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O Islão é tolerante e moderno

22 de Abril de 2008  |  Escrito por Carlos Esperança  |  Publicado em Islamismo  |  2 Comentários

Uma jornalista e militante feminista iraniana foi condenada a uma pena suspensa de dez chicotadas e seis meses de prisão por «perturbação da ordem pública», noticia hoje a imprensa .
 
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    Vivemos num Mundo trágico em que uns, que pretendem ganhar um qualquer paraíso ou céu, pesam cargas de ódio nas mulheres. Estas vivem com a outra carga de mensalmente se prepararem para poderem receber um óvulo num útero “renovado” e pujante de energia. A variação do ciclo, cria desequilíbrios que se reflectem no humor e podem predispor para a fragilização e “submissão” das mulheres. Outros condicionalismos fazem-na dependente. Se atentarmos que há mais mulheres que homens, que muitas mulheres, se bem que tradicionalmente de menor cultura, têm graus de inteligência superiores, percebemos que há uma desproporção abismal entre os valores citados e as normas de inspiração divina que aumentam a subjugação. Algumas religiões consideram as mulheres impuras sobretudo no período de “perdas” menstruais. Isso é que é ignorância! Quando o útero se “descama” para poder depois, nas melhores condições, receber um óvulo, vêm esses profetas analfabetos, malsãos, imbuídos de preconceitos idiotas, estigmatizarem a mulher como impura. E estas, num período de transição hormonal, infelizes e por vezes com dores não têm capacidade de se afirmarem nem sequer se defendem porque, no íntimo, também não se sentem bem nessas transições. Não sabem bem as razões destes transtornos mas são tão íntimos e decisivos que não lhes apetece discuti-los. As taradices ou tacanhices dos sapientes homens de deus podem, também por isso, continuar a amesquinhar as suas mães, as suas mulheres, as mulheres das suas etnias, das suas nações, dos continentes, do Mundo ou, por ventura, do Universo… E os crentes acreditam com acordo passivo e outros agarram nos chicotes para sovar as mais atrevidas ou algumas, ansiosas de amor ou fragilizadas, que discutem com o seu senhor ou em arrufos mais profundos se entregam a outros homens. É trágico! Em Portugal vai-se diminuindo essa incidência também e proporcionalmente à inteligente diminuição da fé.

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    Vivemos num Mundo trágico em que uns, que pretendem ganhar um qualquer paraíso ou céu, pesam cargas de ódio nas mulheres. Estas vivem com a outra carga de mensalmente se prepararem para poderem receber um óvulo num útero “renovado” e pujante de energia. A variação do ciclo, cria desequilíbrios que se reflectem no humor e podem predispor para a fragilização e “submissão” das mulheres. Outros condicionalismos fazem-na dependente. Se atentarmos que há mais mulheres que homens, que muitas mulheres, se bem que tradicionalmente de menor cultura, têm graus de inteligência superiores, percebemos que há uma desproporção abismal entre os valores citados e as normas de inspiração divina que aumentam a subjugação. Algumas religiões consideram as mulheres impuras sobretudo no período de “perdas” menstruais. Isso é que é ignorância! Quando o útero se “descama” para poder depois, nas melhores condições, receber um óvulo, vêm esses profetas analfabetos, malsãos, imbuídos de preconceitos idiotas, estigmatizarem a mulher como impura. E estas, num período de transição hormonal, infelizes e por vezes com dores não têm capacidade de se afirmarem nem sequer se defendem porque, no íntimo, também não se sentem bem nessas transições. Não sabem bem as razões destes transtornos mas são tão íntimos e decisivos que não lhes apetece discuti-los. As taradices ou tacanhices dos sapientes homens de deus podem, também por isso, continuar a amesquinhar as suas mães, as suas mulheres, as mulheres das suas etnias, das suas nações, dos continentes, do Mundo ou, por ventura, do Universo… E os crentes acreditam com acordo passivo e outros agarram nos chicotes para sovar as mais atrevidas ou algumas, ansiosas de amor ou fragilizadas, que discutem com o seu senhor ou em arrufos mais profundos se entregam a outros homens. É trágico! Em Portugal vai-se diminuindo essa incidência também e proporcionalmente à inteligente diminuição da fé.

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