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	<title>Comentários em: Ser bispo dá direito a prémio?</title>
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	<description>Fundado no ano 2000, o ateismo.net foi o sítio web criado para juntar uma comunidade de ateus e ateias portugueses para a formação do que veio a ser a Associação Ateísta Portuguesa. O ateismo.net deu origem ao Diário Ateísta, um dos primeiros blogs portugueses, hoje um espaço privado de divulgação de opinião e comentário pessoal daqueles que aqui colaboram. Todos os textos aqui publicados são da exclusiva responsabilidade dos autores e não representam necessariamente as posições da AAP.</description>
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		<title>Por: Carpinteiro</title>
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		<dc:creator>Carpinteiro</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 13 Dec 2009 05:48:38 +0000</pubDate>
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		<description>«Tem promovido a intolerância, nomeadamente contra ateus e homossexuais.»&lt;br&gt;&lt;br&gt;Ora, aqui está o cerne da questão.&lt;br&gt;Foi a resposta da Igreja ao anúncio do governo sobre a lei da união de facto.&lt;br&gt;Esta nomeação foi estudada ao pormenor e constitui um recado a Sócrates.&lt;br&gt;Repararam no ar de cínico regozijo do presidente da república enquanto enchia a boca atribuindo ao premiado, virtudes que não possui?&lt;br&gt;&lt;br&gt;Churchil dizia: Em política nada sucede por acaso, tudo é pensado ao mínimo pormenor.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Já todos estamos fartos (por reféns) das lutas intestinas pelo poder entre o Opus Dei (que conseguiu colocar o Senhor Silva na presidência) e os do aventalinho (maçonaria) que controlam a banca e a política.&lt;br&gt;&lt;br&gt;O presidente, antecipou-se à comissão episcopal (nesta só acredita quem quer…), e convidou o Papa para dar uma ajudinha na sua mais que improvável reeleição para a presidência. A Igreja, habituada àqueles jogos de bastidores que lhe permitem um comportamento híbrido que é, mostrar-se pobre, em nome dos pobres, enquanto faz entrar os milhões sacados aos desgraçados, nos cofres do Vaticano para alimentar os seus negócios bilionários.&lt;br&gt;&lt;br&gt;A Igreja quer resolver o problema da “união de facto” (a seu favor) antes de o Papa chegar, e, embora a proposta fizesse parte de um programa de um governo que quer se goste ou não (e eu não gosto), ganhou as eleições, a Igreja não quer saber disso para nada. A democracia é boa quando nos convêm - pensam eles. &lt;br&gt;&lt;br&gt;Como a lei do aborto foi um sapo difícil de engolir, exigem a desforra. Na sua tradicional forma de actuar, dizem nos telejornais que não querem problemas com o governo e ao mesmo tempo, nas igrejas, embrutecem grupos organizados de fiéis para propalarem as suas reivindicações.&lt;br&gt;&lt;br&gt;São jogos perigosos, mas a igreja passa por cima de tudo e de todos, está habituada, e nada se intromete quando os seus interesses estão em jogo.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Dirão alguns: é uma questão de princípios e a igreja defende os seus. Nada mais falso, é uma questão de protagonismo, - receio de cair na indiferença social; daí o confronto constante com o poder político como afirmação de poder.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Nos dias de hoje quem não se mostra cai no esquecimento e na indiferença. O que a Igreja mais teme.&lt;br&gt;Vejam a quantidade de presépios que crescem como cogumelos pelo país fora. Somos miseráveis, mas isso que importa se temos o maior número de presépios per capita e a esposa do presidente a promover o negócio o espectáculo? Sempre fomos os maiores em coisas banais, o Guinness confirma-o! &lt;br&gt;O maior bolo do mundo!… o maior assador de castanhas do mundo! E por aí adiante… até temos uma santa com a cova mais funda do mundo, quem d`Iria! tem um património que tirava todos os portugueses da miséria... - Os senhores padres é que não estão pelos ajustes.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Somos um povo fantástico!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>«Tem promovido a intolerância, nomeadamente contra ateus e homossexuais.»</p>
<p>Ora, aqui está o cerne da questão.<br />Foi a resposta da Igreja ao anúncio do governo sobre a lei da união de facto.<br />Esta nomeação foi estudada ao pormenor e constitui um recado a Sócrates.<br />Repararam no ar de cínico regozijo do presidente da república enquanto enchia a boca atribuindo ao premiado, virtudes que não possui?</p>
<p>Churchil dizia: Em política nada sucede por acaso, tudo é pensado ao mínimo pormenor.</p>
<p>Já todos estamos fartos (por reféns) das lutas intestinas pelo poder entre o Opus Dei (que conseguiu colocar o Senhor Silva na presidência) e os do aventalinho (maçonaria) que controlam a banca e a política.</p>
<p>O presidente, antecipou-se à comissão episcopal (nesta só acredita quem quer…), e convidou o Papa para dar uma ajudinha na sua mais que improvável reeleição para a presidência. A Igreja, habituada àqueles jogos de bastidores que lhe permitem um comportamento híbrido que é, mostrar-se pobre, em nome dos pobres, enquanto faz entrar os milhões sacados aos desgraçados, nos cofres do Vaticano para alimentar os seus negócios bilionários.</p>
<p>A Igreja quer resolver o problema da “união de facto” (a seu favor) antes de o Papa chegar, e, embora a proposta fizesse parte de um programa de um governo que quer se goste ou não (e eu não gosto), ganhou as eleições, a Igreja não quer saber disso para nada. A democracia é boa quando nos convêm &#8211; pensam eles. </p>
<p>Como a lei do aborto foi um sapo difícil de engolir, exigem a desforra. Na sua tradicional forma de actuar, dizem nos telejornais que não querem problemas com o governo e ao mesmo tempo, nas igrejas, embrutecem grupos organizados de fiéis para propalarem as suas reivindicações.</p>
<p>São jogos perigosos, mas a igreja passa por cima de tudo e de todos, está habituada, e nada se intromete quando os seus interesses estão em jogo.</p>
<p>Dirão alguns: é uma questão de princípios e a igreja defende os seus. Nada mais falso, é uma questão de protagonismo, &#8211; receio de cair na indiferença social; daí o confronto constante com o poder político como afirmação de poder.</p>
<p>Nos dias de hoje quem não se mostra cai no esquecimento e na indiferença. O que a Igreja mais teme.<br />Vejam a quantidade de presépios que crescem como cogumelos pelo país fora. Somos miseráveis, mas isso que importa se temos o maior número de presépios per capita e a esposa do presidente a promover o negócio o espectáculo? Sempre fomos os maiores em coisas banais, o Guinness confirma-o! <br />O maior bolo do mundo!… o maior assador de castanhas do mundo! E por aí adiante… até temos uma santa com a cova mais funda do mundo, quem d`Iria! tem um património que tirava todos os portugueses da miséria&#8230; &#8211; Os senhores padres é que não estão pelos ajustes.</p>
<p>Somos um povo fantástico!</p>
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		<title>Por: Carpinteiro</title>
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		<dc:creator>Carpinteiro</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 13 Dec 2009 05:48:19 +0000</pubDate>
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		<description>«Tem promovido a intolerância, nomeadamente contra ateus e homossexuais.»&lt;br&gt;&lt;br&gt;Ora, aqui está o cerne da questão.&lt;br&gt;Foi a resposta da Igreja ao anúncio do governo sobre a lei da união de facto.&lt;br&gt;Esta nomeação foi estudada ao pormenor e constitui um recado a Sócrates.&lt;br&gt;Repararam no ar de cínico regozijo do presidente da república enquanto enchia a boca atribuindo ao premiado, virtudes que não possui?&lt;br&gt;&lt;br&gt;Churchil dizia: Em política nada sucede por acaso, tudo é pensado ao mínimo pormenor.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Já todos estamos fartos (por reféns) das lutas intestinas pelo poder entre o Opus Dei (que conseguiu colocar o Senhor Silva na presidência) e os do aventalinho (maçonaria) que controlam a banca e a política.&lt;br&gt;&lt;br&gt;O presidente, antecipou-se à comissão episcopal (nesta só acredita quem quer…), e convidou o Papa para dar uma ajudinha na sua mais que improvável reeleição para a presidência. A Igreja, habituada àqueles jogos de bastidores que lhe permitem um comportamento híbrido que é, mostrar-se pobre, em nome dos pobres, enquanto faz entrar os milhões sacados aos desgraçados, nos cofres do Vaticano para alimentar os seus negócios bilionários.&lt;br&gt;&lt;br&gt;A Igreja quer resolver o problema da “união de facto” (a seu favor) antes de o Papa chegar, e, embora a proposta fizesse parte de um programa de um governo que quer se goste ou não (e eu não gosto), ganhou as eleições, a Igreja não quer saber disso para nada. A democracia é boa quando nos convêm - pensam eles. &lt;br&gt;&lt;br&gt;Como a lei do aborto foi um sapo difícil de engolir, exigem a desforra. Na sua tradicional forma de actuar, dizem nos telejornais que não querem problemas com o governo e ao mesmo tempo, nas igrejas, embrutecem grupos organizados de fiéis para propalarem as suas reivindicações.&lt;br&gt;&lt;br&gt;São jogos perigosos, mas a igreja passa por cima de tudo e de todos, está habituada, e nada se intromete quando os seus interesses estão em jogo.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Dirão alguns: é uma questão de princípios e a igreja defende os seus. Nada mais falso, é uma questão de protagonismo, - receio de cair na indiferença social; daí o confronto constante com o poder político como afirmação de poder.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Nos dias de hoje quem não se mostra cai no esquecimento e na indiferença. O que a Igreja mais teme.&lt;br&gt;Vejam a quantidade de presépios que crescem como cogumelos pelo país fora. Somos miseráveis, mas isso que importa se temos o maior número de presépios per capita e a esposa do presidente a promover o negócio o espectáculo? Sempre fomos os maiores em coisas banais, o Guinness confirma-o! &lt;br&gt;O maior bolo do mundo!… o maior assador de castanhas do mundo! E por aí adiante… até temos uma santa com a cova mais funda do mundo, quem d`Iria! tem um património que tirava todos os portugueses da miséria... - Os senhores padres é que não estão pelos ajustes.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Somos um povo fantástico!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>«Tem promovido a intolerância, nomeadamente contra ateus e homossexuais.»</p>
<p>Ora, aqui está o cerne da questão.<br />Foi a resposta da Igreja ao anúncio do governo sobre a lei da união de facto.<br />Esta nomeação foi estudada ao pormenor e constitui um recado a Sócrates.<br />Repararam no ar de cínico regozijo do presidente da república enquanto enchia a boca atribuindo ao premiado, virtudes que não possui?</p>
<p>Churchil dizia: Em política nada sucede por acaso, tudo é pensado ao mínimo pormenor.</p>
<p>Já todos estamos fartos (por reféns) das lutas intestinas pelo poder entre o Opus Dei (que conseguiu colocar o Senhor Silva na presidência) e os do aventalinho (maçonaria) que controlam a banca e a política.</p>
<p>O presidente, antecipou-se à comissão episcopal (nesta só acredita quem quer…), e convidou o Papa para dar uma ajudinha na sua mais que improvável reeleição para a presidência. A Igreja, habituada àqueles jogos de bastidores que lhe permitem um comportamento híbrido que é, mostrar-se pobre, em nome dos pobres, enquanto faz entrar os milhões sacados aos desgraçados, nos cofres do Vaticano para alimentar os seus negócios bilionários.</p>
<p>A Igreja quer resolver o problema da “união de facto” (a seu favor) antes de o Papa chegar, e, embora a proposta fizesse parte de um programa de um governo que quer se goste ou não (e eu não gosto), ganhou as eleições, a Igreja não quer saber disso para nada. A democracia é boa quando nos convêm &#8211; pensam eles. </p>
<p>Como a lei do aborto foi um sapo difícil de engolir, exigem a desforra. Na sua tradicional forma de actuar, dizem nos telejornais que não querem problemas com o governo e ao mesmo tempo, nas igrejas, embrutecem grupos organizados de fiéis para propalarem as suas reivindicações.</p>
<p>São jogos perigosos, mas a igreja passa por cima de tudo e de todos, está habituada, e nada se intromete quando os seus interesses estão em jogo.</p>
<p>Dirão alguns: é uma questão de princípios e a igreja defende os seus. Nada mais falso, é uma questão de protagonismo, &#8211; receio de cair na indiferença social; daí o confronto constante com o poder político como afirmação de poder.</p>
<p>Nos dias de hoje quem não se mostra cai no esquecimento e na indiferença. O que a Igreja mais teme.<br />Vejam a quantidade de presépios que crescem como cogumelos pelo país fora. Somos miseráveis, mas isso que importa se temos o maior número de presépios per capita e a esposa do presidente a promover o negócio o espectáculo? Sempre fomos os maiores em coisas banais, o Guinness confirma-o! <br />O maior bolo do mundo!… o maior assador de castanhas do mundo! E por aí adiante… até temos uma santa com a cova mais funda do mundo, quem d`Iria! tem um património que tirava todos os portugueses da miséria&#8230; &#8211; Os senhores padres é que não estão pelos ajustes.</p>
<p>Somos um povo fantástico!</p>
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		<title>Por: Carpinteiro</title>
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		<pubDate>Sun, 13 Dec 2009 00:48:38 +0000</pubDate>
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		<content:encoded><![CDATA[<p>«Tem promovido a intolerância, nomeadamente contra ateus e homossexuais.»</p>
<p>Ora, aqui está o cerne da questão.<br />Foi a resposta da Igreja ao anúncio do governo sobre a lei da união de facto.<br />Esta nomeação foi estudada ao pormenor e constitui um recado a Sócrates.<br />Repararam no ar de cínico regozijo do presidente da república enquanto enchia a boca atribuindo ao premiado, virtudes que não possui?</p>
<p>Churchil dizia: Em política nada sucede por acaso, tudo é pensado ao mínimo pormenor.</p>
<p>Já todos estamos fartos (por reféns) das lutas intestinas pelo poder entre o Opus Dei (que conseguiu colocar o Senhor Silva na presidência) e os do aventalinho (maçonaria) que controlam a banca e a política.</p>
<p>O presidente, antecipou-se à comissão episcopal (nesta só acredita quem quer…), e convidou o Papa para dar uma ajudinha na sua mais que improvável reeleição para a presidência. A Igreja, habituada àqueles jogos de bastidores que lhe permitem um comportamento híbrido que é, mostrar-se pobre, em nome dos pobres, enquanto faz entrar os milhões sacados aos desgraçados, nos cofres do Vaticano para alimentar os seus negócios bilionários.</p>
<p>A Igreja quer resolver o problema da “união de facto” (a seu favor) antes de o Papa chegar, e, embora a proposta fizesse parte de um programa de um governo que quer se goste ou não (e eu não gosto), ganhou as eleições, a Igreja não quer saber disso para nada. A democracia é boa quando nos convêm &#8211; pensam eles. </p>
<p>Como a lei do aborto foi um sapo difícil de engolir, exigem a desforra. Na sua tradicional forma de actuar, dizem nos telejornais que não querem problemas com o governo e ao mesmo tempo, nas igrejas, embrutecem grupos organizados de fiéis para propalarem as suas reivindicações.</p>
<p>São jogos perigosos, mas a igreja passa por cima de tudo e de todos, está habituada, e nada se intromete quando os seus interesses estão em jogo.</p>
<p>Dirão alguns: é uma questão de princípios e a igreja defende os seus. Nada mais falso, é uma questão de protagonismo, &#8211; receio de cair na indiferença social; daí o confronto constante com o poder político como afirmação de poder.</p>
<p>Nos dias de hoje quem não se mostra cai no esquecimento e na indiferença. O que a Igreja mais teme.<br />Vejam a quantidade de presépios que crescem como cogumelos pelo país fora. Somos miseráveis, mas isso que importa se temos o maior número de presépios per capita e a esposa do presidente a promover o negócio o espectáculo? Sempre fomos os maiores em coisas banais, o Guinness confirma-o! <br />O maior bolo do mundo!… o maior assador de castanhas do mundo! E por aí adiante… até temos uma santa com a cova mais funda do mundo, quem d`Iria! tem um património que tirava todos os portugueses da miséria&#8230; &#8211; Os senhores padres é que não estão pelos ajustes.</p>
<p>Somos um povo fantástico!</p>
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		<title>Por: Carpinteiro</title>
		<link>http://www.ateismo.net/2009/12/11/ser-bispo-da-direito-a-premio/comment-page-1/#comment-15455</link>
		<dc:creator>Carpinteiro</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 13 Dec 2009 00:48:19 +0000</pubDate>
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		<content:encoded><![CDATA[<p>«Tem promovido a intolerância, nomeadamente contra ateus e homossexuais.»</p>
<p>Ora, aqui está o cerne da questão.<br />Foi a resposta da Igreja ao anúncio do governo sobre a lei da união de facto.<br />Esta nomeação foi estudada ao pormenor e constitui um recado a Sócrates.<br />Repararam no ar de cínico regozijo do presidente da república enquanto enchia a boca atribuindo ao premiado, virtudes que não possui?</p>
<p>Churchil dizia: Em política nada sucede por acaso, tudo é pensado ao mínimo pormenor.</p>
<p>Já todos estamos fartos (por reféns) das lutas intestinas pelo poder entre o Opus Dei (que conseguiu colocar o Senhor Silva na presidência) e os do aventalinho (maçonaria) que controlam a banca e a política.</p>
<p>O presidente, antecipou-se à comissão episcopal (nesta só acredita quem quer…), e convidou o Papa para dar uma ajudinha na sua mais que improvável reeleição para a presidência. A Igreja, habituada àqueles jogos de bastidores que lhe permitem um comportamento híbrido que é, mostrar-se pobre, em nome dos pobres, enquanto faz entrar os milhões sacados aos desgraçados, nos cofres do Vaticano para alimentar os seus negócios bilionários.</p>
<p>A Igreja quer resolver o problema da “união de facto” (a seu favor) antes de o Papa chegar, e, embora a proposta fizesse parte de um programa de um governo que quer se goste ou não (e eu não gosto), ganhou as eleições, a Igreja não quer saber disso para nada. A democracia é boa quando nos convêm &#8211; pensam eles. </p>
<p>Como a lei do aborto foi um sapo difícil de engolir, exigem a desforra. Na sua tradicional forma de actuar, dizem nos telejornais que não querem problemas com o governo e ao mesmo tempo, nas igrejas, embrutecem grupos organizados de fiéis para propalarem as suas reivindicações.</p>
<p>São jogos perigosos, mas a igreja passa por cima de tudo e de todos, está habituada, e nada se intromete quando os seus interesses estão em jogo.</p>
<p>Dirão alguns: é uma questão de princípios e a igreja defende os seus. Nada mais falso, é uma questão de protagonismo, &#8211; receio de cair na indiferença social; daí o confronto constante com o poder político como afirmação de poder.</p>
<p>Nos dias de hoje quem não se mostra cai no esquecimento e na indiferença. O que a Igreja mais teme.<br />Vejam a quantidade de presépios que crescem como cogumelos pelo país fora. Somos miseráveis, mas isso que importa se temos o maior número de presépios per capita e a esposa do presidente a promover o negócio o espectáculo? Sempre fomos os maiores em coisas banais, o Guinness confirma-o! <br />O maior bolo do mundo!… o maior assador de castanhas do mundo! E por aí adiante… até temos uma santa com a cova mais funda do mundo, quem d`Iria! tem um património que tirava todos os portugueses da miséria&#8230; &#8211; Os senhores padres é que não estão pelos ajustes.</p>
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		<title>Por: JoseMoreira</title>
		<link>http://www.ateismo.net/2009/12/11/ser-bispo-da-direito-a-premio/comment-page-1/#comment-15449</link>
		<dc:creator>JoseMoreira</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 12 Dec 2009 18:25:58 +0000</pubDate>
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		<description>Já lá fui. É uma discussão &quot;limpa&quot;, embora algo inconsequente. Vê-se logo que não há &quot;zecas&quot; por aquelas bandas...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Já lá fui. É uma discussão &#8220;limpa&#8221;, embora algo inconsequente. Vê-se logo que não há &#8220;zecas&#8221; por aquelas bandas&#8230;</p>
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	<item>
		<title>Por: jmct</title>
		<link>http://www.ateismo.net/2009/12/11/ser-bispo-da-direito-a-premio/comment-page-1/#comment-15447</link>
		<dc:creator>jmct</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 12 Dec 2009 15:28:49 +0000</pubDate>
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		<description>Boas malta,&lt;br&gt;&lt;br&gt;talvez querem dar uma olhadela aqui nesta discussão. eheh.&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;a href=&quot;http://odetriunfante.wordpress.com/2009/12/10/perguntas-dificeis-para-os-crentes/&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;http://odetriunfante.wordpress.com/2009/12/10/p...&lt;/a&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;Abraços</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Boas malta,</p>
<p>talvez querem dar uma olhadela aqui nesta discussão. eheh.</p>
<p><a href="http://odetriunfante.wordpress.com/2009/12/10/perguntas-dificeis-para-os-crentes/" rel="nofollow">http://odetriunfante.wordpress.com/2009/12/10/p&#8230;</a></p>
<p>Abraços</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Ricardo Alves</title>
		<link>http://www.ateismo.net/2009/12/11/ser-bispo-da-direito-a-premio/comment-page-1/#comment-15446</link>
		<dc:creator>Ricardo Alves</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 12 Dec 2009 12:25:03 +0000</pubDate>
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		<description>Manuel Clemente, para muitos portugueses, é uma referência ética pela negativa.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Tem promovido a intolerância, nomeadamente contra ateus e homossexuais.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Manuel Clemente, para muitos portugueses, é uma referência ética pela negativa.</p>
<p>Tem promovido a intolerância, nomeadamente contra ateus e homossexuais.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: nuno.a</title>
		<link>http://www.ateismo.net/2009/12/11/ser-bispo-da-direito-a-premio/comment-page-1/#comment-15433</link>
		<dc:creator>nuno.a</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 11 Dec 2009 18:17:18 +0000</pubDate>
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		<description>Palavras do Juri:&lt;br&gt;&quot;Em tempos difíceis como os que vivemos actualmemte, D. Manuel Clemente é uma referência ética para a sociedade portuguesa no seu todo&quot;&lt;br&gt;&lt;br&gt;&quot;A sua intervenção cívica tem-se destacado por uma postura humanística de defesa do diálogo e da tolerância, do combate à exclusão e da intervenção social da Igreja&quot;&lt;br&gt;&lt;br&gt;nos regulamentos do premio&lt;br&gt;&quot;...Acreditando cada vez mais na necessidade de intervenção da sociedade civil na regulação do futuro do nosso País, a organização pretende com este Prémio contribuir anualmente para o alargamento e o aprofundamento da obra de tantas pessoas portuguesas, ..., que necessitam e merecem ser encorajadas para fazer mais e melhor.&quot;</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Palavras do Juri:<br />&#8220;Em tempos difíceis como os que vivemos actualmemte, D. Manuel Clemente é uma referência ética para a sociedade portuguesa no seu todo&#8221;</p>
<p>&#8220;A sua intervenção cívica tem-se destacado por uma postura humanística de defesa do diálogo e da tolerância, do combate à exclusão e da intervenção social da Igreja&#8221;</p>
<p>nos regulamentos do premio<br />&#8220;&#8230;Acreditando cada vez mais na necessidade de intervenção da sociedade civil na regulação do futuro do nosso País, a organização pretende com este Prémio contribuir anualmente para o alargamento e o aprofundamento da obra de tantas pessoas portuguesas, &#8230;, que necessitam e merecem ser encorajadas para fazer mais e melhor.&#8221;</p>
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