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Um dia todas as catedrais e igrejas serão assim…

29 de Janeiro de 2009  |  Escrito por Raul Pereira  |  Publicado em Não categorizado  |  9 Comentários

Acredito que, num futuro próximo, todas as igrejas e catedrais terão, finalmente, alguma utilidade. Serão mais ou menos assim.

 
  • MF1

    É uma óptima utilidade!

  • http://www.facebook.com/profile.php?id=699017106 Raul Pereira

    Também me pareceu. Há um outro caso interessante de uma igreja na Holanda que virou discoteca. Desde que o DJ não seja o Pde. Rossi, para mim, tudo bem. A reconversão destes edifícios em algo útil deveria ser prioritária. Tão prioritário como o Sistema Nacional de Saúde ou a reforma do Ensino. Mas se calhar sou só eu a pensar assim, não sei…

  • Joe

    Concordo com isso.

  • d

    Pois a conversão de igrejas e catedrais em bares não constitui a principal preocupação das pessoas ao invés da educação e da saúde mas claro, sobre isso é preciso escrever com outra solidez e outro esforço intelectual não é?

  • http://www.facebook.com/profile.php?id=699017106 Raul Pereira

    É.

  • http://rehl.wordpress.com Isaac Rehl

    Descobri o ateísmo através do estudo da Bíblia. Estudando os textos antigos considerados sagrados — e de fato muito valiosos –, a única cnclusão a que um homem sensato pode chegar é que a existência de um deus só pode pertencer ao universo mental: deus é uma “imagem literária”,criada pela alma humana para representar o seu anseio de superação e posta no lugar de sua ignorância (aquilo que o homem nao sabe ele credita ao divino). Deus seria, portanto, a exacerbação do humano, a sublimação da sua vontade de potência — a grandeza a que o espítrito humano anseia alcançar, mas que ainda somente antevê, a isso ele chama Deus. Sendo asim, deus é a metáfora do, digamos, além homem (da nossa megalomania, do nosso projeto de futuro).

    Ora, sendo a imagem divina uma imagem da evolução humana, segundo penso, é uma imagem que deve ser preservada. (Reduzida a suas devidas proporções: criação humana, sublimação de um desejo profundamente arraigado na alma, que é o desejo de transcender). Assim, encarado como o que realmente é, deus não será mais uma arma ideológica nas mao de instituições rapinas, como a Santa Madre Igreja, mas a minifestação legítima da humanidade com tudo que ela tem e em estado superdesenvolvido: desde a cruelkdade até a capacidade de sacrifício.

    Profanar significa trazer o que é divino ao nível humano, mas, segundo penso, um projeto verdadeiramente legítimos de livres pensadores deveria ser tornar divino aquilo que é humano, ou seja, fazer o homem evoluir. Não é produzindo degradação da imagem divina que isso será conseguido — mas encarando-a com honestidade. Catedrais — berre o que berrar o ressentimento de muito ateístas — são manifestações valiosas e sublimes do espírito humano, não devem ser reduzidas a algo tão vulgar. Se a imagem da evolução humana for destruída — ou degradada –, ela deixará de ser desejada. Assim, o homem, em vez de almejar estágios mais sofisticados de ser, contentar-se-á com a mesuinhez de seu estado atual — ou, pior, poderá regredir a estados ainda mais toscos, osto que a degradação é estetizada.

    Deboxe e ironia são excelente recursos erísticos, mas não são argumentos. Se a luta contra o encarceramento do homem pela religião não tiver bases argumentativas legítimas, ela não vale a pena. E, para concluir, as catedrais não são inúteis: o fato de serem dedicadas a algo que não existe efetivamente não as torna inúteis, pois aquilo que é dedicado à fantasia sempre terá o seu lugar na história do desenvolvimento humano. Em síntese: a divindade nao deve ser profanada, deve ser atingida.

  • Não tenho fé pra ser ateu.

    È ai ja é demais, igreja de ouro enquanto a Africa morre de fome já é demais. Mas quanto os tipos de músicas que tocam na igreja, desde que tenham uma letra cristã, pode ser de Òpera a metal, pelo menos na minha igreja.

  • Não tenho fé pra ser ateu.

    È ai ja é demais, igreja de ouro enquanto a Africa morre de fome já é demais. Mas quanto os tipos de músicas que tocam na igreja, desde que tenham uma letra cristã, pode ser de Òpera a metal, pelo menos na minha igreja.

  • Não tenho fé pra ser ateu.

    È ai ja é demais, igreja de ouro enquanto a Africa morre de fome já é demais. Mas quanto os tipos de músicas que tocam na igreja, desde que tenham uma letra cristã, pode ser de Òpera a metal, pelo menos na minha igreja.

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