Diario Ateista

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É o costume

29 de Outubro de 2010  |  Escrito por João Vasco Gama  |  Publicado em Catolicismo, Humor, Mundo  |  77 Comentários

Professora é ‘muito sexy’ para dar aulas em escola católica.

 
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  • Anónimo

    uma professora…
    despiu-se e os pápás tiveram uma erecção

    uma professora…
    e depois?… as camas são para ser rasgadas e as câmaras filmam e…
    há sempre um polícia dentro de cada homem que julga os outros, nunca a si próprio.

    e
    por aqui…
    as mesmas caras
    e
    muita parra e pouca uva… lamentável!…
    pois, agora tenho boneco…
    é que tenho computador novo “topo de gama”
    e
    mudei tudo
    comprei, também, uma bicicleta para me deslocar com alguma rapidez do “DA” e não só
    li tudo
    vi + “católicos” do tipo provocador
    e
    li o que não esperava ler por aqui
    pois…
    lamentável!?…

  • José Moreira

    Não saia daqui, Ca515. Não saia daqui.

  • Anónimo

    …E ainda há imbecis que querem trocar a professora por uma cruzeta pendurada na parede…
    Vade retro!

  • hh

    “Criança de ateu não vai à catequese” – perde metade da personalidade: a parte espiritual. Não há Homens sem espírito, mas os animais não têm espírito. Na catequeses fala-se de valores: amizade, perdão, solidariedade, rectidão, verdade, amor, justiça, respeito, etc.
    Percebo os ateus não querem que essas coisas sejam ensinadas aos seus filhos. Percebo e aceito. Enquanto existirem pessoas sérias, honestas, educadas, esclarecidas, cultas, etc, sempre existirão os ateus que nunca ouviram falar disto e que representa a face negra da humanidade.

    ”não ajuda à missa” – ajudar é pouco. Talvez participar seja mais importante. Como se trata de uma cerimónia de partilha e confraternização, percebo porque os ateus são tão pouco solidários (os pais nem os deixam “ajudar”), tão egoístas e “solitários” anti-sociais. Quem não partilha não é um ser social. As crianças dos teus estão condenadas a ser anti-sociais.

    ”não frequenta os escuteiros” – é-lhes negada uma das actividades mais enriquecedoras da personalidade das crianças. Os escuteiros (católicos ou não) e as guias são estruturas onde as crianças e jovens se sentem completamente felizes. Mas a felicidade dos filhos não é assunto que preocupe os ateus. Para eles os filhos são um fardo, um azar, uma decisão panificada economicamente e tão importante como ter um animal de estimação.

    ”não pertence a “grupos de oração”” – Pois não, pertence a grupos de falta de educação, onde se pratica uma vivência à margem da sociedade e da cultura.

    ”Não corre tantos riscos como os seus, de ser abusado sexualmente por um funcionário de Deus” – funcionários de Deus serão todos os viventes. Aliás, só cá estão porque Ele quer e até quando Ele quiser.
    Mas, se a ideia era falar dos padres, demonstras muita ignorância não sabes que a catequese, os escuteiros e os grupos de oração não são trabalho dos padres, mas sim de pessoas laicas (sim, laicas! Porque laicas ou leigos são todos os crentes que não são clérigos).
    Quanto a correr riscos, correm riscos acrescidos, por dois motivos: primeiro porque no tempo que poderiam estar a aprender alguma coisa estão em casa, a passar o tempo inutilmente; segundo porque os abusos sexuais ocorrem muitas mais vezes nas famílias do que com os padres. Se compararmos as famílias com os padres, serão: menos de 1% com os padres, mas nas famílias é de cerca de 80%. E se contarmos só os ateus (os padres não contam), a percentagem da família ronda os 100%.
    Onde é mais perigoso? Onde?

    ”crescem de forma sã, sem complexos de pecados herdados pelos pais” – dos pais herdam, pelo menos, o ensinamento da hipocrisia, do fanatismo anti-religioso, da estupidez e uma visão da sociedade e da cultura que é facciosa parcial e muito adulterada.
    A falta de seriedade, de educação cívica e de honestidade fazem parte de uma “forma sã” de crescer?

    “não são reprimidos sexualmente” – pois não. São é deturpados e formatados nas taras mais malucas. De atitudes eróticas a pornografia e viagra, segundo aqui li, tudo se espera dos ateus, para as suas crianças.

    “o sexo não serve só e exclusivamente para a reprodução” – biologicamente o sexo tem apenas essa função. A sexualidade é que não é apenas o sexo. Um problema de ignorância das ateus é confundir as duas coisas.
    Mas os pais crentes, a catequese, as aulas de religião e moral, os escuteiros, etc, há muito que esclarecem as crianças sobre o que é sexo e sexualidade.

    Os filhos dos crentes são instruídos com competências que lhe permitem recusar os seres imaginários que os ateus têm na cartola. Para os filhos dos crentes, o Pai Natal (substituto ateu do Menino Jesus), o coelhinho d Páscoa (que põe ovos, segundo os teus), o Super Homem, etc. são invenções comerciai dos ateus. São material adulterado, de consumo obrigatório para ateus.,
    Os crentes não tem medo porque sabem que Deus nunca rejeita os filhos que o honram. Um crente até se pode ajoelhar ante Deus, mas nunca, cobardemente, ante homens e suas ideologias, nem têm uma vida podre, desonesta e humilhante, como a dos ateus. Mesmo de joelhos está de cabeça levanta e de sorriso nos lábios. Os ateus estão de pé para se esconderem e tentarem esquivar-se numa vida penosa de ódio e podridão.

    Que felicidade ser filho de crente!
    Por isso mesmo já há filhos de ateus a queixar-se às CPCJ das atitudes mal-educadas dos pais e de estes lhe imporem um regime de estupidez.

  • hh

    E outros mais imbecis ainda que querem ver na figura da professora uma imagem fálica ou de preversão sexual.

  • Anónimo

    fálica?…. uma professora? o hh sabe o que é um falo (phalo)?…

  • Trol

    eh eh eh “Curioso ainda verificar que a senhora ,que aqui entrou aos altos berros, dando provas de um tom a raiar as fronteiras do histérico…”
    Eu cá entrei na página e não ouvi os gritos da Ca515. Amanhã vou voltar para ver se o problema é do meu computador ou dos ouvidos do antoniofernando…

  • Trol

    Gand’a malha!… sim senhora. E quero mais!!!!!….

  • Anónimo

    há coisas & coisas…

    muitas as que poderia dizer mas, por comodismo e recusar-me a alimentar polémicas, não direi.
    ainda assim
    sugiro ao antoniofernando

    1. uma maior atenção às UVAS – nunca devemos falar do que não sabemos mesmo que a intenção seja o trocadilho
    é.
    o trocadilho não resulta
    e
    o humor cai no vazio (no vácuo)
    não há humor
    não há UVAS
    não há
    nada

    2. as lições – as grandes – recebemos ao longo da vida. com as “cabeçadas” que vamos dando
    não
    no rebuscar de palavras ditas ou gravadas
    as palavras perdem o sentido quando extraídas a granel do texto
    logo
    as lições 1, 2, 3… leva-as o vento
    para (também) o vazio
    e

    “Leram bem ? : ” Mulheres……..”

    não. não li bem!…
    porque não posso ler o que outros querem que eu leia
    eu
    leio – apenas – o que posso entender
    e
    por mim (com os meus olhos / com o meu cérebro)

    tudo o mais são imagens dos outros – não minhas

  • Ora viva

    Meus caros:
    Eu confesso a minha incapacidade para pensar em simultâneo em dar uma queca e resolver uma equação, mesmo que só do primeiro grau e a uma incógnita. E só consegui recuperar das negativas a físico-química do 7º ano no ano seguinte, com uma outra professora, mais sóbria no vestir e na atitude do que aquela que me fazia bater umas valentes pívias na casa-de-banho. A mim e aos meus colegas, entenda-se. Imagino o que seria se tivéssemos tido uma como aquela de que fala a notícia…
    Não é moralismo, é bom senso, fazer com que a senhora ou saia ou se não exponha dessa maneira na escola nem fora dela, publicamente, enquanto quiser ser professora. Aliás, a falta de bom senso é, em primeiro lugar, da parte dela.
    Já agora, e para não aparecerem respostas “ao lado”, sou swinger. Mas sei distinguir entre o que cabe à escola, enquanto local onde se alargam conhecimentos, inclusive os que respeitam à sexualidade, e o correspondente trabalho, e o que cabe dentro do plano das tendências e preferências pessoais.
    Pegar neste tema para falar da moralidade católica ou qualquer outra, é, portanto, pateta e de baixo nível intelectual. Como se nota, lendo os “comentários” que foram produzidos até agora. Uma tristeza. Com ateus deste jaez, nem a alma se lhes aproveita.

  • Andreia_i_s

    JoseMoreira:

    “..E ainda há imbecis que querem trocar a professora por uma cruzeta pendurada na parede…”
    De facto sim, e está a imaginar o inferno que seria se assim fosse? :P

  • Andreia_i_s

    carpinteiro:

    Com todo este comentário tem os meus parabéns :)

  • carpinteiro

    «Não é moralismo, é bom senso, fazer com que a senhora ou saia ou se não exponha dessa maneira na escola nem fora dela, publicamente, enquanto quiser ser professora.»Ora ora, actualize-se meu caro Ora viva. Swinger você? só em baixo, que em cima, continua no tempo da outra senhora.Para ilustrar o que digo vou recorrer ao livro de António Costa Santos – PROIBIDO! – Edição, Guerra e Paz. Pág.123:«O Estado Novo, ciumento, se era forçado pelo correr dos tempos a abrir mão das suas donas-de-casa, enviando-as para o trabalho docente, tudo fez para que, pelo menos, se mantivessem donzelas. As mestras tinham a sua vida sentimental vigiada pelas famílias dos alunos, pelo pároco da terra, pelo regedor da freguesia, pelo ministério e pela lei, que as proibia até de usar maquilhagem.Preferencialmente deveriam ficar soleiras, casadas com o magistério primário e encarar o ensino como missão, a escola primária como convento.Mas se, apaixonadas, enveredassem pelo matrimónio, estavam proibidas de se casarem com homem que não tivesse meios financeiros superiores ao seu ordenado de mestre-escola.O casamento de uma professora tinha que ser autorizado pelo Governo e os noivos, os homens, eram obrigados a apresentar dois atestados: um de bom comportamento moral e cívico (passado pelo pároco local) e outro em como o futuro marido da professora, auferia um ordenado superior ao da mulher (…) Caso contrário era proibido.»Para “não distrair” os meninos, as professoras têm que ser feias por acaso?O mais caricato é que você não aborda a questão da competência, apenas a sensualidade.E diz-se você swinger? Não será de “clientes peludos de peito” no Conde Redondo?

  • Ora viva

    Carpinteiro:
    Não seja estúpido (não, não sou politicamente correcto), leia com atenção o que eu disse e pense sobre o que leu, que o Pavlov já estudou reacções como a que teve. Foi tudo ao lado.

  • Antonioporto

    O problema foi a lotação do banheiro masculino no intervalo.
    Advinhem para quê?

  • Antonioporto

    O problema foi a lotação do banheiro masculino no intervalo.
    Advinhem para quê?

  • Trol

    “Para “não distrair” os meninos, as professoras têm que ser feias por acaso?”

    Os manuais de pedagogia… não dizem isso ;-)

    O problema não é esse, carpinteiro, o problema é que estamos numa escola e a escola (em qualquer regime) é uma passagem… logo o problema é… como destruir a escola, como destruir as instituições que têm como função domesticar o homem e prepará-lo para servir.

    Aí é que bate o ponto.

    Então… o professor(a) – do regime, seja qual ele for – pode fazer o que entender fora das horas de serviço… não pode é exibir o que faz. (isso é talvez… ética) :-)

  • carpinteiro

    Caro Trol, sempre que leio este poema de José María Fonollosa, recordo o “motivo” porque não desisti da disciplina de Inglês. A minha professora.

    Gracely Square

    Es un hermoso cuerpo ese que viene
    hacia mí. Se detiene. Y me sonríe.

    Qué bella esa sonrisa roja y húmeda
    que se abre, como un sexo a mí ofrecido,
    para preguntar algo que no entiendo.

    Miro sus ojos claros. Pienso, mientras,
    que su maravilloso cuerpo late
    junto a mí. Están sus senos cercanísimos
    a mi pecho y el vello en su entrepierna.

    Se apretará, oprimido por las bragas,
    que adivino adorables y minúsculas.
    Y como un ruiseñor sonidos dulces
    gorjea su garganta a mis oídos.

    Ese increíble cuerpo habla conmigo.
    Le respondo: «No sé». Se aparta el cuerpo
    y veo que se alejan las caderas.

    más perfectas de todo el universo.
    He aprender inglés. Ahorita mismo.

  • carpinteiro

    Ora viva. Para lhe provar que estava a brincar consigo, retirei a última parte do meu comentário.
    Continuo porém a pensar, que numa comunidade naturista a professora não se veste antes de entrar na sala de aula.
    Na igreja, Jesus, ainda se apresenta de tanga! E logo numa igreja…

  • Ora viva

    Carpinteiro:
    “Continuo porém a pensar, que numa comunidade naturista a professora não se veste antes de entrar na sala de aula.”
    Em primeiro lugar, não estamos numa sociedade em que o naturismo seja a norma. Porque, se estivéssemos, veríamos a nudez com outros olhos.
    Em segundo lugar, a questão, mesmo numa sociedade onde ela o é, não é de nudez nem de beleza ou fealdade da professora ou do professor. Estamos no plano da sugestão erótica, onde essas coisas se esbatem quase por completo.
    Por isso, das duas uma: ou a escola é um lugar de aprendizagem onde o plano do erótico não entra, a não ser na qualidade de reflexão estética e de educação afectiva (no português, na filosofia, na educação cívica – essa história da disciplina de Educação Sexual é uma treta), à semelhança de alguém que se isola temporariamente para fazer o ponto da situação dos seus conhecimentos e para adquirir outros que possam vir a ser-lhe úteis, bem como aos outros; ou a escola terá outras funções, que o meu amigo determinará.
    Quais?

  • carpinteiro

    «…essa história da disciplina de Educação Sexual é uma treta…»Lamento mas não concordo. A disciplina de educação sexual é muitíssimo importante. Não é por acaso que somos o país da Europa com mais adolescentes grávidas.Toda a adolescência se desenrola durante o percurso escolar.E, pese embora a Igreja ainda considere a masturbação um pecado, ela faz parte do desenvolvimento psicossexual do adolescente.Não será por acaso que grande parte dos professores tem relutância em abordar o tema da sexualidade nas suas turmas. Costumo dizer aos meus alunos: o sexo nasce connosco e connosco morre, por ele existimos como espécie, vamos então falar dele sem tabus, sem medos ou vergonha, com seriedade. No final da aula, acabam-se os sorrisos envergonhados e olhares “malandros” e todos saem satisfeitos com os esclarecimentos alcançados. A escola serve e deve fornecer aos alunos os dados suficientes para eles lidarem com a sua sexualidade de uma forma sadia sem complexos de culpa, medos e recalcamentos. Se a Igreja se arroga no direito de “controlar” (a meu ver de forma errada) sexualmente a sociedade, não vejo porque a escola não deva abordar, esclarecer e até ensinar sobre essa temática. Já agora, e a título de curiosidade, dê uma olhadela num livro da disciplina de Religião e Moral e “esclareça-se” sobre o tema da sexualidade segundo a óptica da Igreja. Diga-me depois que não sorriu ;-)

  • Ora viva

    Carpinteiro:
    Continua a evitar comentar ou responder ao que lhe disse anteriormente.
    Quanto à disciplina de educação sexual, reafirmo que é uma treta. Há informação às carradas sobre ela, desde a programas e documentários na tv até revistas de todo o tipo. Dizer que uma adolescente de hoje não tem meios para saber como evitar ficar grávida, só por piada. Se for pelas estatísticas, aliás, os estudantes de medicina portugueses também são os que menos usam preservativo para se protegerem do contágio da SIDA. Porquê? Não têm informação? E, ainda por cima, segundo essas estatísticas são os que menos lavam as mãos, mesmo depois de já licenciados, favorecendo a propagação de doenças. Porquê? É preciso criar uma disciplina no secundário para ensinar os alunos a lavar as mãos? Ou um workshop, que está mais na moda…
    Não estaremos, antes, perante uma cultura de irresponsabilidade?
    Ora, deixe-se lá de chavões e de papaguear acriticamente o que o poder nos quer enfiar por todos os buracos que temos na cabeça como sabedoria adequada a bons cidadãos e comece mas é a dormir com os dois olhos abertos.

  • Ora viva

    Carpinteiro:

    Olhe, a propósito de educação sexual, tome lá esta, que já tem uns quarenta anos:

    http://www.youtube.com/watch?v=-i-TrVUZjtE

    E divirta-se, homem, divirta-se.

  • Anónimo

    Doze candidatos ao sacerdócio estavam para ser ordenados.
    Na prova final deveriam formar uma fila, totalmente despidos, enquanto uma linda e gostosa bailarina exótica, totalmente nua, realizaria na frente de cada um deles, uma excitante dança oriental.
    No ‘pigulin’ de cada candidato foi amarrado um sininho e, foi alertado que quem fizesse o sino soar, não seria ordenado padre e estaria reprovado.
    Esse fato demonstraria que ainda não tinha alcançado o estado de pureza espiritual que a função requer.
    A bela dançarina inicia sua excitante dança na frente do primeiro candidato.
    Ele suportou galhardamente e não teve nenhum tipo de reação… A mesma coisa aconteceu com o segundo, o terceiro…, o quarto…..
    O Bispo estava maravilhado. …
    Quando a dançarina chegou no último candidato o sininho começou a badalar que nem um alucinado a ponto de se soltar do ‘pigulim’ e cair no chão. O candidato a padre, totalmente envergonhado. … se agachou para pegar o sininho e….

    Todos os outros sininhos começaram a tocar……. …

  • Molochbaal

    Ainda não percebi o que é que há de tão melindroso no sexo. Eu gosto de pornografia e às vezes vou às putas.

    E depois ?

    Falta de respeito ? Respeito muito mais essas senhoras do que a maior parte dos cavalheiros e senhoras bem da sociedade socialmente correcta que geralmente fazem o mesmo que elas mas de forma mais hipócrita.

  • Molochbaal

    Se vão fazer o jantarinho não se esqueçam de convidar o zequinha tuga. Assim ele poderá exemplificar moral cristã tentando assasinar os outros convivas. Ou pode que tente demonstrar a sua teoria de que os casos estudados cientificamente, para não falar dos que vemos nas ruas, de homoseuxualidade entre os animais não passam de “brincadeiras”. Neste caso a demonstração teria lugar em cima da mesa do restaurante, onde ele exemplificaria a “brincadeira” com um pastor alemão.

    Em todo o caso permitam-me declinar desde já qualquer convite. Eu prefiro conviver com animais – embora não tenha com eles as brincadeiras do zéquinha.

  • Molochbaal

    Fiquei abismado ! Só quando vi o vídeo compreendi a enormidade da situação.

    Só pelo texto não fiquei surpreendido, o que alguém faz fora do local de trabalho, desde que não seja ilegal, ninguém tem nada com isso, mas é o costume a igreja querer mandar na vida privada dos outros e não me surpreende.

    Já o facto, só referido no vídeo, de a professora ter deixado a vida de modelo e mesmo assim os papás católicos quererem “vingança” é muito mais grave.

    Quer dizer, a rapariga arrepende-se e quer mudar de vida, e os católicos conservadores, como sempre exactamente ao contrário de toda a sua própria propaganda do perdão, mandam o seu arrependimento ás malvas e tentam destruir-lhe a carreira, quiçá obrigando-a a voltar à sua vida anterior.

    E ainda vêm a Ca515 e o hh gabarem-se da intransigência e crueldade das bestas dos paizinhos católicos conservadores !

    Bem, já aqui referi que gosto de ir ás putas e já referi que as respeito. Gostava só de acrescentar que a vossa atitude uma vez mais prova que a puta mais pedrada e decadente do cais do sodré é pelo menos 10 000 vezes mais digna do que vocês todos juntos.

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