém nascidos. Quando uma moça ficava grávida de um padre e se tratava normalmente de mulheres muito jovens, ela era levada ao exterior, principalmente para a França, onde se pode dar à luz no anonimato, mas nem via o seu filho. A criança era levada a qualquer convento e muitas vezes dada em adopção. Encontramos dezenas de mães que procuravam os filhos e de pessoas que procuravam sua própria mãe, encontrando-se com um muro de silêncio. São dramas humanos não menos terríveis: vidas destruídas. E depois havia os episódios de violência comum e de maus tratos em alguns conventos: em nada diferentes dos que surgiram na Irlanda com as irmãs da “Madalena”.

    E quem faziam vocês ?

    Procurávamos ajudar como podíamos. Organizávamos também encontros colectivos. Para as vítimas, falar é muitas vezes um modo para romper a jaula de solidão que é a primeira consequência nefasta dos abusos. Talvez não resolva o problema, mas ajuda.

    Mas o senhor, como padre, não tinha o dever de referir isso aos seus superiores?

    Eu tentei. Deus sabe que eu tentei. Contactámos todos os bispos, sem resultado. Nos encontros colectivos com as vítimas que organizávamos em todas as dioceses, sempre convidávamos os bispos. Nunca veio algum.

    Então, poderiam ter apelado ao primaz da Bélgica, o cardeal Danneels.

    Uma vez, eu me apresentei com mais de 20 vítimas dos abusos ao arcebispado. Não queriam nos fazer entrar. Colocamos o pé na porta e entramos. Mas Danneels não queria nos receber, dizia que não tinha tempo. Então, dissemos: muito bem, ficaremos aqui até que o senhor ache o tempo. Acampamos no palácio. No fim, ele veio nos ver.

    E o que fez?

    Escutou. Não disse nada, a não ser uma vez, quando um pai contava sobre sua filha abusada por um padre. Danneels disse: “Não posso fazer nada, não é na minha diocese. Vocês poderiam ter se dirigido a Roma”. Como se não tivéssemos feito isso. Não respondiam. E se respondiam diziam que deveríamos nos dirigir ao bispo da diocese de competência.

    * * *

    Devillé se levanta e mostra uma pasta com a carta dirigida pelo Supremo Tribunal da Signatura Apostólica. É uma carga em flamengo, datada no dia 12 de junho de 2006, na qual se explica que o tribunal “não é capaz” de tratar do caso exposto.

    Mas ninguém nunca fez pressão sobre o senhor para que cessasse essa actividade?

    Como não! Houve diversos colóquios com o cardeal Danneels. Ele dizia que não era minha tarefa me interessar com os direitos humanos na Igreja. Que essa era competência sua. E que as vítimas de abusos deveriam ter se dirigido directamente a ele.

    Mas as pressões do cardeal funcionaram, já que em 1998 a sua associação encerrou as actividades.

    Deixamos as actividades porque naquele ano, finalmente, foi criada uma Comissão Episcopal independente: era o que queríamos. Mas não é que a Comissão tenha trabalhado muito bem, principalmente nos primeiros 10 anos. Quem telefonava ouvia em resposta um interlocutor anónimo, que muitas vezes o alertava: “Tem certeza do que você está denunciando? As suas acusações são terríveis para um padre”. Isso não é muito encorajador para uma vítima que já tem medo.

    Padre Devillé, quantos casos a sua associação registou?

    De 1992 a 1998, mais de 300 casos.

    *Tirado daqui: http://www.ihu.unisinos.br/index.php?option=com_noticias&Itemid=18&task=detalhe&id=33797

  • carpinteiro

    «…ou dos que prometem fazer uma “procissão ateista” »

    Caro Zeca.

    A fé turva o entendimento.
    Desde quando a procissão é um exclusivo dos crentes?

  • carpinteiro

    «…ou dos que prometem fazer uma “procissão ateista” »

    Caro Zeca.

    A fé turva o entendimento.
    Desde quando a procissão é um exclusivo dos crentes?

  • Domingosa

    «Veja a agressividade em grau extremo com que são escritos os textos,…»

    Mas conseguimos dialogar sem recorrer ao: grande hipócrita, sectário, demente, panfletário, imbecil, e tudo o que no bolso couber… com a mãe à mistura.
    Se alturas houve, que as houve, em que se foi menos correcto, não fazemos desse tipo de mimos, para não lhe chamar má educação, o pão-nosso-de-cada-dia. Não acha?

  • Ante Omnia

    «Desde quando a procissão é um exclusivo dos crentes? » – carpinteiro.

    Resposta:
    Desde sempre. Mais precisamente ainda, desde que o termo latino “processione” foi criado para expressar “cortejo solene de carácter religioso”.

    Se o cortejo não tivesse carácter religioso, os latinos usavam o termo “praestitu” (que deu préstito, na nossa língua).

    Ressalvando a forma figurativa, que não é o caso, é incorrecta e abusiva a extensão do termo, fora do âmbito religioso.

    Ex re ipso, non est vexata quaestio!

  • Ante Omnia

    Comparado isto com a infecta expansão da barbárie abortista, são bagatelas!

    Mais a mais, muitos dos casos terminariam em “desarranjos”, por vontade ou imposição de uma das partes ou de terceiros.
    Sob uma cultura, actual, que desmerece o valor do nascituro e esvazia seus direitos, este será um mal menor.
    Não me comovem as “madalenas arrependidas”, lacrimejantes e soluçando de remorso, porque foram, sem margem de dúvida, parte integrante e voluntária dos casos em apreço.

    Ainda recentemente, numa aldeia portuguesa, um jovem padre teve que “trocar de paróquia”, em consequência do excesso de futuras “madalenas” que teimavam em meter-se-lhe entre os lençóis.

    Se fosse eu em vez do padre, evangelizaria de forma mais pessoal e particular, conforme as solicitações da comunidade. Ele, porém, fazia questão em notar-me que era padre e não queria ser “pater”.
    Oh mores! – como disse Cícero.

    É desses casos que rezam as crónicas, uns anos volvidos, “post hoc, ergum propter hoc”, quando o remordimento começa a inquietar um cérebro já cansado pelas asneiras e sob a cura do tempo.

    Quem vive de olhos abertos sabe interpretar o lê e vê, mesmo dispensando à religião um compromisso pouco colaborativo e empenhado, como eu.

    O povo chama-lhe, e muito bem, “tretas”. Eu acrescento: e a tentativa de receber lucrar uns euros em indemnizações porque, os padres não em descendentes que lhes dêem préstimo.

    O mundo tem de tudo!… no lado oposto, até existe gente honesta!

  • Kavkaz

    Zeca-portuga, a imbecilidade é toda sua. Parabéns pela sua ignorância e arrogância… Continue com a sua fé na burrice e mentira! Já não ganhará juízo! Dê cumprimentos ao seu “Deus” quando estiver a falar sozinho!

  • Kavkaz

    Zeca-portuga, a imbecilidade é toda sua. Parabéns pela sua ignorância e arrogância… Continue com a sua fé na burrice e mentira! Já não ganhará juízo! Dê cumprimentos ao seu “Deus” quando estiver a falar sozinho!

  • Kavkaz

    Zeca-portuga, consigo não se aprende nada! É como “andar de cavalo para burro”. Você não passa de “criança atrevida”. Não preciso da burrice dos seus comentário infantis. Vá ajoelhar-se, reze e peça ao seu “Deus” para não ser tão inocente. Já sei que não lhe servirá de nada…

  • Jairo Entrecosto

    Carpinteiro, pesquise qual é a referência dessa procissão. Dica: uma igreja incendiada por ateus durante a guerra civil. Há semanas, uma Igreja em barcelona foi incendiada ( ardeu a porta de seis metros).

    Os organizadores da “Procissão” Ateísta admitem que vão fazer uma contra-manifestação para insultar e provocar os católicos, levando imagens da sagrada família em poses sexuais. ( ilegal à luz da Declaração Universal dos Direitos do Homem, artigo 18). A ideia é ofender e insultar.

    E então, CONCORDA OU NÃO COM AS ASSOCIAÇÔES ATEÍSTAS ESPANHOLAS? Veja o link:

    http://neoateismoportugues.blogspot.com/2011/04/religiao-envenena-tudo.html

  • Anónimo

    http://www.youtube.com/watch?v=Jr5Q5Volv88

  • Anónimo

    traifcante de droga… sim… trafico a bosta da tua irmã

  • Anónimo

    ”a Aids é justa, porque o amor é maltratado”

    Pois… Pode ser o resultado de um amor maltratado, nunca um caso de justiça. Pode. Até pode. Porque sem cuidados, sem o garante de que não há amor num acto que se deseja amoroso. Quecas…? (tudo bem, o prazer pelo prazer é também um direito e há quem o deseje. Ou queira. E são muitos. Bom proveito lhes faça) – mas a justiça é coisa de homens, não do acaso. Daí que discorde da palavra JUSTA ou mesmo INJUSTA neste caso… É a minha posição. Discutível? Claro…!

    Mas pessoas há que “raramente se enganam e nunca têm dúvidas”. Poderá ser o caso do senhor que tal afirmou…

    Por outro lado, penso eu, que tal afirmação não reflecte o pensamento da maioria dos cristãos. Muitos há – sabe-se, sabemos, poderemos saber se tivermos pachorra para investigar – que defendem o uso do preservativos, por exemplo, em situações de encontros ocasionais.

    Mas de facto é uma questão de somenos… (refiro-me à posição desse senhor). E… acho que essa questão – a da SIDA ou AIDS ou lá o que isso é ou significa – foi, na Europa, suficientemente debatida e os incautos ou aventureiros são já escassos. Já não é questão. Acho. E acho, também, que a “cristandade” há muito que desobedece ao chefe.

    O “forro” já não é tabu. E esse tema está na agenda das urgências de há meia década… Mas há que advertir sim, os que se vão inaugurar numa vida sexual plena. Aqui, concordem ou não, parece-me já fora de época…
    Um tema em saldos

  • Zeca-portuga

    Veja bem quem é infantil e inconsequente…

  • Zeca-portuga

    Deveria ser 0% em todos os sectores da sociedade e não apenas no clero.

    Como não é, torna-se desonesto dar mais ênfase a menos de 1 % do que a mais de 60%. Ou não será?

    Se podemos considerar de gravidade extremamente acrescida (para além de ser sempre extremamente grave) o abuso de crianças, não é o que é perpetrado pelos padres, mas sim o que é perpetrado pela própria família, sobretudo os pais, aqueles a quem cumpre, para além de tudo, defendê-la.

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