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	<title>Comentários em: «Mamas sim, anticlericalismo não!»</title>
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	<description>Fundado no ano 2000, o ateismo.net foi o sítio web criado para juntar uma comunidade de ateus e ateias portugueses para a formação do que veio a ser a Associação Ateísta Portuguesa. O ateismo.net deu origem ao Diário Ateísta, um dos primeiros blogs portugueses, hoje um espaço privado de divulgação de opinião e comentário pessoal daqueles que aqui colaboram. Todos os textos aqui publicados são da exclusiva responsabilidade dos autores e não representam necessariamente as posições da AAP.</description>
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		<title>Por: jovem1983</title>
		<link>http://www.ateismo.net/2010/07/08/mamas-sim-anticlericalismo-nao/comment-page-1/#comment-21710</link>
		<dc:creator>jovem1983</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 09 Jul 2010 20:15:39 +0000</pubDate>
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		<description>Caríssimo antoniofernando:&lt;br&gt;&lt;br&gt;Compreendo a sua indignação perante este número da revista Playboy, e está no pleno uso do seu direito, mas terá que rever que este número da revista tem como base uma obra específica de Saramago, o pretexto da sua homenagem, a natureza polémica da própria revista e o cumprimento dos objectivos da actividade legal da empresa. &lt;br&gt;&lt;br&gt;Como repara não é uma acção que visa propriamente um confronto directo com a ideia bíblica de Cristo ou com a religião católica propriamente dita, apesar de este número se inspirar na polémica do livro de Saramago, que por sua vez como bem sabe já tinha anteriormente interpretado a dita figura de forma particular, retirando-a do pedestal dos altares pós-conciliares (essa questão já tinha sido debatida largamente na sociedade, e os efeitos dessa polémica resultaram em censura assumida por parte do partido então no poder).&lt;br&gt;&lt;br&gt;O personalismo do seu exemplo não tem cabimento, na medida que se tal facto ocorresse seria da responsabilidade das partes envolvidas mediados por um contrato mútuo. Caso alguma mulher ou homem decidisse participar numa ou mais produções da revista, e dessa participação resultasse algum abuso contratual dessa exposição, o assunto seria resolvido em sede judicial por abuso de direitos individuais e violação contratual.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Poderia perguntar-me se concordaria que alguém da minha família ou algum amigo ou amiga participassem dessa forma da revista, contudo a minha resposta não teria qualquer propriedade visto que não seria eu a participar, mas a parte que assim o decidisse fazer. &lt;br&gt;&lt;br&gt;Posso não concordar com muita coisa, mas tenho consciência que este tipo de situações ou outras acontecem frequentemente no dia a dia, e que não é o meu desagrado que mudará alguma coisa, como a actual aceitação da descrença por parte de muitos crentes que não se verifica com pena da minha liberdade individual, direito de autodeterminação e de escolha, bem como a própria liberdade de expressão individual ou colectiva. &lt;br&gt;&lt;br&gt;Isto tudo não quer dizer que as posições de homens e mulheres de religião não seja atendida, mas permite o alargamento do espectro do pensamento social, neste caso, em ambos os sentidos.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Já escrevi noutro espaço que há quem desaprove, quem aprove e para quem isto tudo é totalmente indiferente, e de forma a garantir a possibilidade de expressão e indignação de todas as partes, o facto da inexistência de obrigação de compra ou visualização, resume as acções na possibilidade de compra ou não compra. Por exemplo, pessoalmente não comprei nem faço intenções de comprar este ou outros números.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caríssimo antoniofernando:</p>
<p>Compreendo a sua indignação perante este número da revista Playboy, e está no pleno uso do seu direito, mas terá que rever que este número da revista tem como base uma obra específica de Saramago, o pretexto da sua homenagem, a natureza polémica da própria revista e o cumprimento dos objectivos da actividade legal da empresa. </p>
<p>Como repara não é uma acção que visa propriamente um confronto directo com a ideia bíblica de Cristo ou com a religião católica propriamente dita, apesar de este número se inspirar na polémica do livro de Saramago, que por sua vez como bem sabe já tinha anteriormente interpretado a dita figura de forma particular, retirando-a do pedestal dos altares pós-conciliares (essa questão já tinha sido debatida largamente na sociedade, e os efeitos dessa polémica resultaram em censura assumida por parte do partido então no poder).</p>
<p>O personalismo do seu exemplo não tem cabimento, na medida que se tal facto ocorresse seria da responsabilidade das partes envolvidas mediados por um contrato mútuo. Caso alguma mulher ou homem decidisse participar numa ou mais produções da revista, e dessa participação resultasse algum abuso contratual dessa exposição, o assunto seria resolvido em sede judicial por abuso de direitos individuais e violação contratual.</p>
<p>Poderia perguntar-me se concordaria que alguém da minha família ou algum amigo ou amiga participassem dessa forma da revista, contudo a minha resposta não teria qualquer propriedade visto que não seria eu a participar, mas a parte que assim o decidisse fazer. </p>
<p>Posso não concordar com muita coisa, mas tenho consciência que este tipo de situações ou outras acontecem frequentemente no dia a dia, e que não é o meu desagrado que mudará alguma coisa, como a actual aceitação da descrença por parte de muitos crentes que não se verifica com pena da minha liberdade individual, direito de autodeterminação e de escolha, bem como a própria liberdade de expressão individual ou colectiva. </p>
<p>Isto tudo não quer dizer que as posições de homens e mulheres de religião não seja atendida, mas permite o alargamento do espectro do pensamento social, neste caso, em ambos os sentidos.</p>
<p>Já escrevi noutro espaço que há quem desaprove, quem aprove e para quem isto tudo é totalmente indiferente, e de forma a garantir a possibilidade de expressão e indignação de todas as partes, o facto da inexistência de obrigação de compra ou visualização, resume as acções na possibilidade de compra ou não compra. Por exemplo, pessoalmente não comprei nem faço intenções de comprar este ou outros números.</p>
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		<title>Por: antoniofernando</title>
		<link>http://www.ateismo.net/2010/07/08/mamas-sim-anticlericalismo-nao/comment-page-1/#comment-21709</link>
		<dc:creator>antoniofernando</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 09 Jul 2010 19:46:29 +0000</pubDate>
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		<description>É tudo muito democrático. Mas eu queria ver,se a Playboy publicasse fotos eróticas com as vossas mulheres e as vossas filhas em imagens de sugestão erótica, se vocês gostariam.Podem retorquir dizendo que as vossas mulheres e as vossa filhas não são figuras religiosas. Mas o que é que isso retiraria à Playboy o &quot; sacrossanto direito&quot; de &quot; liberdade de criação&quot; que alguns aqui apregoam,em teses  tão fundamentalistas, só porque a temática não lhes toca directamente à porta ?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>É tudo muito democrático. Mas eu queria ver,se a Playboy publicasse fotos eróticas com as vossas mulheres e as vossas filhas em imagens de sugestão erótica, se vocês gostariam.Podem retorquir dizendo que as vossas mulheres e as vossa filhas não são figuras religiosas. Mas o que é que isso retiraria à Playboy o &#8221; sacrossanto direito&#8221; de &#8221; liberdade de criação&#8221; que alguns aqui apregoam,em teses  tão fundamentalistas, só porque a temática não lhes toca directamente à porta ?</p>
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		<title>Por: antoniofernando</title>
		<link>http://www.ateismo.net/2010/07/08/mamas-sim-anticlericalismo-nao/comment-page-1/#comment-21704</link>
		<dc:creator>antoniofernando</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 09 Jul 2010 16:16:06 +0000</pubDate>
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		<description>A Playboy, como se viu, pode incluiu alusões eróticas a Cristo. Só não consegue fazê-lo em relação a Maomé porque aí é preciso tê-los no sítio...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>A Playboy, como se viu, pode incluiu alusões eróticas a Cristo. Só não consegue fazê-lo em relação a Maomé porque aí é preciso tê-los no sítio&#8230;</p>
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		<title>Por: Rjgalves2001</title>
		<link>http://www.ateismo.net/2010/07/08/mamas-sim-anticlericalismo-nao/comment-page-1/#comment-21697</link>
		<dc:creator>Rjgalves2001</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 09 Jul 2010 01:13:26 +0000</pubDate>
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		<description>Ludi,&lt;br&gt;a Playboy «central» decidiu encerrar uma filial que seguia uma linha editorial com que não concordava.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Ludi,<br />a Playboy «central» decidiu encerrar uma filial que seguia uma linha editorial com que não concordava.</p>
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		<title>Por: Carpinteiro</title>
		<link>http://www.ateismo.net/2010/07/08/mamas-sim-anticlericalismo-nao/comment-page-1/#comment-21696</link>
		<dc:creator>Carpinteiro</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 09 Jul 2010 00:29:11 +0000</pubDate>
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		<description>Rodrigues, o ridículo é tanto que apesar de não existir uma única fotografia nem prova do filho do mito, exigem respeito pela imagem do fulano!&lt;br&gt;E nunca existiu que faria se algum dia tivesse nascido.&lt;br&gt;Exigem respeito pela cruz. Se a história engendrada revelasse que tinha sido enforcado, tinhamos que ter respeito por uma corda de enforcado?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Rodrigues, o ridículo é tanto que apesar de não existir uma única fotografia nem prova do filho do mito, exigem respeito pela imagem do fulano!<br />E nunca existiu que faria se algum dia tivesse nascido.<br />Exigem respeito pela cruz. Se a história engendrada revelasse que tinha sido enforcado, tinhamos que ter respeito por uma corda de enforcado?</p>
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		<title>Por: A. Rodrrigues</title>
		<link>http://www.ateismo.net/2010/07/08/mamas-sim-anticlericalismo-nao/comment-page-1/#comment-21695</link>
		<dc:creator>A. Rodrrigues</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 Jul 2010 23:05:18 +0000</pubDate>
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		<description>Mas, quem disse que o que aparece na figura é Jesus Cristo?&lt;br&gt;Arranjem uma fotografia, real, dele para comparar a ver se tem alguma semelhança.&lt;br&gt;E se for, realmente, Jesus Cristo ele que apareça e apresente queixa em tribunal contra a revista ou que mande um raio-que-parta a máquina que imprimiu a revista. Mais ninguém tem o direito de se sentir ofendido.&lt;br&gt;Mas creio até que, se existisse, ele ia gostar de ver essas imagens. Afinal até já ouvi dizer que Jesus Cristo era gay. E, eu acredito.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Mas, quem disse que o que aparece na figura é Jesus Cristo?<br />Arranjem uma fotografia, real, dele para comparar a ver se tem alguma semelhança.<br />E se for, realmente, Jesus Cristo ele que apareça e apresente queixa em tribunal contra a revista ou que mande um raio-que-parta a máquina que imprimiu a revista. Mais ninguém tem o direito de se sentir ofendido.<br />Mas creio até que, se existisse, ele ia gostar de ver essas imagens. Afinal até já ouvi dizer que Jesus Cristo era gay. E, eu acredito.</p>
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		<title>Por: Ludwig</title>
		<link>http://www.ateismo.net/2010/07/08/mamas-sim-anticlericalismo-nao/comment-page-1/#comment-21693</link>
		<dc:creator>Ludwig</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 Jul 2010 20:41:29 +0000</pubDate>
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		<description>Ricardo,&lt;br&gt;&lt;br&gt;Acho que uma editora privada decidir o que quer publicar não é censura. É um direito...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Ricardo,</p>
<p>Acho que uma editora privada decidir o que quer publicar não é censura. É um direito&#8230;</p>
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		<title>Por: Nunof</title>
		<link>http://www.ateismo.net/2010/07/08/mamas-sim-anticlericalismo-nao/comment-page-1/#comment-21692</link>
		<dc:creator>Nunof</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 Jul 2010 20:37:55 +0000</pubDate>
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		<description>Muito bem! Finalmente se vê o radicalismo português, a falta de nível, a baixesa, a falta de educação, um novo riquismo reinante neste País, nos pseudo-artistas portugueses e na &quot;Coltura&quot;. Isto não é nada mais do que tentar ferir as sensibilidades da maioria dos portugueses. Isto não é cultura, não é sequer uma homenagem a Saramago que não passou de um pretexto. Apoiado!!!!. Muito bem dito pela vice-presidente da Playboy Teresa Henessy, que demonstrou nas suas declarações, a falta de nível dos portugueses que nem mandaram para pré-aprovação esta edição. Ora se os iluminados portugueses que criaram esta bandalheira soubessem que a intenção era apenas homenagear Saramago tinham certamente mandado para a casa mãe para aprovação. Agora têm aí o resultado. Talvez isto os faça pensar.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Muito bem! Finalmente se vê o radicalismo português, a falta de nível, a baixesa, a falta de educação, um novo riquismo reinante neste País, nos pseudo-artistas portugueses e na &#8220;Coltura&#8221;. Isto não é nada mais do que tentar ferir as sensibilidades da maioria dos portugueses. Isto não é cultura, não é sequer uma homenagem a Saramago que não passou de um pretexto. Apoiado!!!!. Muito bem dito pela vice-presidente da Playboy Teresa Henessy, que demonstrou nas suas declarações, a falta de nível dos portugueses que nem mandaram para pré-aprovação esta edição. Ora se os iluminados portugueses que criaram esta bandalheira soubessem que a intenção era apenas homenagear Saramago tinham certamente mandado para a casa mãe para aprovação. Agora têm aí o resultado. Talvez isto os faça pensar.</p>
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		<title>Por: jovem1983</title>
		<link>http://www.ateismo.net/2010/07/08/mamas-sim-anticlericalismo-nao/comment-page-1/#comment-21691</link>
		<dc:creator>jovem1983</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 Jul 2010 20:29:35 +0000</pubDate>
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		<description>A acção da Playboy sobre a sucursal portuguesa é questionável, na medida em que já foram publicadas outras capas e outras fotos com modelos aludindo à suposta mãe de deus em revistas noutros países.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Pessoalmente defendo que quem quiser compre, quem não quiser não compre, e isto liga-se com a própria ideia de ofensa à sensibilidade de terceiros. &lt;br&gt;&lt;br&gt;Sou bastante apreensivo quanto a estas questões, visto que estas assentas sobretudo em parcialidade, isto é, por exemplo, quando sou abordado na rua ou em casa com pregação também sinto que não estão a respeitar a minha individualidade ou a minha descrença, e mesmo quando digo que não acredito muitas vezes a tentativa de pregação não termina e acentua-se, mas nesses casos evito continuar uma conversa que não leva a lado nenhum e despeço-me, e ou me vou embora ou fecho educadamente a porta de casa.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>A acção da Playboy sobre a sucursal portuguesa é questionável, na medida em que já foram publicadas outras capas e outras fotos com modelos aludindo à suposta mãe de deus em revistas noutros países.</p>
<p>Pessoalmente defendo que quem quiser compre, quem não quiser não compre, e isto liga-se com a própria ideia de ofensa à sensibilidade de terceiros. </p>
<p>Sou bastante apreensivo quanto a estas questões, visto que estas assentas sobretudo em parcialidade, isto é, por exemplo, quando sou abordado na rua ou em casa com pregação também sinto que não estão a respeitar a minha individualidade ou a minha descrença, e mesmo quando digo que não acredito muitas vezes a tentativa de pregação não termina e acentua-se, mas nesses casos evito continuar uma conversa que não leva a lado nenhum e despeço-me, e ou me vou embora ou fecho educadamente a porta de casa.</p>
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		<title>Por: Miguel Sanches</title>
		<link>http://www.ateismo.net/2010/07/08/mamas-sim-anticlericalismo-nao/comment-page-1/#comment-21689</link>
		<dc:creator>Miguel Sanches</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 Jul 2010 19:49:51 +0000</pubDate>
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		<description>E já agora. Concordo com a opinião de que mergulhar um crucifixo em mijo é de extremo mau gosto, mas a ideia de responder a esse tipo de (chamemos) expressões com violência, é algo que mais uma vez me espanta no seu discurso. Não resolveria nada e perpetuava um tipo de prática opressiva que felizmente já não acontece no nosso país, mas que se tiver saudades ainda pode ir encontrar em alguns países do médio oriente. O mau gosto não se altera com violência mas sim com educação.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>E já agora. Concordo com a opinião de que mergulhar um crucifixo em mijo é de extremo mau gosto, mas a ideia de responder a esse tipo de (chamemos) expressões com violência, é algo que mais uma vez me espanta no seu discurso. Não resolveria nada e perpetuava um tipo de prática opressiva que felizmente já não acontece no nosso país, mas que se tiver saudades ainda pode ir encontrar em alguns países do médio oriente. O mau gosto não se altera com violência mas sim com educação.</p>
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