Educador brasileiro desmascara Opus Dei
22 de Dezembro de 2009 | Escrito por Carlos Esperança | Publicado em Seitas | 21 Comentários
![memoriassexuaisnoopusdei[3] memoriassexuaisnoopusdei[3]](http://www.ateismo.net/wp-content/uploads/2009/12/memoriassexuaisnoopusdei3.jpg)
Depois de uma década dedicada à entidade católica, ele decidiu colocar no papel tudo o que viu, sentiu e sofreu por lá. Antônio Carlos é educador matemático brasileiro e professor do IME-USP.
Dezembro 22nd, 2009 at 10:35 (#)
A Opus Dei é um lixo.
E ponto.
O culto à personalidade mórbida de Josemaría Escrivá de Balaguer é caricatura somada à mais abjeta subserviência.
Esse grupelho tem de ser adjetivado conforme os méritos. No caso, a falta de.
Abraços,
Marcelo
Dezembro 22nd, 2009 at 11:58 (#)
tá na hora de desmascarar também os jesuitas, RCC, teologia de libertação e outras organizações católicas…. ah.. e claro… o proprio vaticano SA
Dezembro 22nd, 2009 at 13:30 (#)
Onde é que a gente pode encomendar um macacão antimasturbação ?
É que estou a pensar oferecer um ao zéquinha.
Agora, na época natalícia, a TV fica cheia de capados vestidos de rendinhas e ele é capaz de perder a cabeça e cometer algum pecado.
Dezembro 22nd, 2009 at 13:43 (#)
Pelo contrário, os jesuítas (vide Hans Kung) e teologia da libertação constituem contrapesos ao extremismo ultraconservador da opus dei e actual governo vaticanista.
Claro que fanáticos ateus nunca compreenderão que a religião pode ter aspectos positivos. Mas tem.
Dezembro 22nd, 2009 at 13:46 (#)
realmente tem aspectos po$itivo$…. tenho vontade abrir 1 igreja pra futuramente abrir 1 conta na $ui$$a.
Dezembro 22nd, 2009 at 14:03 (#)
Sem dúvida que é esse a generalidade dos casos. Porém convém não esquecer os milhares de pessoas que, inspirados pela igreja, até ajudam os necessitados.
Concretamente estou a lembrar-me de, enquanto tu falas de cadeirão contra as ditaduras católicas, milhares de padres e leigos da teologia da libertação ofereceram as suas vidas, MORRERAM da forma mais dolorosa possível, para combater essas mesmas ditaduras.
Dezembro 22nd, 2009 at 14:14 (#)
Da mesma forma duvido muito que tenham prometido uma conta na suiça ao padre Kolbe quando se deixou matar à fome para salvar outro preso do campo de concentração.
Dezembro 22nd, 2009 at 14:45 (#)
Mas Kolbe fez isso por conta própria ou por influência dos superiores??
Dezembro 22nd, 2009 at 14:49 (#)
teve padres da t. de libertação ke combateram as ditaduras… mas não soube deles se revoltaram contra seus colegas de habito ke cooperavam com as ditaduras…
jogo duplo…
os padres da libertação bancam os moderninhos.. rebeldes… mas no fim acabam beijando os pes do papa
Dezembro 22nd, 2009 at 14:58 (#)
sei pq a igreja romana criou a teologia de liberação.. é pra distari opiniao publica… faz-la acreditar ke a igreja esta seriamente comprometida com o povo etc.
Kolbe??? virou 1 instrumento ideologico da igreja . pra dizer ke toda igreja foi radicalmente antinazi… ke não foi realmente…
falemos destes 2 antigos prelados católicos romanos…. http://pt.wikipedia.org/wiki/Carlos_Duarte_Costa
Dom Carlos mudou para o Rio de Janeiro, onde continuou sua crítica ao regime de Getúlio Vargas e da aliança do Vaticano com os regimes totalitários, principalmente O Facismo de Benito Mussulini na Itália e o Nazismo de Adolf Hitler na Alemanha, não poupando também o Generalíssimo Franco da Espanha e Salazar em Porutgal. Também iniciou a pregar contra a doutrina da infalibilidade Papal, manter uma atitude liberal quanto ao divórcio e a liberdade para os clérigos se casarem.
Em 1944 foi preso e pressões internacionais encabeçadas pelo presidente norte-americano Franklin Delano Roosevelt e pelo primeiro-ministro britânico Winston Churchill fizeram que o governo federal libertassem-no
Em 1945 Dom Carlos denunciou uma supopsta Operação Odessa, que afirmou ter sido organizada pelo Vaticano para permitir a fuga de oficiais nazistas. Após isso, que mostrou-se um estopim para que viesse punição mais severa para o dissidente bispo, o Papa Pio XII excomungou-o.
Dezembro 22nd, 2009 at 15:03 (#)
http://es.wikipedia.org/wiki/Magnum_Crimen
Magnum Crimen es un libro sobre el clericalismo en Croacia a partir de finales de siglo XIX hasta el final de la Segunda Guerra Mundial. El libro, cuyo título completo es Magnum crimen – pola vijeka klerikalizma u Hrvatskoj (El Gran Delito – medio siglo de clericalismo en Croacia), fue escrito por un ex sacerdote católico y profesor e historiador de la Universidad de Belgrado, Viktor Novak (1889 – 1977). [1] Fue publicado por primera vez en Zagreb en 1948 [2] .
“El arzobispo Aloysius Stepinac es retratado en este libro como un ferviente católico y cruzado que públicamente apoyó la creación del Estado Independiente de Croacia,[10] , considerando a la Ustasha como patriotas,[11] y defendiéndola ante el Papa.[12] Stepinac es considerado responsable de la presunta actitud racista y el comportamiento de su clero.[13] .”
o ex-padre Viktor Novak denunciou o envolvimento do clero com Pavelic.
Dezembro 22nd, 2009 at 20:14 (#)
Francamente, se tu próprio estás a dar informação acerca de prelados que combateram as ditaduras e defenderam os pobres não percebo qual é o teu problema.
EXISTEM de facto milhares de de crentes que defendem os pobres e dão a vida pela justiça social.
Outros milhares fazem exactamente o contrário. E então ? Isso prova que tudo depende das pessoas. A crença, como a descrença, podem ser boas ou más consoante as pessoas que as defendem o são. A crença ou a descrença em si mesmas não são boas nem más.
Dezembro 22nd, 2009 at 20:21 (#)
oh.. baal… a ICAR é boazinha… ela criou a teologia de libertação por total amor aos pobres…. foi tudo de graça… numa boa…
ah…
dou mais valor a Carlos Duarte e Viktor Novak que ousaram denunciar as sujeiras da igreja…
Nenhum desses padrecos “libertadores” teve culhão pra fazer isso!!!
Dezembro 22nd, 2009 at 20:24 (#)
jesuitas… todos bons???? ah é??? eles tem tradição secular de promoverem conversões de “hereges”!! a ultima grande promoção de conversões foi na Croacia de Pavelic
Dezembro 22nd, 2009 at 20:38 (#)
Tu póprio citaste padres que foram presos ou até expulsos da igreja por defenderem a justiça social. Podes continuar a ignorar o que isso implica.
Mas as implicações éticas existem quer tu admitas ou não.
Dezembro 22nd, 2009 at 20:41 (#)
E continuas com o “todos” o que me leva a crer que escrevo em japonês com pronúncia da aldeia de Fujima de baixo, porque estou a dizer há dias que tudo deoende das pessoas. E sim, hoje em dia, na generalidade os jesuítas representam uma corrente mais progressista na igreja – em comparação com viveiros de zequinhas tipo opus dei.
Dezembro 23rd, 2009 at 01:14 (#)
Francamente, se tu próprio estás a dar informação acerca de prelados que combateram as ditaduras e defenderam os pobres não percebo qual é o teu problema.
EXISTEM de facto milhares de de crentes que defendem os pobres e dão a vida pela justiça social.
Outros milhares fazem exactamente o contrário. E então ? Isso prova que tudo depende das pessoas. A crença, como a descrença, podem ser boas ou más consoante as pessoas que as defendem o são. A crença ou a descrença em si mesmas não são boas nem más.
Dezembro 23rd, 2009 at 01:21 (#)
oh.. baal… a ICAR é boazinha… ela criou a teologia de libertação por total amor aos pobres…. foi tudo de graça… numa boa…
ah…
dou mais valor a Carlos Duarte e Viktor Novak que ousaram denunciar as sujeiras da igreja…
Nenhum desses padrecos “libertadores” teve culhão pra fazer isso!!!
Dezembro 23rd, 2009 at 01:24 (#)
jesuitas… todos bons???? ah é??? eles tem tradição secular de promoverem conversões de “hereges”!! a ultima grande promoção de conversões foi na Croacia de Pavelic
Dezembro 23rd, 2009 at 01:38 (#)
Tu póprio citaste padres que foram presos ou até expulsos da igreja por defenderem a justiça social. Podes continuar a ignorar o que isso implica.
Mas as implicações éticas existem quer tu admitas ou não.
Dezembro 23rd, 2009 at 01:41 (#)
E continuas com o “todos” o que me leva a crer que escrevo em japonês com pronúncia da aldeia de Fujima de baixo, porque estou a dizer há dias que tudo deoende das pessoas. E sim, hoje em dia, na generalidade os jesuítas representam uma corrente mais progressista na igreja – em comparação com viveiros de zequinhas tipo opus dei.